Fico sem Jeito

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Quando chega o Natal e a passagem do ano novo, fico recordando da minha infância, tudo era tão poético, tanta inocência!
Hoje é só consumismo, tanta competição, tem que mostrar o carro novo, o celular top, etc...!!!!
Na passagem do ano é aquela loucura, parece que o mundo vai acabar, no dia seguinte nada mudou, tudo continua igual!!!

⁠Você não sente a minha falta,
procura - me
quando quer.
Fico à lhe esperar,
mas a outra
tu estás à admirar.
O que sinto
por ti é de verdade,
nada tem de brincadeira.
Eu desejo amar
e ser amada.
Eu desejo alguém
pra vida inteira.
Se nada por mim sentes,
siga o seu caminho.
Eu seguirei sonhando,
pois o meu destino
é ser feliz!
O Amor é Dádiva,
não faz cair lágrimas...
O Amor é companheiro,
é segurança, carinho e respeito.
O Amor é amizade,
pois nos quer
sempre sorrindo.
O Amor é sonho
que podemos
tornar realidade.
O Amor é a
minha verdade.

[19/3 13:11] Alinny de Mello: Eu fico triste por ele
[19/3 13:11] Alinny de Mello: Ele precisa se encontrar dentro de si mesmo
[19/3 13:11] Alinny de Mello: Espero que algum dia, ele reflita e seja novamente aquele menino que um dia eu conheci aqui
[19/3 13:12] Alinny de Mello: Não culpo ele, a infância molda todos de uma forma diferente.
[19/3 13:12] Alinny de Mello: Os traumas, a violência, os genes dos genitores...
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Tudo isso faz um trabalho louco em quem está crescendo
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Nós surgimos de conflitos muito dolorosos
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Os meus ovários policisticos, o médico disse que tenho devido a minha infância difícil
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Disse que toda mulher que passou por grandes traumas na infância
[19/3 13:13] Alinny de Mello: E adolescência
[19/3 13:14] Alinny de Mello: Tem ovário policistico

[19/3/2026 11:01] Alinny de Mello: Que lindo
[19/3 11:01] Alinny de Mello: Fico feliz
[19/3 11:01] Alinny de Mello: Por você
[19/3 11:01] Alinny de Mello: Ontem fui tirar os pontos
[19/3 11:01] Alinny de Mello: Ainda bem que o enfermeiro fez de tudo para eu nem sentir dor
[19/3 11:01] Alinny de Mello: Ótimo profissional

Fico angustiado e saudoso quando as vezes lembrar,pessoas e lugares donde já não posso estar...vou leva-la sempre comigo e o sonho nunca vai se apagar!..

⁠Às vezes fico com saudade
De momentos que eu ainda não vivi
Às vezes peco na vontade
De sentimentos que eu ainda não senti

Te vejo nas paredes dos hotéis
Eu vivo interpretando papéis
Às vezes não sei mais quem sou
Me deu vontade de voltar

Pois eu sei, que você quer viver comigo outra vez
Que você quer viver ao lado meu, até a luz do sol se apagar

(Verso 1)
Longe de casa, com saudade de você
Mesmo dormindo ainda penso em te ver
Teu beijo ficou, não sai do meu desejo
Ainda sinto o gosto doce do teu beijo

(Verso 2)
Eu nem te tatuei, mas marcou em mim
Fez morada no peito, não tem mais fim
Um lugarzinho no meu coração você ganhou
E desde esse dia meu mundo mudou

(Refrão)
Eu vou te ligar só pra te dizer
Prepara o jantar que eu tô indo te ver
Veste aquele baby doll pra me enlouquecer
Que hoje a gente vai se amar até o amanhecer

(Ponte)
Cada quilômetro só faz aumentar
Essa vontade louca de te encontrar
E quando eu chegar, não vai ter pra ninguém
Só eu e você se amando também

(Final)
Longe de casa, mas perto de você
Porque no meu peito é onde você quer viver

⁠ “Olho para as estrelas tentando te encontrar. Fecho meus olhos e fico a pensar: onde será que você está?
O silêncio paira e toma conta do meu ser, nesse momento ouço o som do meu coração tentando se conectar ao seu... Passa um tempo e parece que não te sinto. Será então que você existe ou será que é apenas fruto do meu ser??
Espero que você exista em algum lugar nessa imensidão toda, para que quando eu lhe encontrar eu puder te dar aquilo que eu guardei de mais belo dentro de mim esse tempo todo, o meu amor.”

No clarão do luar, eu espero você chegar, e assim, com a lua brilhante, fico ansioso a te esperar.
Não quero parar de pensar, eu quero logo te ter em meus braços e nunca mais soltar.

"Contigo eu fico
É jamais do negror deste palácio hei de partir
Aqui. Aqui sempre estarei...
Com seus criados vermes...
Aqui mesmo eu hei de repousar para todo o sempre.
É libertar da maldição dos astros a carne exausta
Olhos. Um último olhar...
Braços. Um último abraço...
É vós o lábios, portal do alento
Selai com este beijo o pacto eterno com a morte insaciável.
Venha meu caminho amargo
Venha insonso guia
Piloto insano atira neste instante
Contra as rochas a barca desgastada
Um brinde ao meu amor."

⁠"Olho as estrelas tentando te encontrar. Fico ali parada e me pego a pensar:
- Onde será que você está?
O silêncio em forma de resposta toma conta do meu ser dando lugar às batidas do meu coração que acelera só de pensar em você."

O CHORO!


Nessa grande angústia da vida
Que eu tenho passado
O choro é meu companheiro
Quando fico angustiada
Me mantém aliviado
Faço ele de aliado
Nessa insônia profunda
Uma ansiedade fora do normal
Um aperto forte no peito
Chorar é minha solução
Um alívio pro coração
Lágrimas escorrendo
De todo jeito caindo ao chão.

Eu fico pensando como, às vezes, ainda somos ignorantes… com os outros e até com nós mesmos.
Como ainda é comum ver pais tentando prender os filhos, em vez de deixá-los voar. Sim, faz parte ensinar o certo e o errado, mostrar caminhos, formar caráter com amor, respeito e limites. Mas a gente não pode esquecer de algo essencial: filho a gente cria pro mundo, não pra si.
Porque chega um momento em que aquela criança cresce. E quando cresce, ela passa a ter suas próprias opiniões, seus próprios sonhos, seus próprios caminhos. E ninguém tem o direito de decidir por ela o que é viver “certo” ou “errado”.
A verdade é que a gente tem pouco tempo aqui. Pouco tempo pra viver, pra sonhar, pra sentir felicidade de verdade.
E mesmo assim, as pessoas insistem em rotular.
Se alguém estuda, trabalha, corre atrás de um diploma, é motivo de orgulho. Mas se outro alguém escolhe viver mais leve, viajar, sair, curtir, logo é julgado.
Se um jovem decide focar na carreira, tudo bem. Mas se ele vira pai ou mãe cedo, parece que “acabou a vida”.
Mas quem decidiu isso?
Quem disse que existe só um jeito certo de viver?
Cada pessoa tem sua própria história, seu próprio tempo, seu próprio jeito de crescer. Tem gente que encontra felicidade construindo uma família cedo. Tem gente que encontra felicidade conhecendo o mundo. Tem gente que precisa se perder um pouco pra depois se encontrar.
E tá tudo bem.
A vida não é uma fórmula. Não é uma linha reta.
Eu sei como é cansativo viver nessa cobrança de “tem que estudar, tem que trabalhar, tem que vencer”. Eu vivo isso. E por isso, eu nunca vou julgar quem escolhe ser feliz do seu próprio jeito.
Porque no fim… todo mundo aprende. De um jeito ou de outro, a vida ensina.
Alguns se perdem, e isso entristece. Mas muitos se encontram no caminho. E é isso que importa.
Então, pra quê tanto julgamento?
Pra quê tantos rótulos?
No final, todos nós vamos para o mesmo lugar. A gente nasce, cresce, vive… e um dia parte. E com o tempo, quase tudo se apaga.
Então por que não viver da forma que faz sentido pra você?
Por que não aproveitar a sua própria vida?
É isso que eu penso.

Eu fico observando essa ideia de que o universo é uma espécie de banco seletivo, desses que liberam crédito só pra quem já tem dinheiro. Ele escolhe meia dúzia, despeja fama, beleza, contratos, milhões, seguidores, e a gente aqui, olhando, pensando que talvez exista um plano maior, quase uma missão secreta digna de filme. Aí eu piscando, esperando o plot twist… e nada acontece. Porque, na prática, quem recebe tudo, muitas vezes não consegue nem administrar o próprio silêncio.

E não é sobre inveja, é sobre estranheza mesmo. Porque a lógica não fecha. Se a vida fosse uma professora justa, ela distribuiria poder pra quem tem vocação de cuidar. Mas parece que ela gosta de testar o caos. Coloca tudo na mão de quem ainda nem se encontrou, como dar um avião pra quem mal aprendeu a andar de bicicleta. E aí a gente vê casos como Virginia Fonseca, que chegou num lugar onde muita gente acredita que mora a felicidade… mas que, olhando de fora, parece mais um palco do que um lar.

E eu penso, no auge de uma tarde quente, com um café meio morno na mão, que talvez o problema não seja ter muito. É não saber o que fazer com esse muito. Porque dinheiro compra conforto, mas não compra direção. Compra aplauso, mas não compra sentido. E quando a vida vira vitrine, a alma vira estoque encalhado.

A gente romantiza demais o topo, como se lá em cima tivesse uma resposta secreta, um manual da felicidade, uma paz premium desbloqueada. Mas às vezes o topo é só mais alto mesmo… e o vazio ecoa mais forte lá de cima. É como gritar num prédio vazio e ouvir a própria voz voltando, só que mais triste.

E sobre “não ajuda ninguém”… eu fico aqui pensando que talvez a maior carência não seja de dinheiro sendo distribuído, mas de consciência sendo acordada. Porque ajudar não é só dar, é perceber. E muita gente rica vive num estado curioso de distração permanente, como se estivesse sempre ocupada demais pra enxergar o mundo fora da própria bolha.

No fim das contas, eu concluo, meio rindo de nervoso, meio séria, que o universo não escolhe salvadores. Ele só distribui ferramentas. E cada um faz o que dá, ou o que quer, ou o que consegue com elas. Alguns constroem pontes. Outros, vitrines. E tem gente que nem percebe que poderia ter feito algo além de acumular.

Enquanto isso, eu sigo aqui, tentando não precisar de milhões pra ser alguém que faz diferença, nem que seja na vida de uma pessoa só. Porque talvez salvar o mundo seja isso mesmo, uma coisa pequena, repetida, quase invisível. E não um espetáculo com patrocinador.

Eu fico fazendo os cálculos da distância,
Quando as pessoas precisam
de mim,
E quando precisei delas.

A passarela atenua o caminho e esconde o mirante
Mas fico me lembrando dos rochedos que ficaram pra trás

Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.


Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.


E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.


É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.


E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.


O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.


Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.


Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.


E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.


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⁠O tempo passa mais rápido do que a gente pensa. Ao olhar para o passado, fico impressionada com tudo que aconteceu. Quando eu era jovem, achava que tudo poderia ser superado. Que era só uma questão de tempo para deixar o passado para trás, mas não é bem assim. Algumas dores permanecem. Em alguns momentos, é possível amenizá-la. Porém, mais cedo ou mais tarde, ela volta para mostrar que algo não foi resolvido e o que o tempo não pode curar todas as feridas.

“Eu não fico onde dói.
Eu fico onde continuo.”

Nos últimos anos, francamente, tenho aproveitado mais a companhia da minha solitude, fico isolado no meu mundo particular, em boa parte do meu tempo, até certo ponto é salutar, entretanto, a presença de pessoas continua sendo muito significante, umas mais do que outras, mas todas tiveram a sua participação, algumas delas ainda continuam participando e sem dúvida, certos momentos sem elas não seriam os mesmos.

Então, agradeço a Deus pela vida de cada uma com quem estive, principalmente, pelas que permanecem comigo, melhorando o meu dia, motivando o meu riso, dando sentido para vivências inesquecíveis, presentes sempre que possível, seja pessoalmente ou por mensagem, apesar da distância, das minhas imperfeições, dos imprevistos, da falta de condições favoráveis, que reforçam o fato de que a simplicidade por ser incrível

Não é errado desfrutarmos da nossa própria companhia, pelo contrário, é algo imprescindível, conviver ou ter que lidar com outros mundos, mesmo que, temporariamente, não é fácil, todavia, não é impossível, mais difícil deve ser para um eterno solitário, pois, certamente, com a solidão, determinados lugares e ocasiões seriam inexpressivos, descartáveis da mente, não teriam tanto brilho, portanto, ambos são necessários, a convivência com outros e o conviver consigo.