Ficar em Paz
Colherás!
"Cuida bem dos caminhos por onde passas...
Passando devagar...
Plantando paz, luz e bem...
Transformando-os!
Eternizando-os!
Um dia voltarás por estes mesmos caminhos...
Claro, não serão mais os mesmos...
Tampouco tú!
Porém de tudo o que plantastes...
COLHERÁS!
☆Haredita Angel
Hoje fiz tudo do meu jeito.
Mas, sempre dando o melhor de mim.
Agora vou dormir em paz.
☆Haredita Angel
"Em meu sorriso existe muitas dores.
Por isso ele transmite paz.
A paz de quem aprendeu a juntar
os seus cacos e se reconstruir
pacientemente, e se fazer caminho,
não destino!
Haredita Angel
07.11.16
"Que Deus nos dê toda a paz que o mundo nos tira."
Bom dia e uma harmoniosa semana.
Haredita Angel
04..06.18
"Se quiser paz no ano novo,
não precisa vestir branco.
É só parar de falar da vida alheia."
Haredita Angel
12.01.19
-Desejo à todos saúde, paz e luz.
Que todos cresçamos no bem.
São votos genéricos, porém de coração.
E...
"Salve 2020!
Salve Xangô, O justiceiro que o regerá!
Salve Nosso Senhor Jesus Cristo!
Salve o nosso Deus que tudo pode!"
Haredita Angel
11.12.19
"Faça da sua paz um santuário onde ninguém tem o poder de entrar sem permissão. O controle do seu equilíbrio é um tesouro que só pertence a você."
— Ginho Peralta
"A paz que eu procuro começa no momento em que decido não ser meu próprio carrasco. ⚖️
Desarmar os julgamentos internos é a maior vitória que alguém pode conquistar.
Não é sobre ser perfeito, é sobre ser real e estar em paz com a própria jornada.
O diálogo mais importante da sua vida acontece em silêncio, dentro de você."
SerLucia Reflexoes
Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.
No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.
O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.
Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.
E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.
A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.
Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.
Quando decidimos seguir apesar das incertezas.
Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.
Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.
Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.
Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.
Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.
A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.
Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.
Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.
Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.
Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.
É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.
A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.
O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.
Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.
A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.
Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.
Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.
Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.
No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.
Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.
Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.
Enquanto ignorarmos que o Silêncio compra Paz que Ruído algum alcança, tropeçaremos nos Infortúnios do Barulho.
Vivemos como se o mundo exigisse resposta imediata para tudo — opinião pronta, reação instantânea e presença constante.
O barulho não é apenas externo; ele se infiltra nas frestas da nossa mente, ocupando o espaço onde antes habitava o discernimento.
E, pouco a pouco, passamos a confundir movimento com progresso, exposição com relevância, e ruído com verdade.
O silêncio, por sua vez, foi injustamente associado à omissão ou fraqueza.
Mas há uma força quase invisível nele — uma força que não disputa palco, não implora atenção e não se desgasta tentando convencer.
O silêncio observa, absorve e, sobretudo, preserva.
Ele nos protege da pressa de julgar, da ansiedade de responder e da vaidade de sempre ter algo a dizer.
É curioso perceber que muitos dos nossos maiores infortúnios nascem justamente da incapacidade de nos calar.
Palavras mal colocadas, decisões precipitadas, conflitos desnecessários — tudo alimentado pela urgência caprichosa de participar de todo e qualquer barulho.
Como se o silêncio fosse um vazio a ser preenchido, quando, na verdade, ele é um espaço fértil onde a consciência se reorganiza.
Quem aprende a negociar com o próprio silêncio descobre que nem toda batalha merece voz, nem toda provocação exige resposta e nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.
Há muita inteligência em saber escolher o que dizer, mas há mais sabedoria em escolher o que não dizer.
No fim, o barulho cobra caro: desgasta, confunde e fragmenta.
O silêncio, ao contrário, paga em paz — uma paz que não se compra com razão, nem se impõe com argumentos, mas se constrói na disciplina de saber quando se retirar do caos.
Talvez não seja o mundo que esteja excessivamente barulhento.
Talvez sejamos nós que ainda não aprendemos o valor de permanecer em Silêncio quando tudo ao redor insiste em Gritar.
Nele está a fonte da vida, Dele jorra o perdão, a benevolência, a paz, a sabedoria e a alegria. É onde depositada a fé, sonhos se realizam. Sem Ele, só restará o fim, portanto, Ele é o único caminho para a eternidade.
Precisamos ter foco em manter a boa comunicação em prol da paz, pois em tempos difíceis o caos só alimenta o terror e a catástrofe.
EM TEU ALTAR
Em tua casa eu me encontro, ó Senhor,
Sinto a paz que vem do teu amor,
Tua presença enche o meu viver,
Sou mais que vencedor em teu poder.
Em tua casa descanso o coração,
Tua glória traz vida e direção,
Tua graça me levanta outra vez,
Teu Espírito me fortalece, ó Rei.
Eu não quero mais sair daqui, Senhor,
Teu altar é o meu lugar,
Tua presença é tudo para mim,
Eu só quero te adorar.
Quero estar em teu altar, Senhor,
Pra sempre em teu amor,
Como a andorinha encontro o meu lugar,
Na tua presença quero habitar.
Quero estar em teu altar, Senhor,
Pra sempre em teu amor,
Nada vai me separar de Ti,
Eu nasci pra te adorar!
Te adorar é o meu prazer, Senhor!
Te adorar, te adorar!
Tua presença é o meu viver, Senhor!
Te adorar, te adorar!
Eu não saio do teu altar!
Eu não saio do teu altar!
É o meu lugar, é o meu lugar!
Cícero Marcos
A mente não precisa ser eliminada para que haja paz, ela precisa ser compreendida em sua natureza transitória. Quando você vê claramente que cada pensamento surge, se sustenta por um instante e desaparece por conta própria, o apego perde força. O problema nunca foi o pensamento, mas a crença inconsciente de que ele precisava ser seguido.
