Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Viver de aparência,é o mesmo que ganhar na Mega-sena e não receber o premio, comer todas as delicias do mundo sem ter paladar, amar e não ser amado, ou até mesmo trabalhar sem receber.
Viva verdadeiramente, mesmo que a verdade seja pouca para olhos de pequenos e o suficiente para você.

"Não é só a troca, é o vazio que fica.
Como se eu tivesse sido colocada numa prateleira esquecida,
enquanto a novidade brilhou mais que a história.
E eu sei, ninguém substitui ninguém,
mas dói quando percebo que ocupei um espaço provisório
naquilo que, pra mim, parecia ser eterno."

Eu vou embora porque chegou a hora, vou embora porque chegou o tempo, nada mais me cabe, nem a espera, só o cansaço, vou embora porque tudo que eu fui é só lembrança


sem cartas, sem retorno,
deixo o peso, deixo os nomes,
levo apenas o silêncio que me resta.
Sou ausência em movimento,
sou memória se apagando devagar.

Peguei a dor e transformei em rap, rima e verdade...
"Força na Ferida"
🎤
Eu caio, levanto, não fico no chão,
dor não me assusta, é só combustão.
Vida me testa, mas jogo de igual,
minha força é de aço, meu verso é naval.


Quem tenta me parar, tropeça no som,
eu rimo verdade, não rimo ilusão.
Sou faca afiada cortando na rima,
meu flow é tempestade, trovão que aproxima.


Se a fase é difícil, eu mordo, não fujo,
sou fogo na rua, na guerra eu concluo.
Carrego cicatriz, mas viro poesia,
minha alma é tambor, batucando energia.

Chapada chega, tatuada e serena,
sorriso de vinho, mente que acena.
Entre fumaça e goles de prazer,
ela vive a vida sem nada temer.


O mundo gira, mas ela flutua,
entre notas de vinho, a alma continua.
Cada traço na pele conta uma história,
cada risada dela é pura vitória.


No balanço do vento, no sol ou no espaço,
Chapada é liberdade, é riso, é abraço.
Com vinho, com baseado, a noite se enfeita,
ela dança com a vida, e a vida se deleita.








“Para a minha flor R.S 🍷✨, que transforma cada gole e cada fumaça em poesia de liberdade. Brilha, amiga, do jeito único que só você sabe ser.”

Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.


Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.


Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.

🌻🏄 Eu me alegro,
como um girassol amarelo,
buscando sempre a luz,
na alma guardo o singelo
No balanço das ondas me encontro,
no skimboard risco o mar,
sou raiz que dança com o vento,
sou água livre a deslizar.
Sol que aquece minha pele,
mar que embala meu destino,
girassol que aprende a surfar,
na vida sigo meu caminho

Antes eu estava em três.
Já estive até em quatro.
Hoje estou entre muitos.
O número mudou,
a régua não.
O que sustenta nunca foi quantidade,
foi verdade.
Três era contorno.
Quatro foi tentativa.
Muitos é expansão.
Não melhor, não pior.
Mais amplo.
Fingimento não vira sinceridade
só porque tem plateia.
E prazer de verdade
não acontece em quem se divide.
Só existe com quem é inteiro,
não meia metade tentando caber.
Nada é insubstituível
quando a base é honestidade.
O que é real se refaz.
O que é inteiro permanece.

Ninguém se cura fingindo que não doeu.

Quem teme a verdade vive metade.

O inferno não é um lugar distante, escondido em algum canto do universo. Muitas vezes ele acontece aqui mesmo, entre escolhas, atitudes e consequências.

Há pessoas que passam pela vida acreditando que podem ferir, humilhar, enganar e seguir adiante sem que nada aconteça. Caminham com a certeza de que são mais espertas que todos os outros. Mas o tempo tem um jeito curioso de colocar cada ato diante de seu próprio reflexo.

Nem sempre a resposta vem rápido. Nem sempre vem da forma que esperamos. Porém, cedo ou tarde, cada semente encontra sua estação.

A vida não precisa de vingança para equilibrar as coisas. Ela trabalha em silêncio. Enquanto muitos comemoram vitórias construídas sobre a dor alheia, o destino registra cada passo, cada palavra e cada escolha.

Por isso, não temo o que me fizeram. O que pertence a mim, carrego comigo. O que pertence aos outros, a própria vida se encarrega de devolver.

Porque, no fim das contas, o inferno não está depois da morte.

Muitas vezes, ele começa exatamente no momento em que somos obrigados a conviver com as consequências daquilo que escolhemos ser.

Senti falta até do que nunca existiu. Da mão que nunca segurou a minha, do abraço que só aconteceu na imaginação, da conchinha que o travesseiro tentou imitar e nunca conseguiu.
Descobri que a ausência também nasce dos sonhos. E, às vezes, dói mais o amor que nunca aconteceu do que aquele que um dia foi embora.

O mundo adora distribuir rótulos. É mais fácil dizer "ela é difícil", "ela é fria", "ela é intensa", "ela é louca", do que gastar cinco minutos tentando entender a história de alguém. Humanos fazem isso porque catalogar pessoas dá menos trabalho do que conhecê-las. Uma bela economia de esforço intelectual.

"E o amor chega como uma certeza tranquila: a de que, entre tantos lugares, existe um onde a gente não quer apenas estar — quer permanecer."

Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.


Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.


Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.


Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.


“Deixa.
Eu fico aqui.”


Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.


E dói.


Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.


E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.


Ainda assim,
há uma coisa que permanece:


a palavra.


Quando não há colo,
há página.


Quando não há abrigo,
há poesia.


E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.


Não escrevo para que tenham pena.


Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.


Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.


Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.


Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.


E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:


transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.










Lucci Santz

⁠“A provocação é como um presente grego, só fará mal se você aceitar”

O homem equilibrado recebe a justa crítica e a pesa, o insensato já a recebe como um peso.

⁠“De pessoas imprevisíveis, frias e vazias o mundo está cheio, são como as ondas do mar que oscilam o tempo todo ao sabor dos ventos”
Ney Batista

⁠DANÇA SOLITÁRIA


Romantizar o mundo
É ser tragado por ele
É ser devorado por lobos
É insistir numa inocência
Que já não existe...
Eu guardo em mim
Meu romance...
Em uma luta brutal
Onde, o devorado da vez
É o amor nas coisas
Que deixei ir
E as que insistiram em ficar
Dançam na linha tênue
Da insignificância
Do infortúnio de estarem
Pois, há muito tempo
Já não sou mais eu
Mas, o eu que quer ficar,
Dança, uma dança, solitária!

OLHAR DO TEMPO


Não posso, e nem quero, olhar a vida alheia, muito menos julgá-la: afinal, também tenho meu teto de vidro!
Eu observo, isto sim, o tempo que corre velozmente e me expõe nu...
A fadiga que hoje me pesa nos ombros, eu a criei. E das sementes que plantei, busco regá-las. Mesmo que não colha os melhores frutos, estarei pronto para a colheita, no tempo certo!
O tempo é o próprio jogo da vida. Rebuscar o passado requer coragem, exige nobreza; é uma questão de honra!
Ensinaram-me valores tais que me perdi neles. Não por culpa de outrem, mas pela minha própria visão tacanha sobre o mundo.
Eu vivo as ilusões que me foram ensinadas e busco aperfeiçoá-las, de modo que tudo que vejo se torne belo. Não para mostrar aos outros o caminho da felicidade, mas para provar a mim mesmo que também erro quando falho em entender os porquês da vida!
Eu ouço o despertar do relógio, e são 6 horas...
Logo mais, ouço o badalar dos sinos, e são 18:00 horas. Comprazo-me com o tempo: ele foi ajeitado em compassos lentos nos ponteiros do relógio... mas a vida... a vida passa, dando sinais de que o tempo que me resta jaz confinado neste corpo. Um corpo pueril e condenado à dor; a dor que eu não queria sentir, mas que, por consequência das horas, se desfaz involuntariamente nas veladas marcas do tempo.