Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Aprenda uma coisa: a vida é leve e breve, portanto viva intensamente tudo o que acontecer durante a sua jornada e não dê um peso maior do que merecido aos seus problemas, tampouco deixe que eles ofusquem a sua alegria de viver.

Sabe o que é benção? Benção é poder acordar
todos os dias, abrir os olhos e contemplar
o mundo que nos cerca. Obrigada Senhor por
essa benção chamada vida!

Pendendo ou ganhando, com muito orgulho eu continuarei gritando. Eu sou Corinthiano!

Os seres humanos nunca se dão conta ou se convencem de sua insignificância enquanto não são confrontados com a majestade de Deus.

João Calvino
God The Creator (2012).

Parei olhei e pensei...
Vi que aquilo que era dito nao fazia sentido...
Percebi que o que era dito era diferente
Parei olhei e percebi.
Olhei mas dessa vez com outro sentido.
Entao percebi no diferente aquilo que somente podia ser percebido.

Frantz Fanon e Os Condenados da Terra: A Voz dos Oprimidos


A leitura de Os Condenados da Terra, publicado em 1961, é um convite à reflexão profunda sobre as marcas deixadas pela colonização nos povos submetidos ao jugo imperialista. Frantz Fanon, psiquiatra e pensador martinicano, não escreve como um observador distante, mas como alguém que sentiu na pele e testemunhou nos corpos e mentes colonizados a violência da dominação. Sua obra é um grito, uma convocação e, sobretudo, uma denúncia que visa resgatar a dignidade dos povos silenciados.


Logo na abertura do livro, Fanon lembra que “a colonização não se contenta em impor sua lei ao presente e ao futuro do país dominado. Ela procura desfigurar, distorcer, aniquilar o passado do povo oprimido” (FANON, 1961, p. 170). Essa afirmação mostra que o colonialismo não é apenas um regime político ou econômico, mas um processo sistemático de destruição cultural e psicológica. O colonizado não perde apenas terras e recursos: perde referências, autoestima e a confiança na própria humanidade.


Fanon descreve a realidade colonial como um espaço marcado pela violência estrutural, na qual “o mundo colonizado é um mundo compartimentado” (FANON, 1961, p. 29). Há, de um lado, o colono, com seus privilégios, e, de outro, o colonizado, relegado à invisibilidade e à precariedade. Essa divisão não é apenas espacial ou econômica, mas simbólica: o colonizado é construído como inferior, incapaz, quase desprovido de humanidade. Ler essa análise é confrontar-se com o absurdo de uma ordem social sustentada pelo racismo e pela exclusão.


A empatia pelo colonizado nasce justamente da coragem de Fanon em dar-lhe voz. Ele afirma que “na situação colonial, o colonizado é sempre presumido culpado” (FANON, 1961, p. 52). Tal frase revela a crueldade da estrutura: aquele que sofre a opressão ainda é tratado como criminoso por ousar resistir. Ao apresentar essa inversão moral, Fanon obriga o leitor a enxergar o colonizado não como submisso ou bárbaro, mas como vítima de um sistema perverso que lhe nega o direito básico de existir plenamente.


Mais adiante, Fanon adverte que a libertação não pode ser concebida como uma concessão graciosa do colonizador, mas como uma conquista dolorosa e coletiva: “a descolonização é sempre um fenômeno violento” (FANON, 1961, p. 27). Essa afirmação, muitas vezes mal compreendida, não é uma exaltação da violência, mas a constatação de que a colonização, sendo ela mesma violência, não pode ser revertida sem ruptura. O que Fanon provoca no leitor é a empatia ativa: compreender que, diante de séculos de opressão, a luta pela liberdade não é um capricho, mas uma necessidade vital.


Ao longo da obra, o autor também revela os danos psicológicos do colonialismo, tanto para o colonizado quanto para o colonizador. O primeiro, porque internaliza o desprezo e sente-se desumanizado; o segundo, porque se acostuma a uma posição de superioridade desprovida de ética. Essa dialética de opressor e oprimido ecoa como um chamado à reflexão: até que ponto ainda carregamos resquícios dessa lógica colonial em nossas sociedades contemporâneas?


O maior mérito de Fanon é humanizar aqueles que o colonialismo quis desumanizar. Seu texto não é apenas denúncia, mas também esperança: esperança de que a história não se resuma à submissão, mas que a luta pela libertação seja capaz de restituir dignidade. Nas suas palavras: “Cada geração deve, na relativa opacidade de sua época, descobrir sua missão, cumpri-la ou traí-la” (FANON, 1961, p. 173).


Os Condenados da Terra não é apenas um livro de teoria política. É um testemunho visceral que nos obriga a nos colocar no lugar do colonizado, a sentir sua dor e a compartilhar de sua luta. Ao provocar a empatia do leitor, Fanon rompe com a indiferença e nos convida a assumir responsabilidade histórica diante da injustiça. Ler Fanon é aprender que a liberdade de um povo nunca pode ser vista como favor, mas sempre como direito inalienável.


Referência


FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968 [1961].

⁠Cada geração deve descobrir sua missão, cumpri-la ou traí-la, em relativa opacidade.

Não importa o quanto você se importa
sempre haverá quem não se importa,
aprenda a soltar,
a não esperar nada de ninguém,
aprenda a tocar o foda-se!

Você me diz que eu nasci no pecado,
Oh meu Deus! eu sou o demônio encorporado.
Um ser de luz condenado ao mundo
em busca de si em um vazio profundo

Me senti dentro de um espiral
senti a infinitude e ao mesmo
a finitude
a transitoriedade das coisas
da vida
na vida
Eu derretia
e ao meu redor
borbulhas
como borbulhos de mim mesmo
palpites do Eu
derretiam comigo
numa enxurrada de compreensões paradoxais
e ao fim
era tudo muito simples
simplesmente não era o fim
eu estava no meio
em meio o Todo
numa súbita sensação de compreender a essência de algo maior
e por mais que eu queria compreender
de uma só vez
percebi que não precisava
que certamente não poderia
e que a raiz de toda essa confusão
era a resistência em entregar-se à incerteza

"eu quero" estar tão "certo" de mim mesmo!!

parece justo
mas não
sou metamorfose
e também muito ego nessa morfose
e nessa "Metaexperiência"
quero ser importante
sendo que a real importância é ser real
preciso ser sincero
assumir que não sei
e o pouco que sei
talvez
só talvez possa te ser útil
e caso for
caso você esteja nessa minha mesma frequência
"como se a frequência fosse minha"
então ajuntaremos alguns parâmetros nessa nossa equação
ajustaremo-nos nessa construção
olha só...
acabei envolvendo-te novamente

eu sei que essa "cura" é só minha
mas é que essa busca é nossa
e eu preciso de você
você me completa
em muitas vezes as distrações não nos deixa ver o quanto estamos ligados
mas
bote fé
nós somos um só

Essa "epifania"
me fez renascer em reconhecimentos
literalmente
pois reconhecia-me em conhecimentos que antes já os tinha
mas
necessitavam de renovo
e sei ...
eu sei que necessitarão denovo
como que num sisma da vida
uma desconfiança de si mesmo
uma vontade de se desvendar
explicar pra si mesmo
o porque das coisas estarem de tal jeito
sem contar com a complexidade em que podemos elucidar a mesma coisa em milhares de formas
e nesse ciclo
quanto mas se estudamos
mais temos referências
ferramentas para aperfeiçoamento nessas "explicações" dessas tais "noções"
percepções de si
mas
só posso ver o quão sou imperfeito
e que perfeito mesmo é como tudo se conecta
sou um emaranhado de nós e laços
lançando-me no mundo que brota de mim
com fusão de nós.

São meus os meus motivos

Meu querido amigo
Estar contigo é um prestígio
Contigo condigo
Me sinto acolhido
Sua amizade me motiva

Mas...

São meus os meus motivos
Eles estão contidos no caminho que eu sigo
E o caminho
Este que te digo
É de caminhar sozinho

Vás...

Tu também tem seu caminho
Tu também tem seus motivos
Ide além por onde for
Brilhe esse seu brilho
Seja livre meu amigo

Aliás...

Sabes que pode contar comigo
Estarei sempre pertinho
Entrelaçado em espírito
Entre rosas e espinhos
Estarei a todo ouvidos

A nós. .

Paz.

Confias em ti


Quando alguém te diminuir
Não se sinta ofendido
Não pegue pra ti
Não se deixe aborrecer
Não seja rendido
Ser forte é assim
Se não és o que ouve
Deixe que passe aos ouvidos
Firme o mastro do sentir
Navegue neste poder
Não há mais a quem provar
Se confias em ti

Você se reflete tanto no "outro" que até se constranges por ele.

Deixa eu sonhar..
Acreditar num futuro
Sem medo,
Que só o amor vai existir..
Deixa,
Deixa vai......

Menina eu sou
Feliz e amada
Assim vou
Viver apaixonada

Rosa Negra

_*O Futuro está em amar o próximo, esse amor que nos mantem vivos, com vontade de viver_*.
_*Não deixe que as aflições do dia tire isso de ti de nós, ´precisamos desse amor, quando mais amamos, mais próximo estaremos de Deus nosso pai_*
Rosa Negra**

Assim é o nosso amor.
Um elo entre corações
Um amor que não se quebra
Amor que levarei dentro de mim
Não importa quem queira atrapalhar
Ele é puro simples
Ele é maravilhoso
Feliz dia do amor
Meu grande adorável amor

Tu es o meu sonho
Ao acordar te procuro
Entre as palavras que componho
Teu rosto eu encontro
Sentindo voltar todo desejo
Feliz em ter seu amor


Estarás sempre em meu pensamento.
____________Rosa Angel

Boa Noite!!
Feliz em ter você com meu amigo e amor
Esperei muito,
Hoje tenho a ti....
Meus dias se tornaram os mais felizes!
Te amo!
Amo-te....

Seriamos tão sensatos se deixássemos o “ser-humano” e vivêssemos o “ser-humilde”.