Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia
Só tem um jeito de sobreviver bem às perseguições: nunca aja igual aos perseguidores, nem como eles gostariam que você agisse.
Perseguição de boca, maledicência, fofoca e boatos não conseguem derrubar o cristão que confia na boca de Deus.
Peço-lhe perdão por profanar até a última gota de seu nome, mas você foi especial para mim em um nível que, no momento que você foi embora e se tornou livre, doeu em diversas formas, e senti a necessidade de destruir sua pessoa.
Eu que sempre vivi embaixo, não pude aceitar você conseguindo se livrar de tudo e me deixando para trás, parece que me tornei igual àqueles adultos sem face que destroem tudo com palavras que mancham o mais puro ser.
Eu prometo que essa será a última vez que falarei de você sem você estar presente, prometo parar de me comparar a você quando me olho no espelho, a partir de agora estou desagarrando de sua sombra, parece que essa é uma das minhas habilidades, me prender a pessoas sem elas perceberem.
Meus olhos verdes brilhantes...
estão opacos
perderam a cor
com tanta dor.
Meus olhos verdes
amadureceram
com tanta paulada
apodreceram.
Meus olhos verdes
que te viram vindo... tão lindo
hoje... quase não veem
a sua imagem pouco a pouco está sumindo.
Meus olhos verdes... eram tão lindos!
E eu só queria que você me cuidasse
como a menina dos teus olhos.
Tudo estava indo bem até alguém perguntar se eu ainda gostava de você, meus olhos brilharam e minha pele corou. Eu estava perto de convencer até eu mesma que aquele sentimento todo tinha passado… Mas não, ele não passou, ele ainda continua aqui. Eu só espero que quando você perceber, não seja tarde de mais.
Não desconte sua raiva em pessoas inocentes, principalmente nas mais próximas. Elas não têm culpa, e você pode acabar ferindo as pessoas que mais te amam e te apoiam.
Peguei as minhas dores e ás escrevi no papel, rasguei e joguei fora afinal de contas pra que guardar dor?!
Ela tem celulite?
Faz tanto tempo que a conheço, que a vejo e nunca reparei que ela tinha celulite, nem os pés de galinha ou mesmo aquelas pequenas estrias. Como foram incríveis esses tantos dias, meses, anos... Reparei tanto em você que nem as vi. Estive por tanto tempo fascinado por seu sorriso, por seus beijos, seus toques, sua capacidade única de me ater a cada palavra, cada frase, sua inteligência me inspirava a olhar além de você. Olhei por tanto tempo cada sonho, cada medo, cada pedacinho da sua alma e do seu coração. Apaixonei-me por eles, mas consequentemente, por você todinha. Conheci seus medos para puder ajudá-la a vencê-los. Conheci seus sonhos para ajudá-la a realizá-los, conheci você para poder ser o melhor que eu podia ser. Hoje vejo que traz marcas do tempo, marcas da experiência, mas nem por isso deixei de fascinar-me, pois cada uma delas são marcas que também fazem parte de mim. Cada noite de sono que passou me cuidando enquanto doente ou aproveitando ao meu lado enquanto felizes. Cada lágrimas que largou de tristeza na perda de pessoas importantes para nós a lágrimas de alegrias que vivemos ao vencermos, cada momento ao meu lado acrescentou essas marcas, esses sinais, por isso, tenha calma deixe o tempo fazer a parte dele. Não vou desistir de você por essas pequenas marcas, não vou desistir de você por esses pequenos sinais, seu corpo pode sentir a ação do tempo, mas quando me apaixonei foi por algo que o tempo não foi capaz de marcar, por isso, coma àquele chocolate que adora, beba aquele vinho que amamos sem medo, pois de mim já tens o que tenho de mais valioso, meu coração.
Cor e Dor-
Não entendo onde errei
Para o mundo me humilhar,
Me sinto desprezado
Até por quem deveria me ajudar.
Então busco alguém que
Me explique qual é a graça,
Em destruir teu próprio irmão
Por conta de sua raça.
Pessoas atravessam a rua
Para não passar na minha frente,
E se eu Nascesse branco?
Seria diferente?
Talvez o problema seja o Ser Humano,
Um animal frio e desequilibrado,
Graças a esse imenso ódio
que lhe tem envenenado.
Pois foi por Preconceito,
Que Luther King morreu,
E o sangue que dele escorria
Tinha a mesma cor do seu.
Foi Charles G. Finney que contou esta história. Ele estava realizando um avivamento em Detroit. Uma noite quando ele ia a entrar na igreja, um homem veio ter com ele e lhe perguntou: ‘É o Doutor Finney?’
‘Sim’
‘Não sei se me poderá fazer um favor. Esta noite quando terminar, quer vir comigo a minha casa e falar-me da minha alma?’
‘Com todo o gosto. Aguarde-me’.
Finney foi para dentro, e alguns dos homens o detiveram: ‘Irmão Finney, o que queria aquele homem?’
‘Ele queria que eu fosse a casa com ele’
‘Não vá’
‘Tenho muita pena, mas eu lho prometi, e tenho de ir com ele’.
Quando a reunião acabou, Finney saiu pela porta. O homem estava aguardando, pegou no seu braço e disse: ‘Venha comigo’. Andaram três ou quatro quarteirões, viraram numa rua lateral, desceram uma viela, e na segunda casa o homem se deteve: ‘Fique aqui um minuto, Irmão Finney’. Ele pôs a mão no seu bolso, tirou uma chave, e abriu a porta, virou-se para o pregador e disse: ‘Entre’.
Finney entrou no aposento. Havia um tapete no chão, uma lareira, uma escrevaninha, uma cadeira giratória, dois sofás e nada mais.
Havia uma espécie de subtil parede divisória ao redor de todo o aposento excepto onde havia a lareira.
Finney voltou-se para trás. O homem estava fechando a porta, tinha posto a mão no seu bolso posterior e tinha tirado um revólver que segurava na sua mão. ‘Eu não pretendo fazer-lhe algum mal’, ele disse: ‘Eu só quero fazer-lhe algumas perguntas. Quis realmente dizer o que disse no seu sermão ontem à noite, isto é, que o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado?’
‘Sim, Deus diz isso’.
‘Irmão Finney, vê este revólver? Matou quatro pessoas. É meu. Duas delas foram mortas por mim, duas pelo barman numa rixa no meu saloon. Há esperança para um homem como eu?’
Finney respondeu: ‘O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado’.
‘Irmão Finney, uma outra pergunta. Por detrás desta parede há um saloon. É de minha propriedade tanto o saloon como tudo o que está lá dentro. Nós vendemos todo o tipo de licor a quem quer que entre. Muitas vezes tirei o último centavo do bolso de um homem, fazendo padecer de fome a sua mulher e os seus filhos. Muitas vezes mulheres trouxeram aqui os seus bebés e suplicaram que não vendesse mais nenhuma bebida alcoólica aos seus maridos, mas eu as expulsei e continuei com a venda do Whisky. Há esperança para um homem como eu?’
Finney disse: ‘Deus diz: ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Uma outra pergunta, Irmão Finney. Por detrás desta outra parede há uma casa de jogo de azar, e é desonesta como Satanás. Não há uma roda decente em todo o estabelecimento. É tudo viciado e desonesto. Um homem deixa o saloon com um resto de dinheiro no bolso, e nós aí lho tiramos. Houve homens que saíram desse lugar de jogo de azar para cometer suicídio quando o seu dinheiro, e talvez dinheiro lhes dado por empréstimo, tinha acabado todo. Há alguma esperança para um homem como eu?’
‘Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Mais uma outra pergunta e depois o deixarei ir. Quando sair desta viela, vire à direita na direção da rua, olhe para o outro lado da rua, e ali verá uma casa de pedras castanhas de dois andares – é a minha casa. É de minha propriedade. Lá estão a minha mulher e a minha filha de onze anos de nome Margaret. Há treze anos fui a New York para tratar de negócios. Encontrei uma bela rapariga. Menti-lhe. Disse-lhe que era um agente de bolsa, e ela casou comigo. A trouxe para aqui, e quando ela descobriu os meus negócios isto lhe partiu o coração. Eu tornei a sua vida um inferno sobre a terra. Eu voltei para casa bêbedo, bati-lhe, abusei dela, fechei-a fora de casa, tornei a sua vida mais miserável do que a de qualquer animal selvagem. Há cerca de um mês, eu fui numa noite para casa bêbedo. Minha mulher de alguma maneira me estorvou e eu comecei a bater-lhe. Minha filha se lançou entre nós. Esbofeteei aquela rapariga, a empurrei contra um aquecedor em brasa. O seu braço ficou queimado desde o ombro até ao pulso. Irmão Finney, há esperança para um homem como eu?’
Finney segurou os ombros daquele homem, o abanou e disse: ‘Ó filho, que triste história que tens para contar! Mas Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
O homem disse: ‘Obrigado. Muito obrigado. Ore por mim. Eu amanhã à noite irei à igreja’.
Finney foi para casa e tratar dos seus assuntos. Na manhã seguinte, cerca das sete, o homem do saloon saiu do seu escritório e começou a atravessar a rua. A sua gravata estava torta, a sua face estava coberta de pó, coberta de suor e manchada pelas lágrimas. Ele estava cambaleando como se estivesse bêbedo.
Mas voltemos àquele aposento. Ele tinha pegado na cadeira giratória e tinha partido o espelho, a lareira, a escrivaninha e as outras cadeiras. Ele tinha desfeito a parede divisória por todo o lado. Cada garrafa, cada barril, cada banco e cada espelho naquele saloon foi despedaçado e quebrado. No chão o serrim boiava até ao tornozelo numa terrível mistura de cerveja, gim, whisky e vinho. No estabelecimento de jogo de azar as mesas foram despedaçadas, os dados e as cartas de jogo estavam na lareira a arder.
Ele foi até ao outro lado da rua titubeando, subiu as escadas de sua casa, e sentou-se pesadamente na cadeira do seu quarto. Sua mulher chamou a pequena rapariga: ‘Maggie, corre ao andar de cima para dizer ao papá que o pequeno-almoço está pronto’. A rapariga subiu lentamente as escadas. Meia atemorizada, ela ficou em pé à porta e disse: ‘Papá, a mamã disse que o pequeno-almoço está pronto; disse para desceres’.
‘Maggie, tesouro, papá não quer nenhum pequeno-almoço’.
Aquela pequena rapariga não andou, ela voou pelas escadas abaixo: ‘Mamã, papá disse: ‘Maggie, tesouro’ e ele não …’
‘Maggie, tu não percebeste. Vai sobe de novo para dizer ao papá para vir para baixo’. Maggie subiu de novo ao andar de cima seguida por sua mãe. O homem levantou os olhos mal ouviu os passos da menina, abriu os seus joelhos e disse: ‘Maggie, vem cá’.
Timidamente aterrorizada, e tremendo, ela foi a ele. Ele a levantou, a pôs sobre os seus joelhos, encostou o seu rosto ao peito da pequena e chorou.
A mulher que estava em pé à porta, não sabia o que tinha sucedido. Após um pouco de tempo, ele a notou e disse: ‘Mulher, vem cá’. Ele a fez sentar sobre o outro seu joelho, lançou os seus grossos braços em torno daquelas duas almas que ele amava mas de quem tinha tão horrivelmente abusado, abaixou a sua cabeça entre elas e chorou soluçando até que o quarto quase tremeu pelo impacto da sua emoção.
Após alguns minutos, ele se controlou a si mesmo, olhou para a face da sua mulher e para a sua menina e disse: ‘Mulher, filha, vós não precisais mais ter medo de mim. Deus, hoje, vos trouxe para casa um homem novo, um novo papá’.
Na mesma noite aquele homem, sua mulher e a menina caminharam ao longo do corredor da igreja, deram o seu coração a Cristo e se uniram à igreja.
"Quando a pessoa tem interesse, ela procura meios... Mas quando a pessoa não tem interesse, ela procura desculpas"
Medo de amar - Lucky
Sabe quando você descobre que tá gostando de alguém e percebe que esse alguém pode não gostar de você, ou até mesmo pode gostar, mas você não sabe, pois tem medo. Medo de se entregar, de se soltar, de tentar sentir algo além de gostar, mas por que sentir então.
Amar pode ser tão bom, se não existir o medo de errar, de permitir, de viver, de curtir, de sentir, de se entregar e não esperar nada em troca, amor não pede nada em troca, isso que as pessoas não entendem, para amar, basta uma pessoa e não duas, amor é um sentimento egoísta, é gostar até de quem não merece, é um sentimento puro, que não mede qualidades nem defeitos.
Mas porque o medo de amar, de descobrir que gosta de alguém, o máximo que pode acontecer é não ser correspondido, já dizia o grande poeta Mario Quintana “como é bom morrer de amor e continuar vivendo”, sabendo que tudo pode melhorar, que o que você sente hoje pode ser diferente de amanhã, e ser cada vez melhor. Amar nunca é em vão, nunca causa dor e nunca nos faz mal.
Talvez não ser amado seja mil vezes pior, em todos os sentidos, saber que fizemos de tudo para alguém que não nos deu valor dói, saber que lutamos sozinhos, mas espera eu não acabei de dizer que amar é um sentimento único, egoísta, se fizemos e não recebemos, a culpa é nossa? Acho que não, com certeza é da pessoa que tinha medo de amar, e não nos amou, ou fingiu amar.
Por isso que eu aprendi a tempo, amar é bom, viver intensamente também, saber que alguém gosta da gente melhor ainda, mas podemos, antes de mais nada, amar a nós mesmos, amor-próprio faz tão bem, ensina a se valorizar, então aprendemos que podemos amar sempre, sem esperar que sejamos amados, o importante é saber que tentamos, que vivemos, que estávamos realmente amando, sem medos, pois o medo não nos leva a nada, e quem quase ama nunca amou.
Não sou tua irmã, mas pareço. Somos amigas desde pequenas, daquelas vezes que brigamos foi de besteira. Sou boba, mas quando estou perto de ti me sinto mais segura porque sei que tu vai ser minha amiga para sempre. Te amo, amiga.
Sempre vou ser contra todos aqueles que maltratam, exploram, humilham e expõe os animais ao ridículo. Se todos fossem iguais a mim, tenho certeza que os animais não estariam nessa situação.
"Ainda quero muito tentar entender
Porque se sofre tanto
Por ter medo de sofrer
Pena que pra aprender
É preciso sentir dor
Essa que vou evitando
Que às vezes vem junto com o amor"
Não se enganem. Se algum de vocês pensa que é sábio segundo os padrões desta era, deve tornar-se 'louco' para que se torne sábio.
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