Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

É a sintonia do seu ser, junto da minha pele.
Somos sintonia, este amor não tem fim.

Confiança é algo que se conquista diariamente e que se perde em dois segundos.

As dificuldades que vocês encontraram se resolverão conforme vocês avançarem. Prossigam, e a luz aparecerá, e brilhará com clareza crescente em seus caminhos.

Daqui um segundo ... nada mais será a mesma coisa.

eu não gosto de gostar das pessoas por vários motivos, um deles é que, cedo ou tarde ela vai embora, É INEVITÁVEL, de alguma forma ela tem que partir, vai partir, e quando a gente se apega demais, aquela dor da saudade que ainda não chegou é insuportável, mais ainda sim, INEVITÁVEL!

eu odeio despedidas, sabe.

Não esfrie seu coração, tudo o que você precisa é de um sorriso sincero, hoje é outro dia, aprendi isso ontem!

⁠Quando você deixa ir embora uma pessoa que te ama, os sentimentos bons que às tinham vai embora tudo perde a cor e no lugar do sorriso fica a tristeza e só sobra o vazio.

Jamais se declare fiel a homem ou à mulher, pois isto seria mentira. Somente se pode ser fiel a princípios

O tempo se congela...
No encanto de seu sorriso...

"Amiga é aquela pessoa que conhece todos os nossos defeitos e gosta da gente assim mesmo".

Algumas preciosidades morrem baixinho, em degradê. Como morrem as tardes. Como morrem as flores. Como morrem as ondas. Quando a gente percebe, já é noite e o céu, se está disposto a falar, diz estrelas. Quando a gente percebe, as pétalas já descansam o seu sorriso no colo do chão. Quando a gente percebe, o canto da onda já enterneceu a areia. Muitas dádivas que nos encontram, que nos encantam, têm seu tempo de viço, sua hora de recado, e seu momento de transformação em outro jeito de lindeza.

A noite também é bela do jeito dela. As pétalas caídas viram húmus para fertilizar o solo que dirá a vez de outras flores sorrirem. A areia molhada conta a canção da onda e da sua acolhida terna para a nossa vida descalça. Lutar contra a impermanência da cara das coisas é feito tentar prender o azul macio das tardes, segurar o viço risonho das flores, amordaçar as ondas. É inútil.

Costumamos esquecer que não podemos impedir a mudança: tudo dança a coreografia sábia e implacável da impermanência. Mas a música daquilo que verdadeiramente nos toca com amor, não importa o quanto tudo mude - e tudo muda -, não deixa nunca mais de tocar e viver, de algum jeito, no nosso coração.

Quantas coisas dizemos no calor da emoção...
Fora de hora, que sai, machuca. Que entra e machuca.
Sempre nos sentimos injustiçados, apontando o erro no outro, sem perceber os nosso.
E são dores...
Silêncio e fúria...
As palavras já saíram as garrafas já foram quebradas, não há como remediar, uma palvra solta, e seus males.
Enfim, agora é só esperar que o tempo cole os cacos.

Quando se escolhe comer muito, se escolhe ser gordo

A vida ensina
E o tempo traz o tom.

Te amar foi sempre a parte mais fácil, difícil é aprender a viver sem você. Te amo mais que tudo, se eu pudesse seria parte de você. Seria seu coração e, quem sabe assim, você machucaria menos o meu.

Se algum dia eu morrer, não precisa essa hipocrisia de por mensagem no MSN nem Orkut. Definitivamente eu não vou precisar disso.

A égua branca mimosa, da Revolução dos Bichos, foi a primeira anti-feminista. Queriam lhe impingir a revolução, mas ela só queria — naturalmente vaidosa — pôr um laço de fita na crina.

Pois, quando um homem busca uma aventura passageira, escolhe geralmente uma moça que não seja bonita demais.

Eu posso me apaixonar facilmente"

PARTIDAS E CHEGADAS




Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade
que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.

O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz:
já se foi, haverá outras vozes,
mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".

Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi".

Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.

Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.

E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:
já se foi, no mais além, outro alguém dirá feliz: "já está chegando".

Chegou ao destino levando consigo
as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.

Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.

A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.

Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajantes da imortalidade que somos todos nós.