Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.

"O ontem acabou. Não tenho mágoa de nada e nem saudade de nada. Vivo o hoje. Tenho alegria de viver, adoro a vida."

Quero entender você da sua maneira, quero te compreender para que eu não me esqueça, que você é do seu jeito para que eu cresça,te amo.

Vontade de morrer conta como força de vontade?

⁠“Quando cai a neve e os ventos brancos sopram, o lobo solitário morre, mas a alcateia sobrevive”. — Sansa Stark

O capitalismo é a consolidação do desejo como motor da história.

Texturas e Atmosfera: Sentir a Imagem


A fotografia não captura apenas formas e cores; ela permite sentir o ambiente, perceber a textura dos elementos e experimentar a atmosfera de um instante. Cada superfície, cada detalhe do cenário contribui para a narrativa visual, conferindo profundidade e realismo à imagem.


Tecnicamente, a atenção à iluminação, ao foco e ao contraste é essencial para revelar detalhes e texturas. A escolha de ângulos e distâncias também influencia a percepção tátil e emocional do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o que transmite a sensação de presença e autenticidade no momento capturado.


Texturas e atmosfera tornam a fotografia viva. Elas permitem que quem observa toque a superfície, sinta o peso, a suavidade ou a aspereza de uma cena, e mergulhe na emoção que ela carrega. Cada detalhe se transforma em ponto de conexão entre a imagem e a experiência humana.


A sensibilidade do fotógrafo transforma simples cenas em experiências sensoriais completas, conectando técnica, emoção e espontaneidade.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente


Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.


Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.


A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Fotografia e Conexão Humana


A fotografia tem o poder de capturar mais do que imagens: ela registra vínculos, emoções e relações. A conexão entre as pessoas, ou entre o sujeito e o ambiente, é o que transforma uma cena em narrativa viva.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa estar atento ao momento em que a interação acontece naturalmente. É preciso observar gestos, olhares, posturas e movimentos que revelam afeto, confiança ou cumplicidade. Mas mais do que técnica, a sensibilidade do fotógrafo é o que permite perceber a essência da conexão.


Fotografar relações humanas é capturar a autenticidade de sentimentos, transformando instantes cotidianos em imagens que tocam e inspiram quem observa. Cada clique se torna uma ponte entre quem é fotografado e quem vê a imagem, transmitindo emoção e memória de forma genuína.


A conexão humana torna a fotografia mais viva, carregada de alma e de história, mostrando que cada imagem é reflexo da vida e da espontaneidade que acontece em cada instante.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Te dou o direito de ser, de agir e de pensar, te dou o direito de se afastar, e até de me julgar, Embora eu não concorde com suas atitudes preciso respeitar o seu direito em cometê-las.

Orações Escritas


O Peso de Compreender – Entre a Razão e a Entrega


Ah, Senhor, sempre fui essa menina que busca ter entendimento.
Que tenta fazer uso da compreensão, que se esforça para se colocar no lugar de todos, mesmo quando falham comigo e me machucam.
Recolho-me em minha dor. Claro, sou humana, tenho o desejo de esbravejar, mas me calo e vou analisar, porque me pergunto: por que isso? Então saio de mim e me coloco no lugar do outro, tentando entender seus motivos e razões.
Assim, de uma perspectiva diferente, faço aquilo que o outro não se deu o trabalho de fazer, tentando justificar o outro para mim mesma.


Mas o que me justifica? Quem se coloca no meu lugar? Às vezes, quase sempre, me pergunto se estou fazendo o certo, o justo.
Mas como equilibrar, se muitas vezes falamos e agimos de maneira contraditória, querendo acertar? Se não falhamos com o outro, falhamos conosco.


Eu não tive tempo para errar, Deus, para aprender com os erros; constantemente cobrada, observada e manipulada a ser como sou.
Porque o direcionamento, na maioria das vezes, é isso: você segue caminhos, escolhas e toma decisões que nem sempre foram sua vontade.
Alguém plantou uma semente de medo, um desejo e até limites.


E no fim, me pergunto: quem me justifica, quem me acolhe, quem me vê? Que sejas o Senhor a me justificar. Que me enxergues como sou e tudo que há em mim. Essa é a minha prece.

Quando a Energia Vai Embora


O fim de tudo começa quando a energia se vai.
Sem ela, não há vitalidade, não há impulso, não há motivação para nada.
Tudo perde o sentido.
Tudo perde a graça.
A comida não tem mais sabor, o que antes era prazer vira obrigação.
E, de repente, tudo se confunde com preguiça aos olhos de quem vê de fora.


Nada parece bom o suficiente para valer o esforço.
Tomar banho vira uma batalha silenciosa.
Escolher uma roupa, passar um hidratante, parecem tarefas gigantes.
Abrir a geladeira e sentir que nada combina com nada.
Olhar para as panelas e perceber que você já nem sabe o que fazer com elas.


A cama se torna refúgio e prisão.
Levantar é difícil.
E quando consegue, encara o espelho e não se reconhece.
Olha ao redor e tudo parece um reflexo distorcido da sua própria realidade.
O acúmulo grita: coisas empilhadas, objetos esquecidos, poeira que reflete o que está dentro de você.


E então percebe:
Você acumula mais do que coisas.
Acumula o que não te faz bem.
Acumula a bagunça que não é só física, mas emocional.


E o pior é não ter energia para remover nada disso, nem do ambiente, nem da alma.


É como assistir sua vida de fora, trancada dentro de um corpo que não acompanha o mundo.
Querendo mudar tudo, mas sem força sequer para começar.

Cinza


Há fases que chegam como um sopro frio.
Momentos que parecem longos demais, silenciosos demais.
A vida continua, mas tudo ao redor parece coberto por uma mesma cor: cinza.


Não é um tempo de sorrisos fáceis nem de calor no peito.
É o tempo das pausas, das esperas, das perguntas que não têm resposta.
O tempo em que a alma aprende a caminhar devagar.


E, mesmo assim, existe beleza aqui.
Ela não grita, não se exibe, é discreta, quase tímida.
Só é vista por quem olha com mais do que os olhos.


Porque até nos dias sem brilho,
há algo que se move, que resiste, que permanece vivo.
E é isso que, um dia, prepara o coração
para reconhecer o sol quando ele voltar.

Ainda Floresce
Mesmo no solo rachado, a semente guarda sua primavera.


Amanhã Chegará
E com ele, o sol que hoje se esconde atrás das nuvens.


Enquanto Houver Céu
Haverá asas para quem acredita no voo.


O Peso que se Torna Asa
É na travessia que a dor se transforma em impulso.


O Dia em que Choveram Estrelas
Foi quando a noite decidiu devolver luz ao mundo.


E Se For Amor
Que seja daquelas forças que reconstroem ruínas.

RETICÊNCIA


Ainda acredito no amor,
um amor que chega sorrateiro,
invadindo espaços que nem sabia serem meus;


  instala-se sem pedir licença,
  bagunça o que parecia tão certo,
  derruba certezas;


às vezes vem para acalmar,
ou para inquietar,
para fazer sentir o que estava adormecido;


  adianta se fechar?
  quando ele quer, ele entra
  e transforma tudo em morada;


como seria a vida sem ele?
sem o colo que acolhe,
sem o olhar que diz mais que palavras;


  quem, pela vida, não quer provar
  o gosto de gostar,
  com calma, desejo e permanência?


ficar no silêncio dos braços,
na pausa de um suspiro,
no instante em que dois corações se escolhem;


  amar também é isso:
  continuar e confiar,
  mesmo quando parece fim,
  como quem abre janelas.

Eles vão tentar te dizer não, quebrar todos os seus sonhos. Mas você tem que se levantar e pensar em coisas melhores.

“Palavras doem, não leve insultos na brincadeira. Por mais bobos que pareçam eles acabam machucando, tirando o pouco de alegria que alguém possuí.”

SEMEAR.
Não sou perfeito, mas estarei sempre a semear carinho, amor, amizade, gratidão, fé em Deus, etc. Não me esperem para a colheita, porque lanço a semente para que alguém possa usufruir e disseminar esse plantio. Mesmo porque, não tenho tempo para voltar.
Preciso continuar a minha semeadura, para cumprir o projeto de vida que me foi elaborado por Deus e, com isso, deixar algum legado.

Mais fundamentalmente, casamento é o agir de Deus. Mais derradeiramente, casamento é a vitrine de Deus.

John Piper

Nota: Trecho do sermão "Continuar casado não depende de continuar apaixonado, parte 1" publicado no site Desiringgod.org, a 28/01/2007

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Poema à Mãe

No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;

ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;

ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...

Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., Os Amantes sem Dinheiro, 1950