Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Não há prazer em possuir algo sem companhia.

A tecnologia moderna é capaz de realizar a produção sem emprego. O diabo é que a economia moderna não consegue inventar o consumo sem salário.

A maneira mais segura de se ser enganado é julgar-se mais esperto do que os outros.

O silêncio é como o vento: atiça os grandes mal-entendidos e só extingue os pequenos.

Toda a arte começa na insatisfação física (ou na tortura) da solidão e da parcialidade.

O futuro é como o papel em branco em que podemos escrever e desenhar o que queremos.

O sentimento da vingança é tão agradável, que muitas vezes o homem deseja ser ofendido para se poder vingar, e não falo apenas de um inimigo habitual, mas de uma pessoa indiferente, ou até mesmo, sobretudo em alguns momentos de humor negro, de um amigo.

A ciência conhece um único comando: contribuir com a ciência.

A riqueza não consiste na possessão de tesouros, mas no uso deles.

Não, a vida não é uma festa permanente e imóvel, é uma evolução constante e rude.

A diplomacia sem as armas é como a música sem os instrumentos.

O apetite de saber nasce da dúvida. Deixa de acreditar e instrui-te!

Deus não pertence a nenhum povo.

Decidir comprometer-se com resultados de longo prazo ao invés de reparos a curto prazo é tão importante quanto qualquer decisão que você fará em toda a sua vida.

Dinheiro é mansão no bairro errado, que começa a desmoronar após dez anos. Poder é o velho edifício de pedra, que se mantém de pé por séculos. Não respeito quem não sabe distinguir os dois.
(Série House of Cards)

Para melhorar a qualidade de vida, melhore a qualidade de seus pensamentos.

É no espírito que está toda a verdadeira grandeza.

Ironia da vida: a mulher dá-se como prêmio ao fraco e apoio ao forte, e nunca ninguém tem o que precisa.

Os jovens estão mais aptos a inventar que a julgar; mais aptos a executar que a aconselhar; mais aptos a tomar a iniciativa que a gerir.

Francis Bacon
BACON, F., Essays, 1625

Mais um ano. Mais um palmo a separar-me dos outros, já que a vida não passa de um progressivo distanciamento de tudo e de todos, que a morte remata.

Miguel Torga
TORGA, M., Diário XII