Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

- Que tal tomarmos um café, darmos uma volta no parque, ou irmos ao cinema...pelo resto de nossas vidas?

As pessoas se olham e não se falam, se esbarram na rua e se maltratam, usam a desculpa de que nem Cristo agradou, falô, você vai querer mesmo se comparar com o Senhor?

Um grande amor nunca é apagado do coração, apenas esquecido pelas suas memórias.

Evitar pecados na frente dos outros é insensatez, pois Deus é o público dos nossos pensamentos.

- Só me diga agora se você ainda pode me amar ou não, depois de tudo o que a fiz passar. Pode? - sussurrou ele.
- Que tipo de pergunta idiota é essa?

Stephenie Meyer
Lua Nova p. 406

Se aparência explicasse a essência, o sabor seria desnecessário

Acho que tenho tudo que quero. Quando quero cerveja, bebo cerveja. Quando quero vodka, bebo vodka. Quando quero você, bebo vodka.

Sem sobras de duvidas o amor fere quem ama de verdade, o que usa de falsidade acaba se dando muito bem e os que vivem na simples de seu coração fica sempre na solidão

O maior mal que pode acontecer a um homem é que ele pense mal sobre si mesmo.

Uma pessoa nao é aquilo que se diz ser durante a ultima conversa. Ela é aquilo que foi durante toda a relação.

Há uma luz nos olhos das mulheres que fala mais alto que as palavras.

⁠As pessoas precisam de um vilão para acreditar, então estou feliz por cumprir o papel.

"a ignorância gera o caos, a sabedoria não...."

Não sei explicar. Quando gosto imenso de uma pessoa, nunca digo a ninguém o seu nome. Seria como que entregar uma parte dela. Habituei-me a manter o segredo.
Parece ser a única coisa que nos pode tornar a vida moderna misteriosa, ou maravilhosa. A coisa mais banal adquire encanto simplesmente quando não revelada. Quando me ausento da cidade, nunca digo aos da casa para onde vou. Perdia todo o prazer, se o fizesse. É um hábito tolo, confesso, mas, de certo modo, traz algum romantismo à nosa vida.
(O Retrato de Dorian Gray)

Agora, eu penso assim: isso vale uma marquinha de expressão? Isso vale uma noite de insônia? Isso vale a minha paz? Não, então tchau.

A VIDA É SONHO

É certo; então reprimamos
esta fera condição,
esta fúria, esta ambição,
pois pode ser que sonhemos;
e o faremos, pois estamos
em mundo tão singular
que o viver é só sonhar
e a vida ao fim nos imponha
que o homem que vive, sonha
o que é, até despertar.
Sonha o rei que é rei, e segue
com esse engano mandando,
resolvendo e governando.
E os aplausos que recebe,
Vazios, no vento escreve;
e em cinzas a sua sorte
a morte talha de um corte.
E há quem queira reinar
vendo que há de despertar
no negro sonho da morte?
Sonha o rico sua riqueza
que trabalhos lhe oferece;
sonha o pobre que padece
sua miséria e pobreza;
sonha o que o triunfo preza,
sonha o que luta e pretende,
sonha o que agrava e ofende
e no mundo, em conclusão,
todos sonham o que são,
no entanto ninguém entende.
Eu sonho que estou aqui
de correntes carregado
e sonhei que em outro estado
mais lisonjeiro me vi.
Que é a vida? Um frenesi.
Que é a vida? Uma ilusão,
uma sombra, uma ficção;
o maior bem é tristonho,
porque toda a vida é sonho
e os sonhos, sonhos são.

O verdadeiro hipócrita não é o que dissimula, mas o que tenta persuadir os outros daquilo em que ele não acredita.

Perdoe a todos com caridade cristã.

Você tem um confronto de duas pessoas, totalmente diferentes, uma desmembrada, e que se tornou menos que humano, porque, para mim, humano inclui a capacidade de amar, e ele deliberadamente se desumanizou.
E essa outra pessoa cheia de falhas, vulnerável, e ainda assim continua lutando, ainda assim amando, ainda se atrevendo a amar, se atrevendo a ter esperanças.

Descobri outro dia que a gente só se mata por causa dos outros, para fazer efeito, dar reação, compreende? Se não houvesse ninguém em volta para sentir piedade, remorso e etc. e tal, a gente não se matava nunca. Então descobri um jeito ótimo, me matar e continuar vivendo. Largo meus sapatos e minha roupa na beira do rio, mando cartas e desapareço.

Lygia Fagundes Telles
Verão no aquário. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.