Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Amar...Desamar...Amar...Como podemos gostar tando de alguém e sofrer tanto...Como podemos amar tanto uma pessoa, mesmo sabendo que nunca daria certo...Mas o sentimento chega sem pedir licença e quando percebemos, já está aí, dentro da gente.
Vai falar com o coração: não vai dar certo, somos diferentes, esqueça esse aí, vamos procurar outro menos complicado, que pense como a gente. Não adianta, ele não escuta! Nem está aí pro que a gente pensa. Só quer saber de amar e amar...Aí que gente sofre e sofre...Porque só amor, isso mesmo, somente amor, não é garantia que um relacionamento vá dar certo.Outras coisas estão em jogo, e fazem a diferença. E mesmo sabendo que não é essa a pessoa com quem sonhamos, não deixamos de amá-la...E é aí que a gente sofre...Tantos conflitos, desentendimentos, e passamos por cima de quase tudo pra não sofrer com a separação...E é aí que a gente sofre...Até o dia em que chega o limite, e o orgulho e a razão, que estavam lá no fundo, escondidinhos, se revelam. E é a hora do fim... A dor é tamanha, que é quase palpável, física. O chão se abre, e a gente se perde por esse poço vazio. E é aí que a gente sofre...

...acreditar em um sentimento não é apenas dize-lo,
e sim demonstra-lo, pois o homem que apenas diz pode mentir,
mas o que demonstra não precisava nem dize-lo...

"Quando uma lágrima cair de seus olhos, não se assuste pois será minha saudade te beijado em silêncio..."

ESOPO E A LÍNGUA


Esopo era um escravo de rara inteligência que servia à casa de um
conhecido chefe militar da antiga Grécia.

Certo dia, em que seu patrão conversava com outro companheiro sobre os
males e as virtudes do mundo, Esopo foi chamado a dar sua opinião
sobre o assunto, ao que respondeu seguramente:

Tenho a mais absoluta certeza de que a maior virtude
da Terra está à venda no mercado.

Como? Perguntou o amo surpreso. Tens certeza do que está falando?
Como podes afirmar tal coisa?

Não só afirmo, como, se meu amo permitir, irei até lá
e trarei a maior virtude da Terra.

Com a devida autorização do amo, saiu Esopo e, dali a alguns minutos
voltou carregando um pequeno embrulho.

Ao abrir o pacote, o velho chefe encontrou vários pedaços de língua,
e, enfurecido, deu ao escravo uma chance para explicar-se.

-- Meu amo, não vos enganei, retrucou Esopo. -- A língua é, realmente,
a maior das virtudes. Com ela podemos consolar, ensinar, esclarecer,
aliviar e conduzir. Pela língua os ensinos dos filósofos são
divulgados, os conceitos religiosos são espalhados, as obras dos
poetas se tornam conhecidas de todos.
Acaso podeis negar essas verdades, meu amo?

-- Boa, meu caro, retrucou o amigo do amo. Já que és desembaraçado,
que tal trazer-me agora o pior vício do mundo.

-- É perfeitamente possível, senhor, e com nova autorização
de meu amo, irei novamente ao mercado e de lá trarei
o pior vício de toda terra.

Concedida a permissão, Esopo saiu novamente e dali a minutos
voltava com outro pacote semelhante ao primeiro.

Ao abri-lo, os amigos encontraram novamente pedaços de língua.
Desapontados, interrogaram o escravo e obtiveram dele
surpreendente resposta:

Por que vos admirais de minha escolha? Do mesmo modo que a língua,
bem utilizada, se converte numa sublime virtude, quando relegada a
planos inferiores se transforma no pior dos vícios.
Através dela tecem -se as intrigas e as violências verbais.

Através dela, as verdades mais santas, por ela mesma ensinadas,
podem ser corrompidas e apresentadas como anedotas vulgares e sem sentido. Através da língua, estabelecem-se as discussões
infrutíferas, os desentendimentos prolongados e as confusões
populares que levam ao desequilíbrio social. Acaso podeis
refutar o que digo? -- Indagou Esopo.

Impressionados com a inteligência invulgar do serviçal, ambos os
senhores calaram-se, comovidos, e o velho chefe, no mesmo instante,
reconhecendo o disparate que era ter um homem tão sábio como escravo,
deu-lhe a liberdade.

Esopo aceitou a libertação e tornou-se, mais tarde, um contador de
fábulas muito conhecido da antigüidade e cujas histórias até hoje se
espalham por todo mundo.

Imparcialidade é um nome pomposo para indiferença, que é um nome elegante para ignorância.

O que é meu, é meu! Está aqui, Deus que deu
Batalho pra expandir e nós vazar do breu
Os olhos gordos eu sei que do caminho não sai
Se a fome não me matou, não é a inveja que vai.

Você sabe meu nome, não minha história. Você sabe a cor dos meu olhos, mas não o que eles já viram. Então não me julgue.

Mais uma vez o tempo me assusta.
Passa afobado pelo meu dia, atropela minha hora, despreza minha agenda.
Corre prepotente, para disputar lugar com o vento.
O tempo envelhece, não se emenda.
Deveria haver algum decreto que obrigasse o tempo a desacelerar e a respeitar meu projeto.
Só assim, eu daria conta dos livros que vão se empilhando,das melodias que estão me aguardando;
Das saudades que venho sentindo,
Das verdades que ando mentindo,
Das promessas que venho esquecendo,
Dos impulsos que sigo contendo,
Dos prazeres que chegam partindo,
Dos receios que partem voltando.
Agora, que redijo a página final,
Percebo o tanto de caminho percorrido
Ao impulso da hora que vai me acelerando.
Apesar do tempo, e sua pressa desleal,
Agradeço a Deus por ter vivido, amanhecer e continuar teimando ...

ANIVERSÁRIO

Deveria ser hoje um dia de felicidade, de alegria, mas não o é.
Sinto-me feliz por estar vivo, sinto alegria pelo mesmo motivo, e agradeço a Deus por isso ser motivo.
Aniversário significa que mais um ano se passou, se somos crianças queremos muitos porque nos dão prendas e nos fazem festas.
Se somos adolescentes queremos mais para nos sentirmos adultos.
Se somos adultos estamos na maior porque finalmente nos sentimos homens ou mulheres.
Os anos passam e aí começamos a pensar na velhice.
Não me considero velho, até porque para mim isso não existe, existem sim pessoas que viveram muitos anos, o que provoca desgaste.
Mas neste dia em que mais um ano passou sobre mim, apesar de não estar feliz, nem alegre, me dou por feliz e alegre por aquilo que já vivi, pelas pessoas que já conheci, pelos amigos que tenho.
Cada minuto, cada hora soma para mais um aniversário e por vezes nos esquecemos disso.

Talvez eu já nem lembre mais das coisas como eram, mas talvez agora eu saiba bem o que é bom pra mim.

Eu não queria magoar ninguém, só queria sair de fininho pela porta dos fundos.

O Corinthians não é um time que tem uma torcida,
O Corinthians é uma torcida que tem um time!

Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior!

Ela é a garota única. Sonha sem tirar os pés do chão. Exagerada na medida certa. Perfeccionista, sem acreditar na perfeição. Ela machuca. Ela ilude. Ela não acredita no amor.
Como uma criança ela quer alcançar as estrelas e levar a lua de brinde, quer reinar no sol e rolar nas nuvens . Ela pode ter a mente pura ¿', mas não é nenhuma ingênua. Ela tem coisas que dinheiro nenhum compra. Ela viveu coisas que você nem imagina. Ela teve experiências que você nunca poderá ter. Ela é várias canções. Ela nunca é a mesma. Ela sempre ouvirá e quase sempre vai esquecer. Ela lembra fatos e não rostos. Ela é como um pássaro que não vive sem sua liberdade. Ela nunca vai dizer que te ama ao menos que você mereça. Ela é um livro aberto que esqueceram de ler. Não pode ser comprada, simplesmente conquistada...
Você nunca saberá de seus passos se procurar entende-la. Certas coisas na vida não tem explicação...

Bastam uns dias sem te ver pra eu já não saber o que fazer com os próximos.

Uma mentira,
Faz todas as verdades ficarem duvidosas.

Sentiram que jamais na vida haviam sido realmente felizes, bons ou sábios, nem mesmo vivos e despertos, até aquele momento. A lembrança desse instante permaneceu com eles para sempre; enquanto viveram, se alguma vez se sentiam tristes, amedrontados ou irados, a lembrança daquela bondade dourada retornava, dando-lhes a certeza de que tudo estava bem. E sabiam que podiam encontrá-la ali perto, numa esquina ou atrás de uma porta.

(As Crônicas de Nárnia)

Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.

Fernando Pessoa
“O pastor amoroso”. In Poemas de Alberto Caeiro. Lisboa: Ática, 1946.

Já tive medo também. Medo do encontro comigo, receio do encontro com o outro. Um pavor de perder o que conquistei - e o que deixei a vida me ensinar. Um medo, forte, de não me reconhecer, de pedaços meus fugirem (para nunca mais voltarem). Bate uma aflição: e o meu espaço, e eu, e nós, e o que eu queria para a minha vida?

- Estou me sentindo estranho hoje...
- Por que?
- Sei lá, hoje acordei com vontade de tudo que, com muito esforço, eu deixei de gostar...
- Cigarros? (risos)
- Também!
- Do que mais?
- Você.