Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Saber interpor-se constantemente entre si próprio e as coisas é o mais alto grau de sabedoria e prudência.

É só dos sentidos que procede toda a autenticidade, toda a boa consciência, toda a evidência da verdade.

A principal necessidade de nossas vidas é alguém que nos obrigue a fazer o que podemos fazer. Eis a tarefa do amigo.

Quando não se tem aquilo que se gosta é necessário gostar-se daquilo que se tem.

Que é o Natal? É a ternura do passado, o valor do presente e a esperança do futuro. É o desejo mais sincero de que cada xícara se encha com bênçãos ricas e eternas e de que cada caminho nos leve à paz.

O mais alto de nós não é mais que um conhecedor mais próximo do oco e do incerto de tudo.

Não há graus de vaidade, apenas graus de habilidade em disfarçá-la.

A maioria dos homens vive uma existência de tranquilo desespero.

Eu sou contra a violência porque parece fazer bem, mas o bem só é temporário; o mal que faz é que é permanente.

Em todas as coisas da natureza existe algo de maravilhoso.

A amizade pode existir entre as pessoas mais desiguais. Ela as torna iguais.

Influência boa não existe.

As mais belas qualidades tornam-se inúteis, quando a força do caráter não as sustenta.

O casamento é uma tragédia em dois atos: civil e religioso.

Diz-se da melhor companhia: a sua conversa é instrutiva, o seu silêncio, formativo.

A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!

Florence Nightingale
NIGHTINGALE, F., Una and the Lion‎, Riverside Press, 1871

A vaidade dos outros só vai contra o nosso gosto quando vai contra a nossa vaidade.

Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.

Perante nós mesmo todos fingimos ser mais ingênuos do que somos: é deste modo que descansamos dos nossos semelhantes.

O sábio sabe que ignora.

Victor Hugo
Monte de Pedras