Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Eu amo sorriso que multiplica sorriso e afaga o coração.

Quando o tempo é uma variável de uma resolução de algo negativo, quanto maior o tempo mais negativo será o resultado.

Às vezes me perguntam o que é o amor? Como se sabe se esta amando?
Só sei responder assim: O amor nós não escolhemos, ele simplesmente acontece. Sem você perceber vai tomando você todo e quando você vê, ele já esta lá e você muda seus hábitos porque ele te faz bem. Você deixa de ficar com outras pessoas pra fazer com que o seu seja mais lindo e bonito e que dure mais. Muda sua rotina e suas tarefas para que ele persista em você, e te faça bem o quanto mais. O amor é algo inexplicável, e apenas resumido em algumas simples palavras por alguém que já sentiu ou sente ele.

Seu olhar me desperta os mais profundos desejos;
Os mais loucos pensamentos;
As mais inspiradas poesias.

Agora a cobra vai fumar

Não dê a sua razão a ninguém criticando os defeitos dos outros e perdoe sempre os teus inimigos, até porque, perdoar os amigos é fácil, até as pessoas más fazem isso, além do mais, os nossos inimigos odeiam quando os perdoamos.

Os pais educam, a escola educa, a igreja educa, mas a última palavra para uma vida digna é dada pela própria pessoa, é ela que escolhe qual o caminho deseja seguir.

Todo o amor que ela possuia, vendido, deixada com um corte na garganta

Os minutos são horas, as horas são dias ...

É incrível como os coveiros estão mais rigorosos. Pedi para que um deles enterrasse a minha sogra e ele se recusou. Alegando ser surreal o meu pedido de querer enterra-la viva. Vai entender...

A mente da gente mente o mundo que a gente sente.

Eu preciso ser forte o tempo todo porque aos poucos minhas fraquezas, com clareza, têm se mostrado.
Não queria ter te perdido, ter deixado você se perder.
Talvez seja amor demais pra algo que sequer existiu,
você já foi de tantos, não é?
Eu devo ser só mais um, mas não é o que dentro de mim está se manifestando.
Só consigo pensar em você. No que fazíamos juntos, no nosso mundo inventado.
Queria tanto sua guarda baixa e assim poder falar tudo que escondo aqui,
você tá me tomando pra si e nem percebe. Nos deixamos pelo vazio dos outros
nós tinhamos tudo tão fácil, agradável e apaixonado...
deixamos pra trás por pensarmos e julgarmos demais.

O que vivemos agora, sabemos que não é suficiente.
Trocamos confidências, carinhos, intimidades, e agora tudo pode ser de outra pessoa, completos desconhecidos.
porque somos orgulhosos, porque somos medrosos.
Queria que minhas palavras fossem fortes para você voltar a me enxergar
deixar sua alma sentir a minha
fazer vc se sentir bem com minha atenção
te deixar segura num abraço bem apertado.
Queria ter coragem de mandar isso para você.

Só queria que você pudesse saber tudo isso,
o quanto se fez importante na vida de alguém.

A melhor arma numa negociação é o álibi

Quando o rosto fica corado é porque o coração está desarmado.

Espontaneidade é a vida sem o teatro.

Não deixe que o passado interfira no seu presente por que ele pode estraga o seu futuro.

MAIS UMA DO PREFEITO
- Esta cidade jamais será a mesma! – fez uma pausa para um caquiado ( O dele era levar a mão à orelha e aperta-la nervosamente num movimento automático),e continuou – consegui fazendo das fraquezas forças, junto ao Deputado Bebeto, a solução para por fim ao desemprego e a falta de dinheiro da nossa cidade.
Qualquer palavra que era dirigida ao povo, o nome do deputado Bebeto sempre aparecia.
Dona Bernadete, ajeitou-se melhor na cadeira, apurou os ouvidos enquanto procurava lentamente encaixar os pés dentro da sandália, e resmungou:
- Ô prefeitinho doido! O que será dessa vez?
Era sempre assim. Toda ideia nova, ele convocava o povo à praça . Defeitos ele os tinha, porém, ninguém de sã consciência negaria a sua vontade incansável em trazer melhorias financeiras para seu município ( O FPM ainda não havia chegado por lá). Dona Bernadete o conhecia desde garotinho. Por vezes era meio atrapalhado, mas, existe bom sem defeito? E já que o povo havia votado nele,que fosse. Melhor do que um de fora!
A casa de Dona Bernadete estava fincada bem no meio da ladeira da praia. A calçada era alta e de degraus, servindo de posto de observação para seus olhinhos curiosos. De lá, dava uma vista direta para a praça. Quisesse encontra-la, passasse por lá depois de quatro da tarde. Hora não tinha para se recolher à cama, e até mesmo o café com bejú era saboreado lá mesmo.
- Senhores, na próxima semana as máquinas estarão chegando! E a própria técnica irá treinar e ensinar a usá-la.
Naquele momento ele estava orgulhosamente expondo sobre a fábrica de fazer sorvetes e picolés em grande quantidade. Se a cidade era praieira, e tinha vocação para turismo, por que não aproveitar a oportunidade?
- A manhã logo cedo começam as inscrições, vocês podem ir na prefeitura levando o título e uma foto 3X4.
Como era de se esperar, o povo aplaudiu estrondosamente o prefeito de ideias tão brilhantes. A temporada de praia começaria em um mês,e, esse seria o tempo de treinar,se uniformizar e correr à praia vendendo picolés e sorvetes!
E o tão esperado dia da redenção financeira e consequentemente,de abertura do verão, chegou. O palco à beira do rio, pomposo, imponente, denotava a expectativa para o evento. Fogos de artifícios e uma banda, trazida especialmente, já iniciava a programação musical. Dois ônibus e número satisfatório de carros particulares repletos de crianças com suas algazarras, desfilavam ladeira abaixo rumo à praia.Dos dois mil moradores, mais de quatrocentos haviam dito sim ao comércio de picolés e sorvetes ( praticamente, uma pessoa representando uma família). Agora, animadamente, percorrem a orla jardinada da praia, os becos, o centro da cidade, comercializando os deliciosos, produtos doces.
Nunca houvera primeiro dia tão rico e esperançoso. Toda a produção da fábrica vendida antes mesmo das cinco da tarde. Semblantes alegres, noite de comemoração, até o prefeito fez questão de se misturar ao povo com sorriso largo de quem havia resolvido de vez todo e qualquer problema concernente a finanças da comunidade. Até dona Benta, que quase sempre ficava com o pé atrás com as ideias inovadoras do prefeito, curvara-se, e estava eufórica. O que a fez abaixar a guarda,, foi a alegria do neto que a estas horas já desfilava e gastava o lucro dos picolés nas lanchonetes do centro.
Tempos atrás, Vô Léo, pescador veterano e conhecedor das correntezas e de todas as espécies de peixes do rio Tocantins, pedira uma audiência com o prefeito. Este , disse que concedia, mas que fosse conversa informal à noitinha na sua casa.
- Entre homem de Deus! – convidou o prefeito.
- Carece não seu Dionízio, podemos conversar aqui fora mesmo, as botas com barro vão sujar sua cerâmica.
O prefeito concordou e os dois sentaram-se ali mesmo no terraço de fora.
-Desembucha Vô Léo .
-Senhor prefeito, você sabe que conheço essas bandas como ninguém, e descendo a última curva nas terras de seu Olegário, vi que um cardume de branquinhas, tamanho jamais visto, está subindo o rio, e , o mais tardar, amanhã a noite passa por aqui.
- E o que tenho eu com isso? – sorriu o prefeito de soslaio , enquanto mexia o corpo com seu caquiado.
- Prefeito, o senhor bem que podia doar umas tarrafas novas pra nossa colônia, pois as que temos estão furadas e os remendos já não resolvem. Na verdade nem valem à pena serem consertados . Com tarrafas novas poderemos ganhar uns trocados a mais e até vender os peixes mais baratos.
Terminada a conversa, o prefeito Dionízio prometeu a vô Léo ajuda nas tarrafas. Mas a noite, matutando as ideias, chegou-lhe à mente apurada de político, que poderia tirar proveito daquela situação. Se a colônia de pescadores era composta por quatro pescadores, garantidos estavam apenas quatro votos, e se estendesse a doação de tarrafas a mais pessoas?
Contactado na manhã seguinte, o dono do único armazém que vendia tarrafas, garantiu que não faltariam as mercadorias mesmo que tivesse que mandar comprar fora. Não se pode sorrir adiantadamente, por que a vida nos prega peças senhores. Acontece, que correu de boca em boca essas notícias. Primeiro, que passaria um cardume nunca visto de peixes com local e data marcada. Segundo, que o prefeito havia autorizado a entrega de tarrafas a quem levasse título e foto.
Primeiro resultado: Prefeito Dionízio teve que arcar com o pagamento de 150 tarrafas novas. Segundo resultado: Carros-de-mão cheios de branquinhas, cambitos repletos de branquinhas, bancas da feira, também com branquinhas. Ninguém mais conseguiu vender peixes. Sacos e mais sacos até a tampa de branquinhas despejados nos terrenos baldios da cidade, gerando mau cheiro. Alguns moradores chegavam a afirmar que estavam doentes devido ao consumo exagerado de branquinhas no almoço e no jantar. Terceiro resultado: A colônia entrou na justiça processando o prefeito e exigindo cesta básica , como indenização pelos prejuízos com a pesca sem comprador.
Voltando ao picolé. Segundo domingo de temporada de praia. Carros de picolés e sorvetes espalhados estrategicamente pela cidade. Meio dia e nada de ônibus de caravanas, nada de carros particulares. O pior, é que parecia que a cidade toda estava a vender o mesmo produto. O jeito era chupar e saborear as próprias mercadorias naquele domingo, e, aguardar dia melhor na outra semana. Mas repetiu-se a tragédia. Expectativas frustradas, mentes desoladas e isso durou até o fim da temporada.
Não se viu mais o prefeito Dionízio pela cidade. Se algum eleitor se dirigia até a prefeitura para tomar satisfação pelo acontecido, encontrava apenas, sob sua foto majestosa e sorridente, um cartaz escrito assim: “ Prefeito viajando pra capital em busca de novos convênios para o povo”.

Tudo me leva a você

Ouço aquela canção,
Que me leva a voar.
Saio do meu espaço,
E volto a recordar.
Tempos que se passaram,
Noites ao luar,
Momentos que me marcaram
Juntos a amar.
Lavo meu rosto,
Tento acordar,
Desse sonho que penso,
Um dia retornar.
Mas volto a mim,
Me vejo perdido.
Sem meio nem fim,
Como tenho dito.
Certa hora, faço algo,
E lá está sua lembrança,
Volto ao sonho,
Como uma eterna criança.
Digo criança pela alegria,
Alegria de sonhar,
E de se ter a esperança,
De um dia realizar.
Quero acordar,
Mas estou acordado,
Apenas meio transtornado,
Pois não há o que se fazer,
Se tudo me leva a você!
Autor: Riller Diniz

Dizer que ama uma pessoa da boca pra fora é fácil, conveniente, mas o bom é que a gente descobre se a pessoa realmente te ama, quando voce mais precisa de amor. Isso tanto faz pra amigos, familiares, quando a gente desapega de pessoas proximas nao é porque queremos, mas sim porque se continuarmos perto a gente se machuca mais, pois hoje em dia a falta de amor é tao comum que só quem realmente ama pode ter a capacidade de sentir dor e a falta que faz um amigo ou um membro da familia..

És uma morena bela
Pode qualquer um encantar
Compara-se a uma linda donzela
Que seu príncipe quer sempre amar.