Feliz Aniversário 18 anos
Quando o Coração é Provado: Entre Sombras e Verdades.
Em Provérbios 18:24, existe um contraste silencioso: nem todo laço resiste, nem todo “amigo” permanece — mas há aqueles raros que se firmam além do esperado. No caminho, porém, surgem decepções, muitas vezes vindas de onde menos se imagina, como sombras que revelam o que antes parecia luz.
Nesses momentos, o maior desafio não é entender o outro, mas preservar a si mesmo. Não permitir que a dor endureça o coração, nem que a injustiça apague aquilo que há de mais verdadeiro dentro de você. Ser superior não é reagir, é permanecer — íntegro, humilde e fiel à própria essência.
Há quem ainda não compreenda o amor, e por isso fira. Mas cada atitude fala mais sobre quem a pratica do que sobre quem a recebe. Cabe a você se recompor, em silêncio se necessário, e seguir de cabeça erguida, confiando que nada passa despercebido aos olhos do que está acima de tudo.
Permaneça autêntico. Altruísta de verdade. Não apenas em palavras, mas em ações. Porque a imperfeição é humana, mas nunca será justificativa para a maldade.
E, no fim, entre perdas e revelações, ficam apenas os verdadeiros — aqueles que, sem alarde, se mostram mais próximos do que um irmão.
Chico Uchoa.
Apraz-me saudá-lo(a) nesta quarta-feira (ultimo dia de fevereiro/18), que nos oportuno nosso bondoso e salvador Cristo Jesus; a quem devemos externar gratidão pelo dia e pelo nosso futuro. “Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio. Mostra-me o caminho que devo seguir, pois a ti elevo a minha alma.” Sl 143: 8
Sempre que começamos o dia em comunhão com Deus, Ele nos envia na direção certa e nos propicia a sua acompanha inigualável. Nada é mais confiável que estabelecer com o Senhor a direção para o dia de acordo com a Sua vontade. “De manhã SENHOR ouves a minha voz; quando o sol nasce, eu faço a minha oração e espero a Tua resposta.” Sl 5:3
Vale salientar que Deus nos dar sabedoria e orientação segura para vivermos em comunhão com nossos familiares, amigos e principalmente com o próximo sem distinção de afins em comum ou de interesses pessoais. Assim diz o Senhor: "No tocante ao amor fraternal, não há necessidade de que eu vos escreva, porquanto vós mesmos estais por Deus instruídos que deveis amar-vos uns aos outros." 1 Ts 4:9
Enfim se queremos viver conforme a vontade de Deus é essencial praticarmos o amor fraterno, compartilhando e servindo ao próximo e não apenas buscando só as beneficias do Seu amor; porque nos ama e espera de nós o mesmo sentimentos para com nossos irmãos. "E dEle temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." 1 Jo 4:21. Um dia de excelências em nome de Jesus. Amem?
Palácio de Versalhes, 18 de junho de 2026
Entre a assinatura do acordo da trégua
de Donald Trump (EUA)
e de Masoud Pezeshkian (Irã),
repousa apenas o intervalo
entre o último bombardeio
e o próximo.
✍@MiriamDaCosta
Eu aconselho-te a não namorar aos 18 anos. Essa é a idade de escolher as pessoas erradas e criar obstáculos para o teu próprio futuro
Dia 18 - Como posso ofertar amor e generosidade hoje?
- Eu ofereço generosidade com minha presença.
- Oferecer amplia meu mundo e aquece o outro.
- A oferta é gesto sagrado de encontro.
- Oferecer reconhece a abundância que sou.
- A generosidade cria redes de confiança.
- Oferecer torna mais vasto e humano.
- Ofertar constrói pontes de sentido.
18 de junho - Dia do Químico
Haicai da Química
Átomos andam
As ligações se rompem
Há transformação
17/06/26
18-06-17
Existem pessoas que não são felizes, como também nem sabem o que é felicidade, mas tem a petulância de dizerem que são capazes de fazerem alguém felizes! Se liguem idiotas.
05:55 da manhã 18 de setembro de 2024
Sonhei pegando um ônibus em uma rodoviária, fui em Teresina, comprei vários vestidos e algumas bolsas pretas que estavam na promoção, eu não gostei muito das bolsas depois, comprei, mas depois estava em dúvida se realmente era para ter comprado, eu pensei em vender elas, mas não sabia como, porque tinha que alugar um ponto e no marketplace do Facebook, já não dava mais, porque estava restrito pra mim.
Depois parei em uma casa, onde eu estava apressada para ir há algum lugar, porém eu tinha que preparar o almoço para meus irmãos, eu estava cozinhando uma carne muito macia, para guardar e preparar depois, resolvi adiar a ida e preparar logo a comida, que não levaria muito tempo, então acordei enquanto despedaçava a carne para preparar o almoço.
18/11/2017
No sonho eu caminhava alguns passos, enquanto muito sangue saia de dentro de mim pela boca.
Cada passo, era sangue que não se podia medir, não era tosse. Simplesmente esguinchava de dentro da minha boca.
O chão estava alagado, todo vermelho, do sangue mais vermelho que eu já pude ver.
Talvez eu tivesse derramado já alguns copos de sangue, que meu corpo já não tinha forças pra ficar em pé.
Só lembro da minha mãe desesperada e pedindo ajuda para o meu pai.
Tudo o que ele iria fazer era ligar para o hospital.
E realmente ligou, mas foi tarde demais, eu perdia tanto sangue que só lembro de não conseguir respirar mais e caí ao chão.
Morri novamente no sonho.
A respiração era impossível. Fiquei sem fôlego, e finalmente dei adeus a vida.
Acordei sem entender nada novamente.
Depois dormi de novo, lembro que sonhei com a morte da minha avó, mãe da minha mãe.
Minha mãe ao receber a notícia, chorava muito.
Só sei que acordei novamente, e não consegui mais dormir porque já era dia.
Quantos pesadelos.
Parece filme de terror, ou conspiração demoníaca.
Mas, Deus está comigo.
Nada pode acontecer quando ele estiver sempre sendo meu guardião, e meu pai eterno.
Em 28 de julho de 2024, tive um colapso séptico que me levou a morte, mas consegui ressurgir.
3 cistos hemorrágicos, corpo em decomposição por dentro, apodrecendo de tanta inflamação.
A cirurgia de emergência me salvou, mas deixou muitas sequelas também.
Em pleno 2026, passei por outra cirurgia e estou me recuperando há 11 dias.
O meu corpo ainda pede socorro, mas estou á salva.
Nunca duvide dos recados dos seus sonhos.
Eu sempre soube que havia algo errado e nunca duvidei deles.
Cuide - se!! ❤️
18 de março de 2026
Oi, meu amor...
Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.
Não é pouca coisa. Nunca foi.
Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.
Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.
E, ainda assim, algo nos mantinha ali.
Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.
Você sabia disso. Sempre soube.
Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.
Demorou muito para eu entender isso.
Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.
E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.
Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?
Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.
Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.
E, no meio disso tudo, só restava você.
Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.
Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.
E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.
Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.
E eu abri as portas.
Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.
E, dias depois, algo começou a se encaixar.
Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.
Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.
Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.
A dedicação cresceu.
O cuidado cresceu.
O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.
O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.
E isso mudou tudo.
Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.
Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.
E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.
Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.
E eu também mudei.
Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.
Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.
E eu escolho você.
Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.
Eu não quero pensar no fim. Não agora.
O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.
Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.
Quero continuar construindo com você.
Dia após dia.
Sem pressa, mas sem desistir.
Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.
Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.
Você é tudo o que eu preciso nessa vida.
E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.
Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.
Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.
E é ali que mora o amor de verdade.
Nos detalhes.
Nos silêncios confortáveis.
Nas presenças que não precisam ser anunciadas.
É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.
Eu só quero você.
Por toda a minha vida.
Feliz 15 anos para nós.
Te amo incondicionalmente.
Sempre é sempre.
[18/3/2026 15:37] Alinny de Mello: Acabaram de me levar no postinho pra tirar os pontos
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Agora é total repouso
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Pra sarar novamente
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Daqui há 3 meses
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Vou estar legal
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Se Deus permitir
[18/3 15:37] Alinny de Mello: 🙏😊
[18/3 15:37] Alinny de Mello: Espero que você esteja bem, te amo muito
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