Felicidades na Vida
A felicidade é um contínuo progresso do desejo, de um objeto para outro, não sendo a obtenção do primeiro outra coisa senão o caminho para conseguir o segundo.
A felicidade é o sol radiante que ilumina a estrada da vida, e a paz é a certeza serena que guia cada passo ao longo do caminho.
Viver intensamente é não depender de nada ou de alguém para sorrir.
É transbordar felicidade independente do cenário e entender que tudo passa.
O homem pode viver e ter felicidade sozinho? ...ou essa pergunta, na sua essência, já nega o que entendemos por estar feliz ser uma questão do hábito de como conduzimos nossas vidas?
Talvez a felicidade seja uma reta paralela à própria vida. Isso resumiria a árdua tarefa de encontrá-la a uma simples olhadinha para o lado.
o dia em que a morte me encontrar estarei sorrindo, pois terei a certeza que tive toda a felicidade em vida que um homem pode ter, nessa passagem me tornarei seu amigo e como bons amigos não te julgarei e caminharei lado a lado.
Inventa um jeito de arranjar harmonia na vida: crie sua sinfonia da felicidade. E se não conseguir, você teria algum toque para deixar ela ainda mais surpreendente?
A felicidade da vida reside no espaço entre os passos, onde descobrimos nossa verdadeira jornada interior.
"Alguns, por acreditarem fielmente que somente conquistarão a paz interior e a felicidade plena através da posse do dinheiro, vivem eternamente sofrendo em função de acumular bens materiais."
O verdadeiro significado de viver é encontrar propósito e felicidade em cada momento, aprendendo, amando e crescendo a cada dia.
"Ser grato é a chave para encontrar felicidade e paz interior, valorize sempre as pequenas coisas da vida."
Temos que ser loucos para compreender e sentir a verdadeira felicidade que nos dá vida e que nos mostra o quanto é insensatamente certa a nossa loucura e o quanto é verdadeira a insanidade do amor.
Não tente empurrar sua felicidade para o próximo instante, nem se submeta a situações desagradáveis pensando em algum possível benefício futuro. Aproveite o agora.
Se você está imaginando que sua felicidade apenas será plena quando você conquistar algo, você se decepcionará muito durante sua vida toda.
Pois a cada momento a cada instante, a cada mudança arbitrária de nossa existência que não nos é dada como principal responsável de sua direção, mudamos nossos objetivos, nossas metas, nossa vitória para chegar à felicidade.
A grande felicidade vem de você aproveitar toda a caminhada até lá. Todas as oportunidades que a vida lhe der para evoluir mentalmente, fisicamente ou espiritualmente, aproveito, agarre-a com todas as forças, pois são nesses momentos pequenos onde aproveitamos com a nossa família, com os nossos filhos, com os nossos vizinhos, enfim com as pessoas que nós amamos, que vão nos dar a felicidade em nossa vida.
A prova de sucesso da nossa ação educativa é a felicidade da criança.
(Maria Montessori)
Meu primeiro contato com a escola ocorreu pertinho da minha casa, através da pró Luzia e da pró Dalva, que além de vizinhas foram responsáveis pela minha alfabetização.
Luzia, professora titular, simpática, carinhosa e sorridente. Dalva professora auxiliar, séria, rigorosa e de poucas palavras. Decerto, que uma completava a outra, tanto no jeito de ser, como no desempenho das atividades pedagógicas.
Lembro que um dia, num ato de rebeldia joguei o lápis no rosto da pró Dalva. Não sei o porquê daquela atitude, talvez pelo fato gostar mais da pró Luzia tenha agido daquela maneira.
Acredito que, de fato, eu não gostava muito da pró Dalva, principalmente quando ela substituia a pró Luizia nas aulas.
Seu jeito de poucos sorrisos não me agradava. Tanto que, uma dia resolvi esconder meu caderno atrás do guarda-roupa, tentando convencer minha mãe que não poderia ir para escola. Imagine!
Em poucos minutos minha mãe descobriu a artimanha e tive que ir para escola.
Mas, é importante frisar que durante todo primário nunca gostei de estudar, queria mesmo era brincar e brincar, nada mais me interessava.
Apesar dessa má vontade com os estudos tirava boas notas.
Essa condição permitiu meu ingresso diretamente da alfabetização para o segundo ano primário na Escola Muncipal Manoel de Abeu, através de uma avaliação
Hoje, relembro com muitas saudades daqueles tempos, tendo consciência que tanto pró Luzia quanto pró Dalva foram importantíssimas na minha formação humana.
E, aquelas birras com pró Dalva são nada mais do que coisas de crianças.
O que verdadeiramente importa!?
A busca por felicidade é uma ação constante na vida do homem,
na qual ele faz e desfaz os seus atos, contrariando continuamente
as suas verdades, que são instáveis, não pela característica
antropológica do ser, mas pela sua falta de veemência no que acredita.
A sua incerteza caracteriza-se não apenas no objeto da busca, mas no
sentido do porquê se busca. Sendo assim, a pergunta que se faz é:
O que verdadeiramente importa? ....Para abandonarmos
essa busca incessante e sermos definitivamente felizes?
Será que o quê buscamos
pode está onde estamos, onde não precisamos buscar, onde o esticar das mãos,
o direcionar dos olhos, o movimentar das pernas, o modo de agir ou pensar seja o lugar?
Pergunte a quem não tem, a quem não pode estender as mãos, a quem não pode olhar,
a quem não pode andar, a quem não pode agir ou pensar, o que verdadeiramente importa
para sentirem-se felizes.
