Felicidade
νσυ ċσʀʀєʀ ѕєм мє ρʀєσċυραʀ
ρéѕ ɗєѕċαℓçσѕ νσυ αηɗαηɗσ
ѕσв α αʀєια ɗє υмα ρʀαια, ѕєм ƒαzєʀ мυιтσѕ ρℓαησѕ.
ɗєιχα σ νєηтσ ℓєναʀ, тσɗα α ιηƒєℓιċιɗαɗє
єѕqυєçєʀ σ мυηɗσ ċσм єѕѕα maldade.
тєʀ мιℓ ιɗєιαѕ ℓσυċαѕ
σℓнαʀ ρʀσ ċéυ
ƒιċαʀ zєη
qυєм ѕαвє ċσм υм ѕσʀʀιѕσ ησ ʀσѕтσ тαмвєм.
ɗυʀмιʀ ηα ʀєɗє ηα ċαѕιηнα ɗє ραℓнα
qυє ℓσgσ ηα ƒʀєηтє тєм αqυєℓα ρʀαια
qυє υм ɗια ѕємρʀє ιмαgιηєι
тσɗα єѕѕα ѕιмρℓιċιɗαɗє, é α мαℓɗαɗє, qυє ηãσ єχιѕтє ησ мєυ ċσʀαçασ
"A arte de ficar feliz quando ver os outros em uma situação ruim é só pra quem ainda não descobriu a felicidade de ver outras pessoas felizes."
Qual foi a ultima vez
em que você deu aquela gargalhada de doer o abdômen?
Sua vida tem sido tecida
nas camadas mais finas da sua alma? Pense nisso.
♥ Se você tiver o prazer de alguém entregar um coração em suas mãos, cuide bem dele. ♥ Regue-o diariamente com muito amor e carinho, depositando-o num mar de tranquilidade, assim evitará que tenha hipertensões que poderiam destruí-lo.
♥ E passado algum tempo irá perceber com facilidade o quão saudável e feliz estará o seu.
Ser sua mãe para mim é ótimo, eu amo, eu quis muito, sonhei com cada segundo...
Ser sua mãe foi divino, me senti sozinha quase toda gestação. mesmo estando com seu pai...
Ele nunca me deixou, mais também nunca ficou comigo, não que eu precisasse de qualquer gesto de carinho dele! Apenas me sentia segura, por ele nunca me deixar partir!
Por que? nunca vou saber: O que me importa agora é que você sabe que eu te amo! E que tudo passou
que agora as coisas mudaram, e que nosso amor durará para sempre, que eu sinto você, mesmo que não esteja comigo! Vou sempre estar com você e sei que sente a mesma coisa! Eu te amo e isso é tudo!
Luan Gabriel Berudi Dias, obrigada por me fazer buscar meus sonhos, fazer parte dele e realiza-los comigo.
Relevar. Verbo que aprendi a conjugar com maior frequência e que tornou a paz de espírito mais constante desde então.
Há muita coisas interessantes de se fazer nesse mundo, basta desapegarmos dessas alienações do que é moral ou não e apenas desfrutarmos de momentos felizes que a vida nos proporcionar!
Das conversas mantidas na redação... Não se trata de um resumo do que ali foi cogitado. Tomei parte em várias dessas conversas. Em alguns casos, concordei; em outros, discordei; por maioria de vezes, apenas ouvi. Depois, com calma, reflito, anoto no papel. De diferentes pessoas a conversas, cada um contribui com o que pode e cada qual aprende o que julga interessante. Há, obviamente, paralelismo de opiniões, discordâncias e, também, como disse, os que apenas ouvem para avaliar, depois, o que de útil extraíram ou fixaram. Em que pesem as diferenças econômicas, culturais ou estéticas, o que se pode afirmar é que, numa redação, todos se nivelam. Assim, seja visitando a redação ou indo trabalhar, governadores, desembargadores, médicos, bancários, jornalistas, escritores, independente da pauta que irá receber, você poderá cambiar amizades, trocar informações e avaliações, de modo que, em verdade, todos saem lucrando; uns, pelo prazer de ensinar ou atualizar seus brilhantes métodos jornalísticos, outros pelo gosto de aprender em escola gratuita e aberta. Estou sempre neste último grupo. Os mais velhos vão compreendendo novos hábitos, dando em troca a experiência de vida e de profissão que, certamente, sem ela nenhum jovem sairia do lugar. Conclui-se, pois, que não basta ler bons livros ou ouvir notáveis conferências, o importante, também, é conversar. Trocar ideias, transmitir, assimilar e, mais importante ainda, passar para o papel e mostrar as outras pessoas seus conceitos, suas colocações e críticas, , ou seja, o jeito que cada um tem de interpretar a época em que vivemos. Isto sem timidez ou modéstia exagerada. Mas, também, sem postura de doutrinar. Ninguém mais tem paciência com isso ou gente assim. É, de se lembrar, sobretudo, que não há sábio que não tenha algo a aprender e que. em contrapartida, ninguém é tão ignorante que não tenha qualquer coisa interessante para mostrar, contar e transmitir. A assimilação e a reflexão sobre as experiências da vida, por vezes, independem do grau de cultura de que as pratica. Como conversamos sobre política, fisiologismo, segurança, música, religião, artes, situações cômicas, anedotas, dieta, saúde, doenças, vida conjugal, traição, felicidade, enfim, como trocamos ideias sobre o cotidiano, segundo a interpretação que cada um dá ou expõe, qualquer coisa que se passa para o papel sobre esses assuntos tem validade no que tange ao objetivo visado pelo jornal. Sobre mim, sou aluno assíduo e, embora sem muita aplicação e nenhum prestígio, tento mostrar aos mestres de verdade que ali dão aula, que, pelo menos, sou atento. Como os jornalistas de de alma, Vivo sob efeito latente da perda. Qualquer matéria publicada é um morto vivendo em minha saudade. Ah, se eu fosse um cronista ou um poeta, e não um jornalista. Aí sim... as mais belas páginas de louvação ao que vai de encontro com tudo o que falo. Pretensiosamente, ombreei-me a eles no que tange a inspiração. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o nosso, para gente. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o meu, que está vencendo a morte. Daí, a cada dia, a tentativa de mostrar, em dizer poético, o que ainda sinto pela profissão. Mas, o que vale, ao fim de tudo, é aceitar a correção dos que sabem mais ou deles colher a concordância sempre benéfica, agradável e animadora.
O amor pode mudar tudo ao nosso redor, pois quando ele chega traz poesia, sorrisos, raios de luz e felicidade.
Hedonismo- A segmentação de entretenimento desprendido de limites está disseminada quase todo lugar. O hedonismo é como uma ditadura social, a busca do prazer para encontrar a felicidade.
Cristianismo - A corrente do cristianismo não quer abolir o sofrimento, mas torna-o caminho de redenção e, assim, traz uma felicidade profundamente enraizada na dor.
E quando mais acha que está só, que nada nem ninguém mais se importa, o mais importante ressurge, perfumando o ar e alegrando a alma.
(...) Amor estou tão de você com o coração e não importa a nossa distância
Não poderia ser muito mais do coração, eternamente confiando em quem nós somos e nada mais importa nessa vida.
Nunca fui muito de me abrir assim tão facilmente, apesar da nossa vida ser nossa e vivemos o amor da nossa maneira.
Sempre procurei confiança e encontrei em você, sinto que cada dia nosso amor cresce e algo novo de bom acontece entre nós, um amor, uma paixão, uma saudade que aperta o coração.
Já te disse que Deus, destino que fez nossos caminhos se encontrarem, não me importo com o que ninguém fala a não ser o que nosso coração diz a nós.
Você é um presente de Deus que estava aguardando nessa longa vida que passei perdido.
Sabe o que mais quero nessa vida? Ser feliz, te apoiar, te amar, viver ótimos momentos ao seu lado, quero te amar, proteger e apoiar você em todos os momentos da nossa vida.
Não basta apenas traçar metas para alcançar o sucesso. É preciso superar seus medos todos os dias. Porque são eles que te impedem de seguir em frente com seus sonhos. São eles que te travam. São eles que fazem você acreditar que não vai conseguir. Mas você é forte pra caramba. E muito maior que qualquer medo que tem aí dentro.
A dica sempre será: ser feliz, ser leve, se sentir em paz com você mesmo e com todos aqueles que fazem parte da sua vida!
Sentado aqui na minha varanda, sozinho, olhando as luzes de tantas janelas em tantos prédios, e já na segunda taça de vinho, penso que a felicidade é uma palavra de difícil qualificação Comparada com uma cor, certamente teria várias nuanças. Pode significar o estado de um ser ditoso, contente, alegre, de sorte, enfim, um indivíduo satisfeito com a vida por vários motivos. E, nesta variedade de motivos, cabem várias reflexões. Sem dúvida, a felicidade é um estado de espírito e, por isso, muito pessoal e variável. De modo que a razão da felicidade de um, pode ser por outro ângulo, ainda que contrariamente, a razão da felicidade de outro. Exemplo: o portador da boa saúde, forte, belo, econômica e financeiramente bem, é feliz por estas circunstâncias; outro, doente, feio, fraco e pobre, por motivos de crença kardecista, pode se sentir satisfeito e feliz, por admitir pelo que crê, que ao reencarnar ele mesmo escolheu uma vida de sacrifícios, para purgar erros e faltas cometidas em vidas anteriores e, com isso, atingir a perfeição espiritual, para ele mais valiosa que tudo. É feliz por isso. Um outro católico praticamente por viver bem e agraciado por pedir e receber dádivas celestiais que lhe são proporcionadas por seu deus e seus santos de devoção, vive deitado no armarinho da gratidão e felicidade; outro, da mesma crença, levando vida de cão, sofrendo agruras; julga-se, também, conformado e feliz por considerar que tudo que sofre é um desígnio da divina providência e como tal deve entender como justo e aceita conformado e até agradecido. É feliz também a seu modo. Em outras palavras, o que é ótimo para uns pode ser ainda que em sentido completamente oposto, também aceitável para outro. Uma espécie de felicidade pelo avesso. O interessante é que este estado de espírito pode ser sentido, em certas circunstâncias, por uma coletividade inteira, ora sob o aspecto positivo, ora sob o aspecto negativo. Assim, a chuva diluvial que atingiu inúmeras vezes o Rio de Janeiro e, principalmente a Região Serrana, destruindo barracos nos morros e atingindo, também bairros elegantes da zona sul do rio; essa chuva que levou um prefeito a apelar para oração para que não mais chovesse, pois não tinha meios para socorrer os desabrigados, é, sob outro aspecto, a mesma chuva salvadora de vidas em todo o Rio, que poderá salvar os reservatórios, mais uma vez que, sob um terceiro aspecto, vivemos há décadas dos eternos políticos que assentam as nádegas nas cadeiras do congresso. O furacão que arrasta cidades, derruba torres, afunda barcos e mata muita gente nos EUA, considerado dos mais adiantados locais de progresso do mundo é o mesmo vento forte que no Saara, com o nome de Simum, refresca a atmosfera tórrida do Norte da África, estendendo sopro quente através do Mediterrâneo, temperando o clima de todo sul da Europa, considerado o ideal para o turismo da região. Como se vê, a felicidade não é facilmente definível. Tudo depende das circunstâncias. Enfim, as luzes acesas de cada janela desses prédios, tão distantes, continuam iluminando o que estou vendo agora. Tim Tim.
Das crianças... agora comecei a ter contato com uma figurassa. O filho de 4 anos do síndico do meu prédio, o Gabriel, que vai jogar bola numa parte do terraço que é colada na minha varanda. É o filho do meio de uma família bem situada na sociedade e, como natural, muito mimado pelos pais e um outro irmão. Goza de perfeita saúde e leva uma vida normal das crianças da sua idade. Está sempre aqui no terraço brincando sozinho, jogando bola, tentando, pelo o quê eu escuto, imitar os craques da seleção. Aí começo a me identificar com ele. Como eu, ele também é, pelo que percebo, controlado por uma necessidade de fazer gol que lhe acompanha, diariamente, até o momento de dormir. Como eu fui um dia, apesar do carinho dos pais e do irmão mais velho, deve-se sentir sozinho nos períodos escolares, sem parceiros para as traquinadas da idade. A não ser nos dias de domingo, quando reparo que o levam para uma vila aqui atrás, onde ganha a rua para brincar com alguns garotos da sua idade, mas jamais afastando-se do local. Cópia do que eu fui, também ele joga sua bola imaginando dribles impossíveis e gols inimagináveis dos craques de hoje. Aí que entra a questão, quando ele dá um gritinho Vai "NIUMÂ" (Neymar) e a bola cai aqui na minha varanda hahaha. Como os chutes estão frequentes nos finais de semana, ele já me chama na intimidade, com uma ousadia impressionante: "XIÔÔ (tio), "QUÉ" PANHÁ BÓIA". E lá vou eu devolver a bola para que o jogo não pare por incompetência do gandula. E daí, talvez, a gratidão manifestada pelos cumprimentos e acenos de mão com que me agracia ao passar por mim agora na portaria. Tentando avaliar o peso da cruz que cada um carrega e, sobretudo, vendo o Gabriel, nos finais de semana me posicionando como gandula na varanda, e nunca deixando de me cumprimentar ao me encontrar na portaria ou na rua, espero que ele possa crescer sem encontrar maiores obstáculos no mundo cão em que vivemos, e que este século que ele irá enfrentar adulto seja menos violento e ofereça às pessoas maiores possibilidades de realização dos sonhos de vida. Sinceramente é o que eu desejo ao meu "amigo" Gabriel...
