Fazer a Diferença
Hoje se inicia mais um mês
de um novo ano, começa, no
entanto, o agora que pode
fazer a diferença! Não ignore
isso, não anule a possibili-
dade de refazer os seus
planos mudar seus pensa-
mentos, afastar seus medos
e deixar o novo entrar em
sua vida. Tente recomeçar,
reaprender a amar e cultivar
o que há de melhor no
mundo. Feliz 01/01/22
amiga100juizo⭐
“Fazer diferença requer seguir contra a corrente negativa. É necessário coragem para ser e agir positivamente diferente".
Ouvir pessoas mais experientes, pode fazer toda a diferença, tanto na carreira profissional, quanto na vida pessoal, basta que mantenha-se os olhos, os ouvidos e o coração abertos, para acolher o que elas têm a inspirar.
Cada semana é uma nova
oportunidade para fazer
a diferença na vida de
nossos clientes.
Vamos aproveitá-la ao máximo!
Saudade,
algo que nunca pensei fazer diferença
hoje sinto com clareza a sua presença
não mata, não maltrata, mas prensa
todos os pensamentos na minha cabeça
é difícil conviver com esta sentença
chega a ser engraçado parece doença
por mais que a tratemos com indiferença
silenciosamente vai marcando presença
tornando-se aos poucos mais intensa
até chegar ao dia que ela vença
que desencadeia aquela benquerença
de alguém que não está na nossa presença
e mais uma vez a cabeça condensa
- Acho que o importante é fazer diferença - disse ela. - Mudar alguma coisa, sabe?
- Você está falando de ''mudar o mundo''?
- Não o mundo inteiro. Só um pouquinho ao nosso redor.
(...)
''O negócio era ser corajosa e ousada e realizar alguma coisa'', pensou consigo mesma. Não exatamente mudar o mundo, só um pouco a sua volta. Sair por aí com o diploma com honras de primeiro lugar em duas matérias, muita paixão e a nova máquina de escrever elétrica Smith Corona e trabalhar duro em... alguma coisa. Mudar a vida das pessoas através da arte, talvez. Escrever coisas bonitas. Agradar aos amigos, continuar fiel aos próprios princípios, viver plenamente, bem e com paixão. Experimentar coisas novas. Amar e ser amada, se possível. Comer com moderação. Coisas assim. Não era exatamente uma linha filosófica, nem algo que pudesse ser compartilhado, menos ainda com aquele homem, mas era no que acreditava
Só iremos fazer a diferença na história, quando permitirmos que Deus realize de forma perfeita, os Seus sonhos em nós!
Sabe quando que você vai começar a fazer a diferença? Quando vc entender e aceitar que você mesmo não faz diferença.
Saia de casa com paixão e propósito! Junte-se a um grupo de pessoas que escolhem fazer a diferença, inspirados na mensagem de amor e redenção de Jesus Cristo, trabalhando juntos para transformar vidas e comunidades.
Em meio às trevas, mesmo que sejamos um pequeno foco de luz, podemos fazer muita diferença nas noites mais escuras.
Que o Senhor sempre nos ilimine com sua luz.
Bom dia!
Autonomia Não É Fazer Tudo Sozinho
Existe uma diferença profunda entre independência e abandono.
E talvez muitas famílias estejam cansadas exatamente porque tentam transformar autonomia em perfeição.
Mas autonomia não nasce da cobrança.
Nasce do pertencimento.
Nasce quando uma criança percebe que é capaz de participar da própria vida.
Porque, para muitas crianças atípicas, tarefas que parecem simples para outras pessoas exigem um esforço gigantesco.
Escovar os dentes.
Escolher uma roupa.
Guardar brinquedos.
Pedir ajuda.
Organizar pensamentos.
Expressar emoções.
O que para alguns é automático, para outros pode representar um verdadeiro processo de construção neurológica, emocional e sensorial.
E talvez uma das maiores injustiças da sociedade seja interpretar dificuldade como preguiça.
Quando, na verdade, muitas crianças estão apenas tentando sobreviver em um mundo que exige desempenho antes mesmo de oferecer compreensão.
Autonomia não significa exigir que a criança faça tudo sozinha.
Significa ensinar, acompanhar, repetir, acolher e permitir que ela descubra, no próprio tempo, que consegue.
Existe algo muito poderoso quando uma criança percebe que sua voz tem valor.
Quando consegue escolher o próprio prato.
Quando aprende a comunicar desconfortos.
Quando entende o próprio corpo.
Quando sente orgulho de concluir uma pequena tarefa cotidiana.
São momentos aparentemente simples.
Mas que, dentro do desenvolvimento infantil, representam conquistas imensas.
Porque autonomia não começa em grandes feitos.
Começa nas pequenas experiências repetidas diariamente.
E talvez seja justamente aí que muitas famílias não percebam o quanto já estão transformando vidas dentro de casa.
No jeito como esperam a criança tentar antes de fazer por ela.
No modo como celebram pequenas conquistas.
Na paciência diante dos erros.
Na forma como transformam o cotidiano em aprendizado.
Existe um impacto emocional profundo quando uma criança entende que não é incapaz apenas porque aprende de maneira diferente.
Isso muda autoestima.
Muda segurança emocional.
Muda percepção de mundo.
E principalmente: muda a relação que ela constrói consigo mesma.
Durante muito tempo, acreditou-se que desenvolvimento infantil acontecia apenas através de métodos rígidos, repetições mecânicas e correções constantes.
Mas hoje compreendemos algo essencial: crianças aprendem melhor em ambientes emocionalmente seguros.
Aprendem quando existe vínculo.
Quando existe acolhimento.
Quando o erro não vira humilhação.
Quando o processo importa mais do que a perfeição.
Porque nenhuma criança floresce sendo tratada apenas pelos próprios limites.
Toda criança precisa ser vista também pelas possibilidades que carrega.
E talvez um dos atos mais importantes da parentalidade seja exatamente esse: oferecer apoio sem retirar dignidade.
Ajudar sem infantilizar.
Orientar sem controlar.
Ensinar sem esmagar.
Autonomia verdadeira não é acelerar uma criança para que ela acompanhe expectativas externas.
É permitir que ela desenvolva recursos internos para sustentar a própria vida com mais segurança, identidade e confiança.
Cada pequeno avanço importa.
O primeiro pedido de ajuda.
A primeira escolha consciente.
O primeiro “eu consigo”.
O primeiro momento em que a criança percebe que pode participar ativamente do próprio mundo.
Talvez sejam justamente esses pequenos momentos que constroem adultos emocionalmente mais fortes no futuro.
Porque crianças que crescem sendo respeitadas em seus processos não aprendem apenas tarefas.
Aprendem valor pessoal.
Texto inspirado no livro “Sementes de Autonomia — 100 Terapias para Desenvolver a Independência Funcional na Infância Atípica”, de Diane Leite, disponível no Google Play.
