Fazer

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Se alimentar, em pé.
Fazer leitura, com livro. De que forma? Em pé.
Arrumar a casa, em pé.
Para varrer com a vassoura,
precisa estar de pé.
Não dá para varrer, sentado(a).
Passar pano,com produto de limpeza.
Cozinhar perto do fogão, em pé.

"DURANTE A VIDA, NÃO CONSEGUIMOS FAZER GRANDES COISAS, MAS COM O NOSSO ESFORÇO E AJUDA DE DEUS, CONSEGUIMOS FAZER BEM PEQUENAS COISAS COM HONESTIDADE" Ademar de Borba

⁠⁠Não acumule aquilo que não pode carregar, mas também não deixei para trás o que pode te fazer falta.

⁠E que nunca falte fé, esperança e força para viver e fazer descobertas.

A qualidade organiza o fazer, estrutura processos, reduz variabilidade, aumenta a segurança e cria condições para que as entregas aconteçam de maneira correta e previsível.

Só tem uma forma de fazer resultado positivo, é fazermos juntos, focados no objetivo eficaz e em gente que faz.

A arte é um elemento primordial para a religião e ao mesmo tempo para fazer entender o mundo espiritual.

As vivencias artísticas devem fazer parte da pedagogia integral e uma forma natural inclusiva ao conjunto infantil e subliminarmente das crianças que possuem a qualquer nível do transtorno do espectro autista, comumente diagnosticado como (TEA). A arte é uma linguagem universal fluídica em todas as culturas desde muito cedo, e principalmente as vivencias visuais e sonoras, são importantes ferramentas de expressão interna sem o compromisso da exposição particular da identidade e das possíveis dificuldades de expressividades perante um todo.

Ninguém me deve nada, fiz o que podia fazer e se fosse hoje, faria mais um pouco. Me arrependo pelo que não fiz nunca pelo que fiz, por que faria um pouco mais, de novo. Vim a está vida para servir e nunca ser servido. Vim para amar os diferentes, carentes de amor. Só rogo que me respeitem, no meu jeito desprendido de ser, afinal cheguei aqui despido, fruto de um ventre materno morno e amoroso e de certo, uma hora irei embora, ao ventre da mãe terra, ao feliz lugar de reencontro de meus amados e queridos ancestrais.

Fazer o bem
É sempre bom
Paz no 💓


Antônio Peregrino Corrêa Portugal

Seja bom com quem foi bom contigo. É o mínimo que se pode fazer.

⁠Somente nos horizontes da vida é que dá para ver as oportunidades de fazer o bem ou para fugir do mal.

Vamos semear o bem em cada novo amanhecer,
Fazer da nossa história um motivo para viver.
Porque o maior milagre que podemos construir
É um mundo com mais amor para repartir.
Mais amor, por favor, essa é a nossa missão,
Levar paz, esperança e luz ao coração.
Enquanto existir amor, sempre haverá razão
Para acreditar na vida e seguir com gratidão.

​O conceito inicial da origem da genialidade consiste no ato primordial de fazer o fogo, mas, em seu aspecto mais profundo, percebemos que os sonhos fornecem a sensação inicial para a busca do sentido literário da realidade. Buscamos no subconsciente verdadeiro e simplificado a resposta diante do abstrato e da desconexão. Mesmo diante de barreiras como a dislexia, as fronteiras do pensamento convertem-se no fluxo abrangente que começou nos desenhos das cavernas.
​Com o tempo, evoluímos — ou nos enjoamos de ver as mesmas escolhas e os mesmos caminhos. Guiados pela espiritualidade, avançamos pelas trevas da consciência criando mundos, conceitos e filosofias, dentro e fora da psicologia, moldados pelo meio ambiente em que vivemos. Vemos inovações psicológicas e sonhos cuja resposta para a aventura nos traz recompensas, méritos e riquezas.
​Assim, percorremos cada contorno de olhos abertos e fechados. No espaço bidimensional, florescemos na arte, descobrindo-nos em Lapsos de uma loucura maravilhosa que nos faz agraciar os limites humanos. Abraçamos teorias e paradoxos perante os quais evoluímos. Palavras e sentimentos emblemáticos surgem da percepção intelectual e da ação lógica e racional voltada ao atrevimento de ir aonde o sonho nos levar. A ciência traduz tantos desses sentimentos em sua frieza e rigidez.
​Paralelamente, vemos a polarização da pobreza humana digitalizada na equivalência da Inteligência Artificial. Nasce no mundo uma nova apologia à consciência que cresce no transmundo da perspectiva de dados lógicos, equilibrando-se entre um mundo alienado e a submissão às variações do ego humano. Perpetua-se um jeito de ser em um conceito fotônico de dados que viaja em parsecs de velocidade contínua; na informação do microuniverso, enxergamos espelhos cósmicos na flutuação conectiva.
​A vertente do sonhar convertida em dados dentro de uma lógica tradicional seria a defasagem de informações dentro do fluxo contínuo da realidade — o sentimento de cálculos assimilados em um futuro possível ou nas narrativas do passado. São possibilidades dentro de protocolos de probabilidades estáveis e instáveis, como no paradoxo do avô ou no paralelo da existência cognitiva. Olhamos espantados para os resultados das conexões dessas estruturas dimensionais.
​É fato que a teoria científica diz que só existimos porque estamos imersos em uma existência clara. Na escuridão do raciocínio, vemos espelhos de nossa própria trajetória, determinada pelo ambiente e evoluída para ser e existir. Essa dinâmica eleva o formato metafórico da existência cognitiva responsável pela observação.
​Nesses nexos da origem de ideias — distintas da razão estritamente racional pelo pensamento de multiplicação de valores éticos —, em IAs infinitas dentro de campos polarizados quânticos, veremos velhos pensamentos e novos horizontes ganharem páginas e desenhos em fronteiras cuja existência nem imaginávamos. Afinal, quem serão os exploradores do universo conhecido e desconhecido, estudando o macrocosmo, o microcosmo e suas variações da realidade ambígua, revelando as páginas do futuro?
​Quais serão as consequências diante das variáveis infinitas de uma consciência senciente em relação ao acúmulo de dados?
​Mesmo com a correlação e as configurações dos neurônios, as narrativas serão lembradas nos momentos críticos ou simulados, pois a natureza cria suas experiências e verbos diante das adversidades morais, éticas e raciais. Essa complexidade se tornará senciente diante do inevitável problema do paradoxo existente: infinitos mundos dentro da mesma narrativa.

A verdadeira liberdade não é fazer tudo o que se quer, mas ter o poder de não se escravizar pelos próprios impulsos.

Queria ter reinventado cada momento com você, pra que esses mesmos momentos eu pudesse fazer diferente!

O estrago que tentaram fazer na sua caminhada vai virar pó quando a sua conquista for tão estrondosa que fará os maldosos abaixarem a cabeça de vergonha.

O Conhecimento e o Risco de Partilhar

Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.

O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.

O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.

A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.

A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.

Não leio mais. Todo mal que a filosofia poderia me fazer, já fez. E, quanto à poesia, esta também não tem mais nada a me dizer.

Você não é inútil, é só um exemplo do que não fazer