Fazer
O afeto e a atenção plena aos sentimentos devem fazer parte do universo de criação da criança. Infelizmente vivemos um tempo no qual tudo é muito rápido e superficial, pelo que a formação dos filhos tem sido muitas vezes defeituosa. Tudo isto acaba propiciando numa ansiedade, marcada pelo apego excessivo ou no distanciamento afetivo, afetando a intimidade já na fase adulta. Os sentimentos devem ser validados, permitindo o delineamento da formação da integralidade do sujeito. Este sujeito assim desenvolvido, poderá formar uma relação de interdependência, que seja saudável e em equilíbrio.
JOSÉ LUIZ DE SOUSA NETO - PSICANALISTA
"Mostre o que você sabe fazer, antes que o tanto aparecer, ofusque aquilo que você pretende ser".
Otávio Mariano
A excelência começa no amor em fazer bem-feito, independentemente da técnica, de processos, de métodos, ferramentas e sistemas, a excelência nasce da forma como pensamos, relacionamos e decidimos fazer, colocando isso como prática diária, aprimorando o ato de servir.
"Anule-se todo dia, ao fazer isso, você se colocará em um papel doméstico, domesticando o seu monstro interno mesmo sabendo que ele jamais estará domesticado"
“O profissional da saúde deve fazer o que é certo, mesmo quando muitos escolhem o errado. Isso não se resume ao juramento, ao jaleco ou à ética; isso é uma questão de caráter.”
Março chegou com 31 dias na bagagem, 31 possibilidades de fazer mais uma vez, 31 oportunidades de fazer do jeito certo.
Saber muito sem saber o que fazer com o que se sabe é o grande drama moderno. É o discernimento que transforma a tempestade de informações em solo firme para caminhar.
A maior riqueza é a liberdade,não há preço que pague o prazerde estar com ou fazer o que curte tao bem.
#bysissym
Cachorro pode fazer mais companhia e ser mais fiel ao dono, mas só quem tem gatos ou enlouquece de vez ou morre de tanto rir. Eles podem ser “apocalípticos” hahaha
#bysissym
O Visitante
Há quem entre
sem fazer barulho.
E, ainda assim,
desorganize a casa inteira.
Toca nas paredes,
elogia a luz,
senta à mesa,
fala como quem pretende ficar.
Depois rareia.
Não vai embora de uma vez.
Seria honesto demais.
Vai sumindo aos poucos,
como quem espera
que o silêncio faça o trabalho
sujo.
A casa observa.
Não cobra.
Não chama.
Não implora.
Só aprende.
Porque há presenças
que não quebram nada,
mas deixam tudo mais frio.
E no fim,
o que pesa não é a partida.
É lembrar que alguém soube
entrar
e ainda assim
não teve coragem de
permanecer.
Eu sei que metade das coisas que eu amo fazer são surtos. Mas elas se tornam necessárias e úteis para que eu possa manter outros surtos.
No fim, eu percebo o quanto tenho surtado ultimamente e no quanto estou surtada nesse momento.
Honestamente, não sei dizer se isso é bom ou ruim.
De fato
O verdadeiro problema não está
em não saber o que fazer,
mas
em não fazer o que já se sabe.
Eu aprendi que tenho que começar a fazer o que precisa ser feito sem esperar nada em troca. Nem compreensão, nem recompensa, aplauso, tapinha nas costas, troféu ou medalha. Quem pensa como forças especiais, precisa dominar a necessidade de aprovação.
