Faz de Conta Qu eu Acredito
O que é a liberdade, senão o conjunto de regras que definem o que você pode, deve ou não fazer? Se tentar ser livre, sua pena será passar um tempo na prisão.
Em Cuba, falta tudo. Eletricidade, alimento. Tudo. Batata, arroz. Até açúcar é racionado. Cada gota de combustível para os aviões é contada. Sou piloto. Não quero continuar vivendo assim.
Tudo se trata de solidariedade, humanismo. Nós vamos procurar balsas no mar e guiá-las para a liberdade.
Oh Senhor, fazei de mim uma servo do vosso sacratíssimo coração, e que por meio de mim saibam a essência da sua Misericórdia.
A noite chega para decretar a paz para o casal fazer amor, fazer a vida renascer mais bela noutro dia.
Flertar com o erro é algo viciante, ele nos deixa mais experientes e nos tornamos mais maduros. Por vezes, o erro costuma bater na mesma tecla, até parece algo cíclico. Há quem diga que se pode escrever – aqui leia-se errar – certo em linhas tortas, o torto ou o erro se torna prazeroso, de certa forma. O que me intriga nesta caminhada é a marca indelével que a caneta é capaz de fazer ou quem sabe a intensidade que eu coloco ao escrever, ao rabiscar, ao desenhar. O papel a qual tanto escrevo é sensível para tantas tentativas de erro e acerto. A tinta indelével com força de expressão, de tanto focar em uma única situação, acaba por perfurar a penumbra daquilo que um dia foi forte. Perfuram-se os papeis! Um buraco se abre e me dá acesso para outra dimensão. Será se ali estaria o lugar o qual eu poderia flertar com o acerto? Este buraco negro que me consumiu ferozmente está me mostrando que aqui o vácuo da intensidade é bem melhor quando é escrito com emoção. Nesta outra dimensão todos os meus erros tornam-se, automaticamente, em acertos. A dimensão do jogo da intensidade prevalece nesse emaranhado de flertes escondidos atrás do desenho feito com a tinta indelével da minha força de vontade de viver o acerto que um dia julguei que era um erro. O que seria dessa dimensão sem os tão sonhados erros que nos fazem melhores a cada linha que pintamos do lado de cá? A resposta está no erro que não pintei ainda.
Ser fã de uma pessoa é gostar dela sem desmerecer os outros
É curtir a pessoa e perceber a mensagem
É perceber os bons exemplos e não a figura
E ver outros no caminho e se alegrar.
Quando esse gostar te cega para outras pessoas, isso já não é saudável...Quem olha com os olhos da alma consegue ver beleza nos outros e não tão somente no seu ídolo.
Muito maior que o mensageiro é a mensagem que te trás amor é compreensão.
"Pode-se dizer que o fanatismo na área onde ele atua está em pé de igualdade com o preconceito. Assim como o preconceito, o fanatismo deixa a pessoa cega e surda para outros...As opiniões de seus interlocutores não lhe interessa. Ele quer ser ouvido, mas jamais ouvir. O fanatismo é um fator negativo na comunicação."
Fanatismo é a introjeção inquestionável de uma idéia, viver irracionalmente segundo a mesma, querer obrigar os demais a agirem do mesmo modo e condenar quem não aceita a imposição. Fanático é o termo usado para qualificar alguém que cultiva uma verdade única para além dos limites da racionalidade
Idólatra uma pessoa lhe trazendo ódio em relação há outras que tem os mesmos objetivos.
Cria-se uma condição de ciúmes porque não querem ver qualidades nós outros.
Como só existisse o seu ídolo.
Ame quem te trás mensagem de amor e paz sem esquecer que maior é Deus.
Jesus nome sobre todo nome.
Deus te abençoe.
Independente da tua religião, você só vai encontrar Deus no seu coração.
Não importa que a sua oração seja um grito no infinito
Ou seja o silêncio de um inocente
Não importa que você seja católico, espírita ou crente .o importante é que o amor se faça presente.
O presente divino..a flor menino que nasceu na luz e morreu na cruz.
A prova da maior dor por amor.
A redenção ao caminho da salvação.
O amor que conduz ao encontro de Jesus
Desistir pode ser um ato de sabedoria ou de fraqueza depende da situação, da lição da vida para provar nossa alma.
Quem nunca derrubou ketchup na roupa, não sabe o que é saborear um lanche com uma fome voraz que nem se importa pra uma manchinha que depois irá sair.
Quem nunca escorregou no piso molhado, não sabe a felicidade que é ver um chão limpo e sentir o cheiro dele limpinho.
Quem nunca queimou o dedo acendendo fogão, com água quente ou óleo, não sabe o quão é delicioso fazer uma refeição pra quem você ama.
Quem nunca ralou os joelhos, brincou na chuva ou se enlameou quando criança, não sabe o quão o tempo pode ser desacelerado e um dia ser bem produtivo.
Quem nunca sentiu dores depois de uma longa viagem, não sabe o quão belo é o mundo.
Quem nunca sentiu saudades, não sabe a grandeza e felicidade que alguns momentos nos trazem.
E tantas outras coisas poderia enumerar...
De coisas que só tem valor se você conhece o fato contrário, de coisas que só acontece pra quem tem coragem, pra quem se arrisca.
E há uma pequena coisa, mas que faz toda diferença na vida e que sem isso nada faz sentido na existência.
Amor.
Apenas quem ama ou amou, sabe o valor de tudo na vida.
Quem nunca amou, nunca terá nada em troca.
Nunca saberá o gosto desse licor da vida que só é experimentado na relação com o próximo.
Amor...
Quem trai atrai desamor, por se perder no encanto daquilo que se vê, saborear a comida até se encher. Mas nunca se enche dessa vida ! Se relaciona com alguém como um faminto com o prato de comida.
“A Ortodoxia nos oferece importantes ferramentas para compreensão da vida de Jesus Cristo, bem como para valorização do Cristianismo com suas ideias e princípios sistemáticos que buscam a essência do pensamento cristão, fundamentados nos caminhos religiosos mais verdadeiros e referenciados por um olhar diferenciado de observação do mundo".
