Faz de Conta Qu eu Acredito
Nada de novo? como não?
O que nada quer significar?
Será que de novo não há nada?
E se nada há de novo então o que esperar?
Na verde nada!
Porque não há como mensurar nada demais.
Já que nada havendo demais...
Na verdade nada haverá.
Tem vezes que temos que pegar o caminho mais longo para se chegar no destino mais rápido doque o caminho mais curto.
A vida será sempre essa eterna coisa forçada; Teremos que percorrer caminhos que não iremos gostar, e aceitar decisões que não iremos aprovar.
"Dentro de mim, existe um Espaço Sagrado onde guardo minhas preciosidades. Às vezes faço uma faxina lá e mudo tudo de lugar. Não é por nada, é só vontade de ver um outro ângulo das coisas. Eu não gosto do olhar acostumado. Não gosto de ver um objeto num objeto, porque tudo para mim tem entidade humana. E gente me tira o fôlego: vejo belezas demais quando amo, e amo sempre e tanto. Às vezes eu desapareço, porque fico tão cansada. Cansada daquele cenário. Daquele amor. Absurdada pelas coisas, me exaspero. Sempre é tanto. É que vivo num derramamento espesso de sentimento. Então eu mudo o foco, que é para não cansar o outro também(…) E só a solitude pode me acalmar. Por isso, tão pouco escrevo. Por isso, durmo antes e depois do sono. Por isso, às vezes, tudo é tão esquisito e ausente em mim. Não sou sempre flor. Às vezes, espinho me define tão melhor. Mas só espeto os dedos de quem acha que me tem nas mãos."
Abduziram meu ser! Não sou... faço-me!
Um amontoado de incerteza.
Brilho no olhar,
ânsia de beijos,
pétalas de alegria,
sonhos delicados,
versos puros,
palavras profanas.
Sou um misto de emoção e razão;
Bossa-nova e rock'n roll;
Sagrado e profano.
Não tente me desvendar
o melhor de mim
está em não me saber!
