Faz de Conta Qu eu Acredito

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como é complicado aceitar fim de ciclos para novos entrar mas vida é isso.

Inserida por Kebay1

Não Aceito mesmo viver na mediocridade.

Inserida por Kebay1

Se Até isaque viu que estava tampando ⁠os poços que ele fazia e não ficou no mesmo lugar, quem sou eu para ficar parado onde enterra meu poço.

Inserida por Kebay1

não sei o que está Acontecendo comigo esse Aperto no coração, com vontade de conhecer Algo novo, viver coisas diferentes, todo dia Acontece As mesmas coisas estou cansado disso preciso de novidades na minha vida só não sei por onde começar, a mudança no mesmo tempo vem o medo da mudança que parece que não vai dar certo...

Inserida por Kebay1

Deus me Ajuda a ter Ânimo e coragem Atitude para viver essa vida que eu não pedi.

Inserida por Kebay1

⁠se você não focar no seu desenvolvimento e progresso ninguém fará isso por você.

Inserida por Kebay1

⁠por muito tempo eu vivi segundo a opinião dos outros com medo do que vão pensar de mim hoje vivo com o pensamento o que espero de mim mesmo.

Inserida por Kebay1

⁠ meu erro por muito tempo foi satisfazer a vontades e prioridades dos outros e esquecer das minhas próprias.

Inserida por Kebay1

muitos queria ter sua coragem.

Inserida por Kebay1

Repentinamente tenho sentido muita saudade, de forma que meu interior arde em meio a murmúrios de lamento, em meio ao sentimento de não pertencimento, em meio a metade de alguém que se foi que ainda resta em mim.

Na metade de ti, que se sobrepôs sob mim como minha segunda pele, que na mesma medida que me orgulha, também me fere.
Sob a metade de uma risada que ecoa na face de alguém que já fora tão presente mas hoje se tornou saudade.

As vezes agradeço por sentir saudades, mesmo sendo sufocada por laços imaginários e afetos não dados, as vezes sorrio de canto ao lembrar de alguém com quem não falo mais. As vezes gargalho ao lembrar da forma singular a qual uma memoria especifica inunda meus sentidos repentinamente.

Por enquanto, sinto saudade.
Mas sei que amanhã também sentirei, sei que depois de amanhã demorarei três minutos a mais para dormir pensando em alguém que falsamente me acostumei com a ausência. Também sei que ainda engano eu mesma, ainda que sem querer, sobre a saudade.

Repentinamente ignorarei que tudo isto que vivo e sinto, um dia também acabe, e mais repentinamente ainda, voltarei a sussurrar pelos cantos lembrando de quem nunca vai embora verdadeiramente. De repente, sentirei aquele amargor descendo pela garganta e saberei que paguei o preço por não saber esquecer.

Ironicamente me sinto sortuda por sentir saudades, ainda que com o peito doendo e os dedos trêmulos, me sinto privilegiada por lembrar, viver e recordar. Seria ainda mais trágico experimentar, sorrir, chorar e nunca mais poder refletir. Nunca mais relembrar onde errei e poder evoluir, agradeço a saudade por me lembrar de lugares que não quero mais ir. Agradeço a saudade por me matar por dentro e reviver minha alma ao mesmo tempo.

Contudo, recordo-me também que a saudade é o azar de quem já teve muita sorte um dia. E a maldição que os mais apaixonantes e entusiastas da vida estão fardados a carregar. Os mais ordinários sentimentos que possuímos ainda possuem a errônea capacidade de nós fazer sentir saudade.
Subitamente, em meio a mais um devaneio ao céu estrelado de saudades, imagino o sentimento como uma bagagem de avião pesada demais- mas que ainda permite o voo, ainda te ajuda a se projetar a outro lugar, mesmo que doa suas costas.

Hoje, lembrei de quando te conheci, coincidentemente ontem também lembrei de quanto te amei, mais concidentemente ainda anteontem pensei em você, trasanteontem surpreendentemente chorei por você

O calendário ri da minha memória,
Como se dissesse: “Olha só, você não consegue me esquecer!”
E eu só posso sorrir, rendido a essa graça do tempo.

Acho que o calendário tem algo a me dizer....

A saudade é minha pior mágoa, corrói minha alma além do que já dói.


Promessas de eternidade sempre acabam — mas algumas são tão lindas que nos fazem querer ficar.


Como o teu olhar…
que me aprisiona e encanta,
me cala quando eu mais queria falar,
e me faz te encontrar em tudo —
em cada detalhe, em cada ausência,
como se o mundo insistisse em lembrar de você por mim.

Jutid desperta
num espaço onde memórias são paredes
e vozes são ecos que se perdem antes de tocar.


O chão pulsa, respira,
o pé esquerdo formiga,
o peito ameaça implodir.
E diante dela,
a figura incompleta
ri a metade de um riso que conheceu
mas nunca teve o direito de possuir.


“Você ainda me carrega… ou só não sabe me deixar ir?”


O sarcasmo emerge primeiro,
a defesa automática que sempre falha,
mas a voz engasga, hesita,
e sai em gotas embargadas
como chuva que não se atreve a afogar o lago de lama.


O fragmento de si mesma, parado diante de si,
não ri, não foge.
A memória repete-se,
o ciclo de perda e silêncio se repete,
até que as palavras finalmente rompem
o casulo de auto sabotagem.


Não são perfeitas.
Não são limpas.
Não precisam ser.


Mas existem.
E nesse existir, a saudade ainda dói,
mas não prende mais.
O peso no peito se desloca,
e um eco de verdade permanece.


“Você não precisava dizer certo…
Só precisava dizer.”


O ar muda.
O amargo perde força.
E Jutid percebe que, finalmente,
o silêncio não a define mais.

Sempre penso o quanto queria ter voltado no tempo. Fazer algo diferente, estudar mais matemática, anotar os números da loteria e até fazer um carinho a mais em minha cachorra.
Mas o que sempre me amarga, não foi deixar de dizer algo mas sim saber exatamente o que queria dizer.

Me preocupei tanto em não soar errada, caricata, exagerada, equivocada e todos os outros adjetivos negativos que minha mente consegue produzir assim que minha boca ameaça abrir, que esqueci que o importante não era soar certo ou eloquente e assertivo mas sim verdadeiro... Tudo que me era necessário era apenas dizer e me permitir sentir, fazer minha mente entender que não estou preso no casula dos sentimentos alheios

Penso tanto em ser livre que cada pequena e mínima escolha mesmo que feita exclusivamente por mim nunca me permite sentir e desfrutar de ser algo ou alguém. E sempre imposto, é sempre doloroso e sempre me faz pensar em simplesmente não fazer, não agir, não seguir. Afinal, por que há de fazer algo que no fim sequer é para mim? Porque sempre terei de ouvir que sabem mais de mim do que eu mesma sei? Talvez saibam mais que eu mesma... Ultimamente sequer me reconheço então como posso ousar me identificar? Quiçá um dia eu pare de reclamar e simplesmente me aceite e aceite de que no fundo, quem eu de fato sou nunca irá verdadeiramente mudar. Ainda sou aquela menina que tem medo de dizer que queria brincar de bola mas sem largar os livrinhos de colorir, ainda sou a mesma que tem medo de discordar de algo dito sobre mim mesma, ainda tenho medo de sentir algo além de coisas ruins, ainda teme amar e ser amada, ainda não sabe a profissão mas anseia ser profissional de algo apenas para dizer que no fim Eu possa saber de algo sim, ainda me escondo nos cobertores depois de um dia ruim e ainda quero rir mesmo sem me permitir, ainda escrevo o que sinto e depois rabisco com medo do que senti, ainda desenho e amasso com medo do papel se revoltar contra mim, ainda corro, ainda que da morte, ainda tenho dificuldades, ainda choro em filmes, ainda quero falar e falar e falar novamente e me sentir mais do que escutada e sim entendida e sim amada e sim alguém que valha e sim alguém que finalmente sinta as coisas boas... E sim aquela menina que está escondida por ai, lendo uma falsa historia de uma falsa garota que desabafou sobre os próprios sentimentos e não ruiu nem caiu nem chorou nem se culpou por sentir apenas seguiu por ai, menos falsa do que antes e sonhadoramente real em algum lugar em mim...

Minha fé está sendo avidamente testada e meu pulmão se enche de ar em direção a escoria. Não há palavras nem poesias nem canções ou corações capazes de me mudar, não há ser mais capaz de me mudar além de mim- e. mesmo assim. nunca me desvinculo de quem era. Assim, me torturo com coisas que não posso mudar, me convencendo de que há males que vem para o bem ou que a uma essência que nos pertence, não importa quando nem onde, ainda me sinto como um ninguém. As expressões não fazem mais sentido, seu amor não é mais meu amigo e minha mente lapida-se como meu maior inimigo, somando tudo isso, talvez tenha parte do que sinto.

A politica é a arma mais poderosa deste mundo, junto com a religião, o existencialismo, a riqueza, a fome, o poder, a população, o dinheiro e o chamado introspectivo que cadencia o mundo. Percebo, em minha ignorância, que estas palavras sugerem casos figurados de sinônimo. Cada vez mais me vejo perdida entre meus próprios ideais, visto o resultado decepcionante de uma sociedade falha. Desconheço-me de forma tão assustadora que me arrependo de compactuar em um sistema tão sujo e repulsivo, o vomito politico derramado sob nós, o povo menosprezado, de maneira tão descarada que é preferível ignorar a se revoltar. Uma elite, composta pela minoria, que comanda a maioria que detém de classificações menores, inferiores, subversivas e odiadas por aqueles que se consideram melhores, um conservadorismo doente e uma solução quase utópica vista a realidade atual.

-De todos os meus amores, tu e o que mais me lembro
Não sei se é bom ou ruim, sinal de que ainda não esqueci
No fim, mais um motivo para ir, cansei de correr atrás de ti.
eu fico preso e volto pro teu peito, maldito receito que me faz ter medo,
maldito desejo que arde no meu peito e vai embora como vento
Vendaval bate na cara, desarruma o cabelo e me faz mais vivo,
me sinto no início mesmo evoluído, mesmo crescido, ando com o vazio.
jamais assertivo, sempre sozinho, não ando contigo nem se pedir.
Acostumado a ficar sozinho mais contigo me sentia menos vazio.


não estou cheio, muito menos vazio, quem dirá metade ¨¨enchido¨¨?
quem disse metade vazio? e se o copo nunca tivesse existido?

Minha mente é um labirinto de pensamentos e sentimentos; minha boca, um grito que mal consegue carregar o peso de tudo isso. Falo muito, mas expresso pouco; faço barulho, mas a essência do que sinto permanece escondida.

Escondida em camadas tão profundas que quando alguém ameaça cavar, dou meia volta e me enrolo em meu próprio ser, deixando de ser o que sou e sendo o ser que desejam que eu seja.

Confuso, não? Confesso que perdida me encontro e meus sentimentos, dentro de mim, não encontro. Um emaranhado de fios sensíveis, implorando para serem desembaraçados, mesmo enrolando-se de receio.

Prometo te fazer feliz!
Mas você é feliz?
Quem te faz feliz?
Preciso de você para ser feliz?
Quem te falou que sou infeliz?
Quem determinou que a felicidade está no outro? Vai, me diz!

Inserida por marciodeoliveira83