Faz de Conta Qu eu Acredito
Saudade...
Não podemos voltar ao passado, temos que seguir em frente. Mas esse não é o problema, difícil é seguir sem nossos amigos, aqueles que sempre nos ajudaram quando precisamos que sempre tiveram ombros dispostos mesmo antes da gente pedir! Como diz um poema: “quando nossos filhos olharem as fotografias e perguntarem: Quem é esse? Quem é essa? Uma dor forte lá no fundo vai nos fazer reviver os bons momentos, e vamos responder com lágrimas: Esses são meus amigos!” Infelizmente a vida nos separou, ou vai separar um dia, cada um seguirá seu rumo, mas a amizade q um dia nasceu jamais vai morrer! Mesmo que o contato fique cada vez mais escasso, o coração sempre se lembrará das pessoas que o confortaram! E eu, estarei sempre disposta a ajudá-los, não importa onde esteja a amizade sempre falará mais alto que a distância ou a circunstância!
Porque Deus criou tudo sendo que no final nada sobreviverá ? Porque sempre questionamos a Deus ? Será que os por que da vida são tão impertinentes ? Será que questionamos Deus para adquirir o verdadeiro saber.
E importante que a teoria e a pratica estejam aliadas é que sejam positivas e sirvam de estímulos a todos que procuram uma boa educação para o nosso país e mundo.
Olhe no fundo dos meus olhos e não me veja como um simples alguém especial, mas alguém que está ao seu lado, aqui e agora.
Não me fará desistir, nem entristecercer-me a critica daqueles que não conseguem enxergar a realidade dos fatos nem tampouco, discernir o pensamento dos outros. Embora eu tenha que me deparar com tal inssensatez,não darei ouvidos, e decabeça erguida seguirei obstinado rumo a minha Vitória.
Não sei o que dentro de mim ainda sobra de voc?e,só sei que mesmo com a distância não irá acabar o que você deixou marcado em mim!!
Temos que saber a hora certa de plantar as rosas que ira flori nosso caminho com as mais belas pétalas, mas se você não souber plantar na hora certa em vez de rosas terá somente espinhos que poderão machucar não só os teus pés mas também o teu coração.
Ontem a sua presença passou como um relâmpago por mim.
Dando-me um choque e deixando-me anestesiado com sua presença maravilhosa.
A cada passo que dou para frente dou dois para tras,
pois não procuro caminhar em frente, mas sim em sua direção.
OS PÍNCAROS DO ABISMO
Ao sucumbir ao sono,
Perco-me na viagem
Á espiral de dimensões intoleradas, insones:
Lá,
Digladio-me com antigos demônios
Que, até então,
Pensava pairar sobre o céu
Do crepúsculo dos íntimos infortúnios hediondos.
No entanto,
Pungentemente,
Descubro que,
Em mim,
Eles jazem,
Latentes, silente
E continuamente diurnos:
Esperando pachorrentamente
O átimo conciso
Para que me induzam
A ir á sua arena do sodômico
Feitiço.
Porém,
Para meu próprio espanto,
Suplanto-os a todos os meus endógenos inimigos indômitos:
Contemplo-lhes impávida e destrutivamente
O fundo dos olhos que destilam
O veneno pérfido da naja
--- Mortífera! Mortífera! ---
E com o êxito,
Uma sucessão
De vagalhões de êxtase
Acomete-me e me transmuda
Em altaneiro arvoredo,
Tsunami de néons, orvalhos
E perpétuas neves do nirvana
Fazendo aflorar-me
Na soturna face
A quietude, a fleuma,
O saber caminhar e atravessar a difícil embocadura
Que não me deixa cair no abismo do ermo
E me leva direto ao lendário reino
Onde mora a benfazeja sabedoria de Buda.
Ah, não mais que subitamente,
Acordo deitado no chão da varanda
E debruço meu olhar sobre o sol
Além das nuvens guarnecendo o céu,
Além da cadente chuva:
Aí, deslindo o segredo
Para me manter imune
Ao inexorável poder
Da sua chama voraz
A arder frações opulentas da vida
Em molde de onipotentes rochedos
Á natureza da indissoluta sílica.
Posso drapejar sem comedimento,
Mas sinto ânsias de remorso
Por estar sobre o senhor dos píncaros
Da infinita felicidade insubmissa, arredia;
Enquanto a maciça maioria
Fica ao jugo do malsão sabor
Do interminável oceano de esquizofrenia,
Tornando pensantes vidas
Em miserandos chapados, cativos da larica
Da mortuária alegria.
Embora tente contumazmente
Alertá-los, fazê-los,
De todas as maneiras
filhas da poção da dinâmica
Da dialética lógica, sempre perfeita,
Enxergar a emancipadora centelha,
Eles, enleados nas malhas
Do engenhoso sortilégio maléfico,
Confinam a sua visão em lentes
Herméticas do desdém.
Afinal,
Sob o efeito desta tétrica epifania,
Decido voltar á arena
Do malévolo feitiço
A fim de me entregar,
Espontaneamente,
A meus dianhos,
Eternamente famintos:
Loucos para devorar-me
A suculenta ruína do idealismo.
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
Escuta: Pelo bem que tu fizeres
Espera todo o mal que não farias!
Essa é a mais triste das filosofias
Que aprendi entre os homens e as mulheres!
