Faz de Conta Qu eu Acredito
O divino é sempre o milagre que faz do tempo sua diferença com as águas que caem e percorrem a vida com alegria.
O universo é um dédalo infinito e quem tem a aptidão faz de toda perspicácia uma peripécia sua própria criação.
Libere a fumaça que se evapora no ar e transporta aquela brisa que bate na mente e faz o pensamento viajar.
Quando percebi que a esperança é companhia divina e faz-nos persistir na vida, ela logo veio e tornou-se minha companhia inseparável.
Pedras no caminho
É encontrando pedras pelo caminho que se descobre novas saídas e se faz consolidar a maturidade de um ser.
Quando o Toque se Faz Eternidade.
“O toque, quando autêntico, converte-se em epifania; e o efêmero, subitamente, adquire a dignidade do perene. Por isso, a alegria é o que desejo gravado em meu epitáfio.”
Há instantes, raros e quase inaudíveis, em que a vida se inclina sobre nós com uma doçura antiga. É o instante em que algo um olhar, um som, um gesto toca o centro invisível do ser. É nesse toque, breve como o sopro de uma harpa, que o efêmero deixa de ser apenas passagem: torna-se revelação.
Rilke dizia que “a beleza é o começo do terrível que ainda podemos suportar”.¹ Talvez por isso o artista, o amante, o poeta e o espírito sensível busquem incessantemente essa fronteira onde o instante se ilumina por dentro. É ali que a arte nasce não da vontade, mas da necessidade de transfigurar o transitório em eternidade.
A beleza não salva o mundo apenas por existir: ela o desperta. É uma lembrança de que há um pulso divino em cada forma, uma vibração silenciosa em cada cor, um apelo à transcendência em cada sombra. O toque autêntico, seja o de uma mão, de uma palavra, ou de uma nota musical é a súbita irrupção do eterno no coração do instante.
E quando esse toque acontece, a vida deixa de ser mera sucessão de dias: torna-se rito, poema, oferenda.
Assim, a vida não é mero contentamento, mas gratidão por ter sido tocada pelo indizível.
É no epitáfio da alma que soube sentir, que ousou criar, que amou o belo apesar das ruínas, deve estar escrita apenas uma palavra: Alegria.
¹ Rainer Maria Rilke. Elegias de Duíno, I Elegia. Tradução de Paulo Quintela. Lisboa: Relógio D’Água, 2001.
"A beleza é o instante em que o espírito reconhece, com espanto, que a vida também da dor pode florescer."
Não faz sentido acreditar em Deus unicamente para evitar uma penalidade que sua própria crença ou religião lhe impõe; isso não representa fé verdadeira, mas sim egoísmo, desconhecimento ou temor!
Não é a quantidade de pronomes pessoais que usas diante Deus que faz a diferença, mas quando o pronome certo é pronunciado.
O fariseu usou pronome pessoal EU cinco vezes. O publicano, porém, usou-o apenas uma vez e para se acusar: " Deus, tem misericórdia de MIM, que sou pecador".
Lucas 18.13
Quando o espiritual não se faz presente na vida do indivíduo, ele preencherá essa lacuna com símbolos, para que o vazio de sua vida carnal não seja percebido.
A hereditariedade não faz parte da graça de Deus na vida dos filhos dos crentes; eles têm que ser alcançados por Cristo. A nós, como pais, cabe dar um bom exemplo de vida e orar por eles.
Achas que custa caro um profissional? É porque você não faz ideia do prejuízo que causa um incompetente.
