Faz de Conta Qu eu Acredito
Tenho fome de entender o que faz bem ao meu coração
Desperdício é ignorar quando me doou de paixão
Sinto dor por pensar que sou ineficiente
Não quero muito para a minha vida
Só o que é pertinente;
O inteiro ainda não se faz tão eficaz quanto ao meio de transporte mais sólido que há... A força de vontade, seguro, justo e verdadeiro!
Compreendo que desaprendi tudo que se faz inocente
A ignorância de ser adulto, para criança é ineficiente;
Um sentimento mal sucedido que não destrói o meu coração
Só me dá mais experiência e faz com que fique forte a minha paixão;
Não quero um amor faz de contas, não irei me conformar com um relacionamento passivo... Quero um amor selvagem daqueles que se faz quase impossível;
A tua covardia de se calar, no que se cala ou pelo medo de falar
Faz dos meus sentidos a frustração de me amar;
Quem não tem capricho no que faz ou não espera acontecer, deve entender que o que tiver que ser, vai ser;
