Faz de Conta Qu eu Acredito
A religião é o engano que nos faz tentar ver o invisível, mas cega os nossos olhos para nossa realidade!
No jardim da alma, o amor se faz flor,
Desabrochando em cores de um divino esplendor,
Canta o coração com doce fervor,
No compasso sagrado do eterno amor.
Nas matizes do céu, dançam os anjos,
Tece o destino em seus místicos banjos,
O amor é luz que nos guia enfim,
No firmamento, um brilho sem fim.
Oh, sublime amor, que vem e que vai,
Em cada estrela, em cada raio que cai
És o mistério que nos guia e nos faz sonhar,
Na jornada da vida, és o que nos faz amar.
Rios de paixão correm nas veias do ser,
Onde o coração, leve, começa a florescer,
Como a chama que não se apaga,
O amor é o caminho, o guia, a saga.
No silêncio profundo, na paz do entardecer,
O amor é o eco que nos faz compreender,
Que cada abraço, cada toque, cada olhar,
É a essência divina que nos ensina a amar.
E assim, no altar da nossa vida,
O amor é a luz, é a nossa lida,
Unidos em um cântico de pura verdade,
Vivemos o amor, a eterna divindade.
As religiões extremistas,dotadas do "Saber Supremo",cegam mais as massas do que lhes faz mostrar a Verdade Eterna!
A minha Mãe me ensina
Ela faz o que tem que ser.
Me ajuda a ter amor me ilumina,
Faz-me encontrar o viver.
Todos somos filhos e precisamos trabalhar
Dando força,coragem e sabedoria.
Capacidade para tolerar.
Os que não amam,tolerar
Que vivem na ignorância
Pois o amor não sabem valorizar
Vivendo na ganância!
Quando duas emoções pulsam,mesmo distantes, a simples saudade do sentir se faz o coração estar perto.
Vale mais aquele que usa poucas palavras e ganha do que o que faz um longo discurso e deixa os ouvintes sonolentos!
Cuide de quem te faz sorrir nos piores dias, porque nos melhores, você não precisa de ninguém para sorrir...
Quem não faz nada e nem se oferece para ajudar quem está fazendo não deveria reclamar!
Não reclame, proclame!
Está idéia que o tempo pode ser fatiado anualmente realmente faz com que as esperanças se renovem. Agora imaginem fazer isso no final de cada dia, criando uma expectativa nova para o dia seguinte, refletindo sobre os erros ou desafios não superados e realizando a correção e conquista no dia seguinte.
Não precisamos esperar terminar o ano para fazer diferente ou a diferença.
O milagre da renovação pode começar a cada dia se acreditarmos e fizermos a nossa parte ajudando uns aos outros.
Desejo para o dia-a-dia de cada um de nós, mais amor. Porque com ele e através dele tudo é possível, principalmente um mundo melhor!
Você fez a sua parte para alcançar a vitória, mas a pessoa ao lado não fez a dele. Estimule-o a fazer.
Se mesmo assim ele não fizer.
Não desista, insista, se preciso faça a parte dele e do outro até que a vitória aconteça!
O universo da escrita e suas interpretações por intermédio da leitura é algo que faz de nós, seres humanos, indivíduos capazes de transcender conhecimentos para além de nossas próprias existências no tempo e no espaço.
Algumas pessoas dizem que te amam, mas só te procuram quando tem algum interesse. E quem faz isso não te merece.
O amor verdadeiro é uma mistura de sentimentos e atitudes, portanto, se sou amada, quanto mais amada, mais correspondo. Se sou esquecida, também devo esquecer, pois amor é um reflexo no espelho.
Uma pessoa interesseira, geralmente é egoísta e ama fazer chantagem emocional para alcançar o objeto do seu desejo. Por este motivo, devemos ficar muito atentos e abrir bem os olhos, pois o amor não busca os próprios interesses.
Amor é expressão máxima de carinho e cuidado.
Colocar os bons sentimentos em palavras faz bem ao coração dos outros. Mas não bastam apenas palavras, é preciso completá-las com ações.
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E vivemos vadios da nossa realidade.
E estamos sempre fora dela porque estamos aqui.
Nota: Trecho do poema Não tenho pressa. Pressa de quê?, de Alberto Caeiro, um dos pseudônimos do poeta português Fernando Pessoa.
...MaisComo é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa – como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar.
Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência.
O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas, quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
