Faz de Conta Qu eu Acredito
Um sorriso vale mais que a justa opinião dos olhos encantados que alentam uma singela certeza, na qual aceite a apatia quando se tem;
A adoração não espera o momento que a diga que é escravo dos sentimentos, descuidando das ousadias;
No cansaço pensando em retroceder fez a covardia que tanto a paciência lhe aconselhou de forma indolente;
Fica a dica:
A medida das dificuldades se mostra difíceis, mas não tanto quanto o amor desmedido que a espera;
Um autodidata é um arrogante pela sua própria ignorância... De não estudar e mesmo assim saber do que não precisa saber...
Tolo é o homem que acha que necessita de bens materiais para viver
Mais adequado são sentimentos que de certo lhe dará equilíbrio na vida
O resto é consequência...
A palidez de sua avidez é a tolice meramente a um jogo de xadrez
Sem entendimento ou sem sentido que o faça vencer
Sem nitidez;
Vivo de esperanças
Para entender do por que
Por quê? Junto a meus versos
Sou mais seguro?
Por quê? Você se faz a fonte do meu querer?
Por quê? Sem você não sinto prazer?
Por quê? Somente com você é despertado a minha libido?
Por quê? Amar você e não casar por querer?
Por quê... Por quê?
Sou como me enxergam... Sem compreensão ou entendimento
Mas com a minha direção, superando quais querem...
Que sejam as dificuldades;
Não me ponha contra a parede
Não me constranja diante
Das suas inseguranças
Apenas confie... O quanto posso te fazer feliz;
Quando se é verdadeiramente sincero até sua dignidade se orgulha de sua clareza
Despertando qual quer sentimento de confiança que possa haver! Fortalecendo o respeito e admiração...
Empine-se e insinue-se para a minha admiração
Bagunce os meus pensamentos com loucuras
De forma que tire o meu chão
E abale o meu coração;
Exalto os teus detalhes íntimos, no qual me desperte a minha imaginação...
Demonstre as tuas inocências que de certo mostrarei os meus pecados
Que te faça realizada infinitamente em um prazer divino;
Você tanto me instiga que faz das minhas inspirações...
Uma declaração dos meus desejos a teu corpo
Recebendo um mérito no que tenha feito;
Passo mal de não ter feito o que queria fazer
Ou até morrer de arrependimentos
Mas de uma coisa que nunca
Ninguém poderá falar...
É que fui omisso ao amor;
Deixe-me dominar as tuas leis
E te fazer mulher outra vez
Desvendar-te em uma ação e reação
No qual, demonstre o sentimento do coração;
Desejo as tuas inocências
E tenho certeza de que queira as minhas indecências
Para que juntos possamos pecar... Pecar! E acima de tudo se conhecer e se amar;
Valorizar quem te ama...
É valorizar em verdades
A si mesmo
Para que adiante
O resto perceba
Que para ser feliz
Não é necessário
O resto!
Inutilmente o coração que ainda espera por uma retribuição
Que jamais chegará a acontecer... É o que mais sofre;
Que nossas asas ganhem sentido na urgência dos céus e não no medo dos abismos.
E no mesmo abismo que a noite cai, me perco na urgência de não ter sentido com medo dessas asas que forjam um céu duvidoso mencionado por ti;
Ser louco realmente não é rasgar dinheiro nem morrer de amor, mas viver as regras de quem não nos quer bem...
Chamam-me de louco pelo jeito que enxergo a vida, mas se esqueceram de que vivemos em um mundo em que a vida não nos pede lucidez;
Não seja escravo dos seus desejos, não aceite o inaceitável, mostre aos desejos da sua carne que quem manda é você e não o contrário;
Como desapaixonar, quando se está apaixonado por alguém que se acha ser o amor da sua vida?
Será que existe algum remédio para curar o que se pensava ser doença ou se enganar do que não havia?
Será que somos capazes de nos privarmos dos sentimentos afetivos?
Talvez as nossas escolhas sejam as verdades na qual, se tenha paciência noite sentimentos ou naquilo!
O brilho que você tem, vai ofuscar a arrogância e a soberba de muita gente que acha que é melhor que você... Meu bem;
