Faz de Conta Qu eu Acredito
0228 "Não se faça de vítima e pare de reclamar da falta de privacidade nas redes sociais. Quase tudo sobre você que lá está foi você quem incluiu ou autorizou ou permitiu e até gostou. Portanto, não se faça de vítima."
2139 📜 "Já que não vou ver o Brasil na Final da Copa 2026, gostaria de ver as provas do que alguns estão acusando como sendo Fraudes ou 'Roubos' em relação a Arbitragem e outras coisas. Será que nem isso verei?"
2208 📜 " 'Aparentemente muito Interessante. Mas... O Interessante mesmo (e de verdade) é que não acredito em nada do que aí está'. Foi o que eu disse para Ele, para Ela, para ambos e para quem mais chegasse!"
2268 📜 "Na falta de Heróis de Verdade, Alguns Comunistas insistem na Conversa (Fiada) de que Jesus era Comunista, HeHeHe. Que Forçação de Barra!"
"Por que esses Comunistas não indicam Marx e Engels como Heróis deles? Talvez porque ninguém vê Heróis em Fracassados... Principalmente eles. Poizé!
2377 📜 "Tentam mostrar Sabedoria, Humanismo, Espiritualidade e até Pleno Conhecimento do que Jesus e Deus esperam de nós. Mas falta o principal: Humildade, Desconfiômetro e Semancol para não ficarem oferecendo esse tipo de Conversa para quem não pediu. Por que falta isso? Hein?"
2462 📜 "Parece interessante o que você afirma. Parece eloquente e parece relevante. Pena que, do jeito que está, não me convence nem me desperta interesse, além do interesse em cobrar 'de onde V.Sa. tirou isso? Da sua cabeça? Da sua vontade?'
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Aguardo resposta... Isso é oqmetoca (oqmetoca.top) e Eu sou Assim (souassim.top)!"
2509 📜 "Por que maldizer, tentar apagar ou esquecer Meu Passado se ele foi excelente? Por que alguma Religião assim 'exige'? Por que padres e pastores querem assim? Por que está no Livro das Justificativas? Ora, que insensatez é essa? HeuHein!
1982 📜 "Quem (ou o que) nasceu primeiro? O idioma Inglês ou os Papagaios🦜 que repetem quase tudo em inglês?"
3100 📜 Alguém que larga o Brasil para ir viver no Paraguai, é exatamente o quê? O que será que essa gente diz em Casa? HeuHein!
Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.
Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.
Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.
E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.
Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.
Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.
Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.
Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.
Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.
Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.
Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.
Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.
Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.
Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!
Às vezes, as almas carentes e iludidas precisam tropeçar nas coisas simples para descobrirem que não são tão multifacetadas quanto se imaginam.
É preciso que elas tropecem justamente no óbvio — nas coisas simples, pequenas e cotidianas — para que o espelho da realidade se imponha sem filtros.
Não é a queda em si que dói, mas a revelação silenciosa que vem com ela.
A de que a complexidade que julgavam habitar era, muitas vezes, apenas um disfarce para vazios existenciais não encarados.
O tropeço no simples desarma personagens muito cuidadosamente construídos.
Ele desmonta discursos sofisticados…
Desmonta a vaidade dos rótulos e expõe o que ficou negligenciado: a dificuldade de lidar com limites, frustrações e com a própria incompletude.
Descobrir-se menos multifacetado do que se imaginava não é fracasso — é início.
É o ponto exato onde fantasia cede lugar à consciência.
Porque só quando a ilusão cai é que a alma tem chance de crescer de verdade.
E, curiosamente, é na simplicidade da vida — tantas vezes desprezada — que mora a lição mais profunda sobre quem realmente somos.
Enquanto
a FIFA pensa com os pés, os Futebolistas
não usam nem eles
nem as cabeças.
Quando o jogo passa a ser administrado mais como produto do que como arte, algo essencial começa a se perder.
O futebol, que nasceu da improvisação, da inteligência do corpo e da astúcia da mente, lentamente vai sendo comprimido em protocolos, métricas e decisões tomadas aos pontapés longe do gramado.
Quanto mais a engrenagem institucional tenta controlar o jogo, menos espaço sobra para os jogadores pensarem dentro dele.
Há uma ironia quase perfeita nisso: quando quem governa o futebol passa a “pensar com os pés”, transformando tudo em espetáculo coreografado, calendário saturado e regra calculada para o consumo, os protagonistas do campo acabam sendo treinados para obedecer mais do que para interpretar.
A criatividade cede lugar à execução mecânica; o gesto genial vira exceção, quando antes era linguagem.
O futebol sempre foi uma conversa entre pés e cabeça — entre instinto e inteligência.
Quando uma dessas partes é silenciada, o jogo continua existindo, mas algo de sua alma se dissipa.
A bola ainda rola — e até grita —, os estádios ainda vibram, os números ainda crescem.
Mas, pouco a pouco, o jogo deixa de ser pensado por quem joga e passa a ser apenas executado por quem mal assiste.
E talvez o sinal mais evidente disso seja quando os jogadores correm cada vez mais… enquanto o futebol parece pensar cada vez menos.
Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
Isso, vc me encanta, com o canto da sua alma, que de tão transparente, se mostra mais "gente" e mesmo distante e carente, ilumina a mente de quem pouco te conhece, moça surpreendente..
Sentada ao relento, a cabocla, depois da lida, desembaraçava os longos cabelos molhados esperando que o vento secasse também o pranto da saudade...
