Faz de Conta Qu eu Acredito
O monge que queria ver Cristo.
livro: Pontos e Contos
Irmão X.
Conta-nos Longfellow a história de um monge que passou muitos anos, rogando uma visão do Cristo. Certa manhã, quando orava, viu Jesus ao seu lado e caiu de joelhos, em jubilosa adoração.
No mesmo instante o sino do convento derramou-se em significativas badaladas. Era a hora de socorrer os doentes e aflitos, à porta da casa e, naquele momento, o trabalho lhe pertencia. O clérigo relutou, mas, com imenso esforço, levantou-se e foi cumprir as obrigações que Lhe competiam.
Serviu pacientemente ao povo, no grande portão do mosteiro, não obstante amargurado por haver interrompido a indefinível contemplação. Voltando, porém, à cela, após o dever cumprido, oh maravilha! Chorando e rindo de alegria, observou que o Senhor o aguardava no cubículo e, ajoelhando-se, de novo, no êxtase que o possuía, ouviu o Mestre que Lhe disse, bondoso:
“ - Se houvesses permanecido aqui, eu teria fugido.”
Assim, de nossa parte, dentro do ministério que hoje nos cabe, não nos é lícito desertar da luta e sim cooperar, dentro dela, para a vitória do Sumo Bem.
"O verdadeiro amor não enxerga status, conta bancária ou rótulos; ele enxerga a alma, o respeito e a nobreza de um coração sincero."
Ouço muitos dizerem: "não dependo de ninguém".
Mas olho ao redor e vejo que a conta não fecha.
O bebê depende dos pais; não nasce andando ou falando.
A criança precisa do professor para aprender o caminho.
O adolescente depende de uma oportunidade para o futuro alcançar.
E o adulto? O adulto precisa do chefe para trabalhar,
do motorista para o ônibus conduzir,
do vendedor, do caixa e de tantos outros trabalhadores.
Depende do cliente, do colega e, acima de tudo, de Deus.
A verdade é clara e a soberba não se sustenta:
somos feitos de conexões, e ninguém vence sozinho
Por do Sol
No Horizonte a penumbra da noite, em pequenos raios começa tomar conta do reino em que você reinava.
Seu brilho é ofuscado pela luz de sua amante.
Deixando apenas vestigios de sua beleza...
Logo, a saudade toma conta.
E a esperança de te reencontrar no amanha é a fonte que abastece meu coração.
Olho no Horizonte, apenas aguardando seu despertar, para mais um vez, eu me apaixonar...
Como sofremos de amor, como sofremos por nos entregarmos e permitirmos que outro ser tome conta de cada pedaço do nosso ser. Amar é um sofrimento, pois queremos ter o outro a cada instante pertinho da gente. Tudo isso faz parte, tudo isso servirá para encontrarmos em nós mesmo o amor puro e verdadeiro. Amar sem se entregar não é amar, é uma paixão que some da mesma forma que surge. O amor não, o amor surge e permanece intocável em nossos corações, nos tornando seres de luz e eternos.
Seu corpo colado ao meu, respiração ofegante, sussurros e o desejo tomando conta de nós. No calor do momento, existe apenas uma certeza: nós dois, perdidos um no outro.
Se for pra sofrer, que seja com shape!
🧠 Saúde emocional: Abalada
💸 Conta bancária: Penhorada
💔 Vida amorosa: Inexistente
💪 Treino: Em dia
A escuridão não tem o poder de apagar a sua luz, ela apenas te ensina a acendê-la por conta própria, com muito mais intensidade.
A solidão às vezes vem com voz de amigo. Sento-me com ela à mesa e aprendo a ouvir. Ela me conta segredos que o mundo esqueceu de me dizer. Quando me despeço, sinto que cresci um centímetro por dentro. É estranho, mas a solidão tem lições que a alegria não ensina.
A coragem de pedir ajuda é prova de sabedoria. Não é fraqueza admitir que não se dá conta de tudo. Quando pedi, recebi mãos que não perguntaram por que. E isso fez toda diferença na minha recuperação. Compartilhar é dividir o peso e multiplicar o passo.
Pensar por conta própria é a forma mais alta de coragem. Porque há menos perigo em obedecer, do que em despertar.
Cada vez mais por conta de uma internet sem regras e sem controle, principalmente no ocidente, o mundo inteiro está cada vez mais cheio de tarados, desajustados e sociopatas transvestidos em crianças e adolescentes. A certeza da impunidade pela menor idade, incentiva e glorifica de uma forma doentia e bastarda, estes animais selvagens em forma de gente. As exposições feitas por publicações documentais na internet chancelam ainda mais as perversões da crueldade contra a vida e a diversão do sofrimento e morte, nos graves e perturbadores desajustes comportamentais destes pré-humanos.
Algo precisa ser feito.
No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.
Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.
Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.
O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.
Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.
Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.
Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.
Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.
No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.
Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.
Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.
Felizes os que choram, porque serão consolados!
A peça
mais ignorada da
era moderna:
a Liberdade de Pensar Por Conta Própria.
Na vitrine da era moderna, a peça mais ignorada não é rara nem cara: é a liberdade de pensar por conta própria.
Ela não falta — é caprichosamente deixada de lado.
Troca-se o esforço do pensamento pelo conforto da opinião pronta, o risco da reflexão pelo abrigo das certezas emprestadas.
Pensar dói, cansa e nos expõe.
Concordar, não.
Vivemos tempos em que repetir é mais seguro do que questionar, e discordar já até virou afronta.
A liberdade de pensar exige silêncio, tempo e coragem — três luxos considerados improdutivos numa época que recompensa barulho, velocidade e alinhamento.
Quem pensa por conta própria, normalmente desagrada.
Não serve bem a rótulos, não marcha em fila, não ecoa slogans.
Por isso, essa liberdade é tão evitada: ela nos cobra muita responsabilidade.
Obriga-nos a sustentar ideias sem muletas, a errar sem terceirizar culpas e a rever posições sem chamar isso de fraqueza.
Talvez o maior sinal de maturidade não seja ter opinião sobre tudo, mas saber quando ela realmente nasceu de dentro — e não do medo de não pertencermos à manada.
Na era dos excessos de informações e das verdades fabricadas, pensar por conta própria virou um ato de resistência extremamente silenciosa.
E, ironicamente, um dos poucos espaços onde ainda é possível ser realmente livre.
A Liberdade de Pensar por Conta Própria começa ao desconfiarmos das certezas que nunca deram trabalho para questioná-las.
Porque tudo aquilo que chega pronto, embalado em convicção absoluta, raramente nos convida ao esforço do pensamento — apenas à aceitação.
E aceitar sem resistência pode ser confortável, mas dificilmente é libertador.
Pensar por conta própria exige atrito: com ideias, com crenças herdadas, com narrativas que parecem sólidas demais para serem tocadas.
Há uma sedução muito silenciosa nas certezas fáceis.
Elas nos poupam tempo, nos dão senso de pertencimento e nos protegem da dúvida — essa companheira incômoda, porém essencial.
No entanto, é justamente na dúvida que o pensamento crítico ganha fôlego.
É ali, no espaço entre o que vimos e ouvimos e o que conseguimos compreender por nós mesmos, que nasce a autonomia.
Desconfiar não é negar tudo, mas recusar o papel passivo diante do que nos é apresentado.
É fazer perguntas onde só existem respostas prontas.
É suportar o desconforto de não saber, em vez de se apegar a uma segurança artificial.
Afinal, ideias que nunca foram questionadas não são necessariamente verdadeiras — apenas bem empacotadas e acomodadas.
Pensar por conta própria não nos torna imunes ao erro, mas nos torna responsáveis por ele.
E talvez seja esse o preço — e ao mesmo tempo o privilégio — da liberdade de pensar: não apenas ter opiniões, mas construí-las com consciência, revisá-las com humildade e, quando necessário, ter coragem de abandoná-las.
Porque, no fim, a verdadeira liberdade não está em ter certezas inabaláveis, mas em não ser prisioneiro delas.
Pensando por conta própria, não é possível conceber que a nossa Soberania seja ameaçada sob nossos aplausos.
A história demonstra que nenhuma nação perde sua autonomia de uma só vez, de uma hora para outra.
As grandes transformações costumam ocorrer gradualmente, muitas vezes embaladas por discursos sedutores, promessas de progresso ou narrativas que apresentam a dependência como inevitável.
O que deveria despertar vigilância acaba sendo celebrado, e aquilo que representa uma concessão de poder é frequentemente confundido com modernização, conveniência ou alinhamento estratégico.
A soberania não se resume às fronteiras físicas.
Ela se manifesta na capacidade de um povo decidir seu próprio destino, definir suas prioridades, proteger seus recursos e preservar sua identidade cultural.
Quando decisões fundamentais passam a ser condicionadas por interesses externos — sejam econômicos, políticos, tecnológicos ou ideológicos — surge um questionamento inevitável: estamos exercendo nossa liberdade ou apenas ratificando escolhas feitas por outros?
O aspecto mais preocupante não é a pressão exercida de fora, mas a naturalização dessa pressão dentro de casa.
Quando uma sociedade deixa de questionar os impactos de determinadas interferências, quando o senso crítico é substituído pela repetição de discursos prontos, arrisca-se transformar a renúncia em virtude e a submissão em consenso.
Pensar com a própria cabeça exige muita disposição para confrontar narrativas confortáveis.
Exige reconhecer que a verdadeira independência demanda muita responsabilidade, discernimento e, sobretudo, coragem para discordar.
Uma nação verdadeiramente patriota e madura não aplaude aquilo que reduz sua capacidade de decidir.
Ela debate, analisa e pondera as consequências de cada passo.
A defesa da soberania não nasce do isolamento nem da rejeição ao mundo, mas da consciência de que cooperação não significa subordinação.
Relações internacionais, acordos e parcerias são instrumentos legítimos quando preservam a autonomia das partes envolvidas.
O problema surge quando a dependência passa a ser apresentada como condição permanente e desejável.
Por isso, a reflexão necessária é simples e profunda: antes de celebrar qualquer mudança, qualquer interferência, é preciso perguntar quem ganha, quem perde e qual parcela da nossa capacidade de escolha está sendo colocada sobre a mesa.
Afinal, povos livres não entregam sua soberania por imposição, mas podem perdê-la quando deixam de percebê-la como um valor inegociável.
Não
fique querendo dar conta de tudo, a ponto de não dar conta de você.
Há uma hora em que a gente precisa entender que ser forte também é saber parar.
Que responsabilidade não pode significar abandono de si mesmo.
E que não existe vitória em conseguir sustentar o mundo inteiro enquanto, por dentro, você desaba em silêncio.
A gente se acostuma a dizer “eu dou conta”, mesmo quando o corpo pede descanso, a mente pede silêncio e o coração pede colo.
Vai acumulando tarefas, problemas, expectativas e responsabilidades, como se admitir cansaço fosse sinal de fraqueza.
Mas definitivamente não é.
Você não precisa estar disponível o tempo todo.
Não precisa resolver tudo.
Nem precisa carregar sozinho aquilo que poderia ser dividido.
E, principalmente, não precisa se colocar sempre por último para provar que se importa com os outros.
Porque também é preciso cuidar de quem cuida.
Escutar quem sempre escuta.
Abraçar quem vive abraçando.
Perguntar “como você está?” para aquela pessoa que costuma responder “está tudo bem” antes mesmo de alguém perguntar.
Às vezes, a vida não está pedindo que você faça mais…
Está pedindo que você respire, desacelere e perceba que, enquanto tentava dar conta de tudo, talvez estivesse deixando de dar conta justamente daquilo que mais importa: você.
Então, se hoje estiver pesado demais, permita-se diminuir o ritmo.
Peça ajuda.
Diga não.
Descanse sem culpa.
Recomece quando puder.
Porque você não nasceu para ser uma máquina de resolver problemas.
Você também merece ser cuidado.
Se cuida!
