Faz de Conta Qu eu Acredito
O triste conto da baratinha;
Lá esta o jovem pai, noites a fio
conta para seu filho o conto da baratinha.
Quem quer ficar com esta baratinha que tem muito dinheiro na caixinha, e o coelho ligeiro
já gritou no desespero; eu quero, eu quero.
E a exausta baratinha continua; Quem quer ficar com esta baratinha que tem muito dinheiro na caixinha. E grita a sábia Coruja; eu quero, quero.
E assim termina o triste conta da baratinha se passaram 50 anos a jovem baratinha agora sozinha e já bem velhinha se despede com o dinheiro na sua caixinha, porém sem nem uma companhia. Morreu a baratinha não levou junto seu dinheiro nem deixou um companheiro muito menos filhos. O dinheiro ficou, coitada dessa baratinha se despediu da vida, mais sua fortuna aqui deixou. Fortuna é claro superficial, porque riqueza de saúde e alegria esta triste baratinha morreu e jamais conheceu...
No começo pode parecer difícil, mas você é forte e inteligente o suficiente, e vai dar conta! Seja Feliz!!!
Já perdi a conta de quantas noites em claro passei, em que cada uma delas pensei o quanto você me faz feliz.
E assim ponho-me em meu lugar, lembrando que sou só um mero aprendiz na arte de amar.
Já perdi a conta de quantas folhas
rasguei, rabisquei e reinventei pra descrever meus sentimentos por ti.
Mas a verdade aqui é que,
é um grande dilema escrever um poema, quando só se sabe sonhar.
Nunca despreze por conta do seu orgulho, a vaidade e o egoísmo quem um dia te deu valor, quando todos lhe deram as costas.
Mais tenha o amor e a humidade de honra lo, com as mesmas atitudes as quais foram imputadas.
Pois um dia você poderá descobrir que Perdeu para Sempre, um presente o qual Deus confiou a você amar, cuidar e respeitar.
O ciclo da vida é baseada numa roda gigante. Haverá momentos em que estarás por cima. Mais haverás momentos na sua vida em que estarás em baixo de tudo e de todos.
E quando passa dá conta. É hora de dizer: chega! Mudar o foco, ver a vida de outro ângulo com nítida clareza. Pois tudo que é essencial aos olhos, nem sempre é indispensável ao coração!
Vou fazer de conta que já me esqueci
dos dias mais quentes, das noites mais frias;
mas no fim de contas, o que faço aqui,
neste catavento cheio de avarias...?
Sopram na aragem ventos duma sorte
que tanto dominam laços corrompidos;
e vindos do nada, passam com desnorte
pelo catavento, junto aos meus ouvidos..
Faço que não oiço, porque fiz de conta
que já não sou eu, nem me reconheço;
oiço esses zunidos, com a cabeça tonta,
dou-me ao manifesto, dão-me qualquer preço...
Porém, contrafeito, tão-pouco me valho,
nesta condição, com um ar cinzento;
sou mais um andrajo, pareço um bandalho,
junto ao velho eixo deste catavento.
Tornei-me imensamente grata desde que me dei conta que, uma noite a mais sempre traz um dia a menos.
"Às vezes o meu olhar perde-se no vazio e fica triste por não mais te ver sorrir; sorriso contagioso era o teu. Já sorrias pra sempre".
Me aqueço com as luminosidades
divinas,
que como conta-gotas nos rega as esperanças.
Me firmo em Deus como raízes em troncos de fé,
Em tempos difíceis;
onde o inverno é incessante e frio, somente ele tem o poder de nos abraçar,esquentar,sossegar !
“Por conta da quantidade de profissionais disponíveis no mercado, as empresas têm sido exigentes cobrando cada vez mais qualidades e habilidades. E no mercado de bens e serviços serão escolhidos àqueles que tenham se preparado para produzir.“
Continue fazendo tudo o que todo o mundo quer, e um dia você vai acordar e se dar conta de que sua vida passou e você não fez nada do que gostaria de ter feito.
Os relacionamentos nem sempre melhoram, às vezes eles se degradam mas isso ainda conta como uma vitória, se tudo der certo no final.
Estava tentando ouvir umas músicas tristes de bad, e ao ouvi-las uma sensação estranha tomou conta de mim, ao mesmo tempo que eu me identificava com o que o compositor estava dizendo, eu me assustava com tamanha tristeza e melancolia que a música trazia entre elas ouvir de (quem é a culpa?), mas uma reflexão profunda tomou conta de mim quando a música pergunta "Quem é você, que eu não conheço mais"? E em seguida afirma: "Me apaixonei pelo que eu inventei de você", e agora pensei: na verdade a pessoa cuja razão foi a inspiração da música pode simplesmente não ter mudado, ainda é a mesma pessoa de quando ela o conheceu, o que mudou foi sua forma de enxergar o outro, nesse momento sua paixão passou e com ela seu efeito inebriante, então ela caiu em si, sua razão voltou a aflorar e agora ela percebeu que se apaixonou pelas suas invenções e não por quem de fato o cara era, e então e pensei: quantas vezes fazemos isso? Nos apaixonamos pelo que inventamos do outro e não pelo que o outro é ou faz, é preciso policiamento para não cairmos nesse erro maluco de apaixonarmos pelas invenções de nossa cabecinha pirada. CUIDEMOS DE NOSSOS PENSAMENTOS, SEJAMOS MAIS SÁBIOS, MENOS CEGOS E MAIS RACIONAIS.
