Faz de Conta Qu eu Acredito

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Luz que não se apaga


Lana e Ian,


um dia eu me escondi
para caber no mundo…
diminui quem eu era
para não incomodar.


Mas vocês foram criados diferentes.
Eu fiz o possível para que fossem pessoas radiantes,
confiantes e com personalidade...


A vida, às vezes, ensina pela dor —
mas eu peço a Deus
que vocês aprendam pelo amor.


Que a fé de vocês nunca se apague,
que a bondade não endureça
e que os seus corações
sempre reconheçam o que é verdadeiro.


Que rezem e agradeçam sempre.
Que orem pelas pessoas
e por todos os seres vivos,
para que fiquem sempre bem
e protegidos de todo o mal...


Nunca deixem de acreditar nas pessoas,
nunca guardem rancor
e ouçam os seus corações.


Que, com o tempo, aprendam
que as coisas ruins existem
para algo ainda maior...


Enfim, eu criei vocês para brilhar.


Que sejam sempre luz na vida de alguém.


Então, levantem sempre a cabeça,
estufem o peito
e andem como donos do mundo.


Não se diminuam.
Nunca.


Quem ama vocês de verdade
não caminha ao lado limitando —
corre para acompanhar.


E, se algum dia tudo parecer incerto,
olhem para dentro…
é lá que Deus sussurra.


No Reino de Deus,
nada se abaixa para caber —
só entra quem vibra na verdade.


Só quem for realmente capacitado fará parte.


Então, meus filhos, não se apaguem.
Brilhem e, simplesmente, sejam felizes...


Sabendo que sempre fizeram o melhor que puderam.


Eu amo vocês!


Edineurai SaMarSi

Depois que eu escolhi abrir diversos portais do conhecimento tenho voado alto, tenho alcançado o que antes imaginaria levar vidas para viver.

Que horas eu te pego?


Que horas eu te pego
pra roubar teu riso distraído na calçada, como quem não quer nada, mas quer tudo, principalmente esse teu jeito de ficar.


Que horas eu te pego
pra caber no intervalo do teu abraço,
onde o mundo desacelera sem pedir licença e o tempo aprende a esperar por nós.


Que horas eu te pego
pra dizer baixinho o que o silêncio já grita, que teu nome mora fácil no meu peito e faz casa em cada batida que eu dou.


Que horas eu te pego?
Porque desde que você chegou em mim, qualquer hora virou perfeita
— desde que seja contigo.

depois da porta (DC referência)


Eu nunca soube muito bem o que fazer quando alguém percebe que pode me destruir.


Talvez por isso eu tenha ficado.


Existe uma espécie de covardia bonita em continuar perto de quem conhece exatamente o lugar onde apertar. A pessoa nem precisa levantar a voz. Basta um silêncio diferente, uma resposta mais curta, aquele olhar que antes demorava um pouco mais. E pronto. O sujeito que jurava não depender de ninguém começa a procurar significado em migalhas.


Eu conheço esse lugar.


É estranho admitir que alguém pode morar dentro da gente sem pagar aluguel, sem pedir licença e, pior, sem sequer saber que possui uma chave.


Eu tentei transformar isso em orgulho.


Disse para mim mesmo que não precisava. Que conseguiria seguir. Que havia outras pessoas, outras noites, outras histórias esperando para acontecer. Fiz do desapego uma espécie de religião particular e passei a repetir suas regras sempre que sentia vontade de voltar.


Mas o corpo não entende discursos.


O corpo lembra.


Lembra da voz.
Do jeito de chegar.
Da presença ocupando um espaço que parecia ter sido construído exclusivamente para ela.


E então existe aquele segundo ridículo em que tudo volta.


Não como memória.


Como presença.


É aí que eu percebo o problema: talvez eu não queira ser libertado.


Talvez uma parte de mim ainda queira ser segurada.


Não porque eu não consiga ficar de pé, mas porque existe uma diferença absurda entre estar de pé e ter alguém por quem valha a pena cair.


Eu poderia mentir e dizer que quero alguém que nunca me faça perder o controle.


Não quero.


Eu quero alguém diante de quem meu controle pareça uma coisa pequena.


Alguém que atravesse minhas defesas sem precisar arrombá-las. Que veja toda essa pose de homem resolvido e perceba que, por trás dela, existe alguém que só queria encontrar um lugar onde não precisasse estar sempre pronto para ir embora.


Talvez seja isso que assusta.


Não amar.


Ser conhecido.


Porque quando alguém realmente conhece você, acaba a possibilidade de fingir que não sente.


E eu sinto.


Sinto até quando finjo que não.


Então, se algum dia eu voltar para aquela porta, não será porque esqueci tudo o que aconteceu.


Será justamente porque lembrei.


Porque existem pessoas que a gente supera.


E existem aquelas que permanecem como uma música tocando baixinho em algum cômodo da casa, você pode sair, fechar a porta, mudar de endereço, começar outra vida.


Mas, de vez em quando, no meio da madrugada, ainda consegue ouvir.


E talvez eu ainda esteja ouvindo.


Talvez seja por isso que, mesmo sabendo o quanto isso me desarma, uma parte de mim ainda sussurra:


fica.


Não precisa me salvar.


Só não solta agora.

⁠Todos os reis e rainhas da história enviaram seu povo para morrer por eles. Eu só conheço um Rei que decidiu morrer por seu povo.

⁠eu sou aquele tipo de pessoa que fica feliz com a felicidade dos outros; eu gosto disso.
sempre que posso incentivar, incentivo.
torço pelo sucesso alheio, mesmo que a mim ele não pertença.
até porque um dia, cada um vai ter o que merece, colhendo aquilo que tá plantando, e não faço isso porque pode se virar contra mim; muito pelo contrário, faço por que gosto, me sinto bem, e sei que cada ser humano tem sua vida individual.
o meu vai ser meu.
o do outro, a ele pertence.
no final, a vida organiza cada coisa no seu devido lugar.

⁠Meu crush todo desajeitado tentando puxar assunto e eu aqui pensando e só querendo uma coisa ... que ele puxasse o meu cabelo, me pegasse de jeito .. é que já faz tanto tempo que imagino lhe dando uns agarros ... Vê se fala menos e age mais... desenrola essa pipa logo .. da linha nesse romance.. me beija que eu não tô pra diálogo.. .

Enquanto eu fumava na sacada
Observava ela no sofá
Ela estava adormecida
Era tão linda que eu sorri
Então tomei um gole do meu café
Dei um trago no meu cigarro
E ali tive certeza que era o fim..
Aquele momento se tornou eterno
E não nós...

"O meu ponto de partida não define o meu ponto de chegada. Eu sou maior que o meu pior dia."

Eu pensei muito se deveria escrever isso.


Talvez eu nem tenha o direito de esperar que você queira ouvir alguma coisa de mim depois da forma como agi, mas existe algo que eu gostaria de te dizer, independentemente de qualquer coisa que aconteça daqui para frente.


Eu sinto muito.


Sinto muito pela maneira como te tratei naquele momento em que você decidiu se abrir comigo. Você estava sendo vulnerável, confiando em mim para mostrar uma parte sua, e, em vez de te acolher, eu fui frio, grosseiro e arrogante.


Quando você precisava de alguém que simplesmente estivesse ali para te ouvir, eu respondi como se aquilo fosse um problema que você tivesse colocado nas minhas mãos para eu resolver. Hoje eu consigo perceber o quanto isso foi injusto com você.


Eu disse que aquilo era um problema que apenas você poderia resolver. Talvez exista alguma verdade nisso, porque ninguém pode viver a vida de outra pessoa ou resolver seus problemas por ela. Mas eu usei uma verdade como uma forma de me afastar de você naquele momento.


Eu confundi não ser responsável pelos seus problemas com não precisar ser responsável pela maneira como eu te tratava enquanto você falava deles.


E eu estava errado.


Você não estava necessariamente me pedindo uma solução. Talvez só estivesse procurando um pouco de compreensão, um lugar seguro para falar, alguém que dissesse: "Eu estou aqui. Pode falar."


E eu não fui essa pessoa.


O que aconteceu antes explica algumas das minhas reações, mas não torna justo aquilo que fiz com você. Você não era aquela pessoa. Você não merecia receber de mim o peso de uma história que não era sua.


E talvez essa seja uma das coisas mais importantes que eu aprendi com tudo isso.


Eu percebi que posso me importar profundamente com alguém sem carregar os problemas dessa pessoa. Posso ouvir sem tentar consertar. Posso acolher sem assumir responsabilidades que não são minhas. Posso estabelecer limites sem precisar ser frio.


E, principalmente, posso escolher ser gentil mesmo quando alguma coisa dentro de mim está com medo de se machucar novamente.


Eu queria ter entendido isso naquele momento. Queria ter respondido diferente. Queria ter olhado para você e percebido que, naquele instante, você não precisava de uma resposta perfeita.


Você precisava apenas ser ouvida.


E eu sinto muito por não ter percebido.


Também quero te dizer uma coisa sobre você.


Nós nos conhecemos pouco, e justamente por isso eu não quero fingir que conheço toda a sua história ou colocar sobre você sentimentos e expectativas que talvez não correspondam à realidade. Mas o pouco que conheci foi suficiente para perceber que havia algo muito especial em você.


A maneira como você se abriu comigo, a sua sensibilidade e a confiança que teve para mostrar uma parte vulnerável de si foram coisas que ficaram comigo.


Talvez seja por isso que tudo tenha me atingido tanto depois.


Eu fiquei pensando no que poderia ter acontecido se eu tivesse sido diferente naquele momento. Pensei em como seria continuar te conhecendo, descobrir suas pequenas manias, suas histórias, as coisas que te fazem rir, os seus sonhos, os seus medos.


Minha cabeça chegou até a imaginar futuros que nunca existiram.


Mas eu também percebi que não quero transformar uma possibilidade em uma certeza que nunca tivemos.


Você foi alguém que eu tive a oportunidade de conhecer, e talvez essa oportunidade tenha terminado ali.Talvez não, eu não sei.


E, pela primeira vez, acho que consigo aceitar que não cabe a mim decidir isso.


Se algum dia você quiser me perdoar, eu vou ficar feliz. Se algum dia quiser conversar comigo novamente, eu vou receber isso com carinho.


Estou escrevendo porque você merecia um pedido de desculpas que eu não fui capaz de te dar naquele momento.


E porque eu precisava reconhecer, para mim mesmo, que eu errei.


Eu não sei se algum dia você vai conhecer uma versão diferente de mim.


Mas eu espero que, independentemente de você estar ou não na minha vida, eu consiga me tornar essa pessoa.


Uma pessoa que sabe ouvir.


Que sabe acolher.


Que sabe colocar limites sem machucar.


Que não foge da vulnerabilidade.


Que não transforma medo em arrogância.


E que, quando perceber que machucou alguém, tenha coragem suficiente para admitir.


Eu gostaria muito que as circunstâncias tivessem sido diferentes entre nós.


Mas, se essa for a única coisa que ficou dessa história, espero que pelo menos tenha servido para me ensinar algo que eu precisava aprender.


Obrigado por ter confiado em mim naquele momento, mesmo que eu não tenha sabido honrar essa confiança.


E me desculpa por ter feito você se sentir menos acolhida justamente quando estava tentando se mostrar para mim.


E, se algum dia nossos caminhos se encontrarem novamente, espero poder te encontrar sendo uma versão melhor de mim.

“Como eu não poderia amar minha mãe com todas as minhas forças?
Se o próprio Deus declarou que o amor de uma mãe é o amor humano que mais se compara ao Seu.
E, cá entre nós, Deus me deu o privilégio de ter uma mãe extraordinária. Foi ela quem escolheu um pai incrível e Deus me presenteou com irmãos maravilhosos.
Sou imensamente grato a Deus por essa família.”

Quem disse que almas gêmeas não existem, certamente nunca sentiu o que eu sinto ao te abraçar. Quem falou que apenas os opostos se atraem, ou quem disse que beleza é tudo na vida, esqueceu que a verdadeira essência está na alma, e não por fora. A beleza real nasce do encontro de dois corações que vibram na mesma frequência.
​Você é a prova de que o amor não precisa de contratos para ser eterno, nem de regras para ser real. É na nossa paz, no nosso compartilhar e na nossa sintonia que eu encontro o meu porto seguro. Amar você não é apenas um querer, é um reconhecimento: o meu coração finalmente encontrou o lugar onde ele sempre deveria estar.

Se te amar é sonhar, eu aceito o cansaço eterno. Acordar seria perder a única parte do meu dia que realmente vale a pena.

Não quero ser o seu dono e nem o seu escravo: eu quero ser o seu par, caminhando lado a lado sem que ninguém precise ditar o passo.

pródigo.

Eu não pareço com ele.

Pelo menos não quando me olho.

Algumas pessoas dizem que sim.

Dizem que existe alguma coisa no meu rosto, no meu jeito, em alguma expressão que faço sem perceber.

Eu escuto.

Talvez elas estejam certas.

Talvez exista alguma coisa.

Mas eu nunca soube enxergar.

Quando olho para mim, não vejo ele.

Vejo a mim.

E talvez seja justamente isso que me faça pensar tanto nele.

Porque, se existe alguma coisa que eu realmente herdei, não foram os olhos, nem a voz, nem o rosto.

Foram os vícios.

Os malditos vícios.

Talvez essa tenha sido a única herança que encontrou um jeito de chegar até mim.

E é estranho pensar nisso.

Porque eu não herdei as conversas que poderiam ter existido.

Não herdei conselhos.

Não herdei lembranças de infância ao lado dele.

Não herdei aquelas pequenas coisas que parecem tão banais até você perceber que passou a vida inteira sem elas.

Mas herdei isso.

E, as vezes, parece que meu próprio corpo conhece caminhos que eu nunca quis aprender.

Eu tento parar.

Consigo por um tempo.

Depois volto.

E quando volto, existe aquela sensação incômoda de que talvez eu esteja repetindo alguma coisa que começou muito antes de mim.

É aí que ele aparece.

Não na minha frente.

Dentro da minha cabeça.

No subconsciente.

Naquela parte de mim que funciona antes que eu consiga pensar.

Uma reação.

Um impulso.

Uma escolha.

E, por um segundo, eu paro e penso:

“Isso veio de mim?”

Ou veio dele?

Eu odeio não saber.

Talvez seja por isso que eu não consiga perdoá-lo.

Não é só pela ausência.

É pelo que a ausência deixou.

Porque é fácil imaginar que alguém que foi embora simplesmente desapareceu.

O problema é quando a pessoa vai embora e alguma coisa dela continua funcionando dentro de você.

Aí você não sabe mais se está tentando esquecer alguém ou tentando arrancar uma parte de si mesmo.

E eu não quero ser ele.

Nunca quis.

Não quero olhar para as minhas próprias mãos e encontrar as escolhas dele.

Não quero reconhecer nele aquilo que existe em mim.

Não quero que os meus erros tenham o nome dele escondido em algum lugar.

Mas talvez eu precise admitir uma coisa.

Talvez algumas pessoas estejam certas.

Talvez eu realmente carregue alguma coisa dele.

Só que não é isso que me define.

Porque eu também carrego tudo o que veio depois.

As pessoas que me ensinaram.

As que me machucaram.

As que eu amei.

As escolhas que fiz sozinho.

As vezes em que consegui ser diferente.

As vezes em que falhei.

Tudo isso também sou eu.

E talvez seja essa a parte que ele nunca vai conseguir tocar.

Ele pode ter deixado os vícios.

Pode ter deixado perguntas.

Pode ter deixado uma raiva que ainda não sei onde colocar.

Mas não pode decidir o que eu faço com tudo isso.

Talvez eu nunca consiga perdoá-lo.

Talvez um dia consiga.

Hoje eu não sei.

E talvez eu não precise saber.

Porque perdoar não pode significar fingir que nada aconteceu.

Nem transformar ausência em presença só porque seria mais bonito contar a história assim.

Ele não esteve.

Isso também faz parte da história.

E eu não preciso inventar outra para conseguir seguir.

Talvez um dia eu consiga me livrar de tudo aquilo que herdei sem escolher.

Talvez um dia eu olhe para algum vício e não reconheça nele nenhuma sombra.

Talvez eu consiga pensar nele sem sentir que alguma coisa dentro de mim se contrai.

Mas, enquanto esse dia não chega, eu continuo tentando.

Não para provar que sou diferente dele.

Mas porque quero descobrir quem eu seria se não precisasse passar tanto tempo tentando não ser.

Porque eu não sou ele.

Mesmo que exista alguma coisa dele em mim.

Mesmo que às vezes eu me reconheça em coisas que gostaria de não reconhecer.

Mesmo que o subconsciente ainda saiba o nome dele.

Ele pode fazer parte daquilo que explica de onde eu vim.

Mas não precisa fazer parte daquilo que eu vou me tornar.

E talvez seja isso que eu esteja tentando aprender:

eu não escolhi o que herdei.

Mas ainda posso escolher o que fica.

Mundo, fique com seu dinheiro,
com sua fama, seu sucesso,
sua glória sou verdadeiro,
eu não quero...
Mundo, você é da hora,
mas de tudo isso para quem te adora!

De tudo que eu queria ser


Eu não queria ser alimento,
nem resposta à fome em você.
Não queria ser o prato servido
àquilo que não sabe se conter.


Por muito tempo, talvez eu tenha pensado
que era preciso oferecer pedaços de mim,
para que o apetite dos outros, saciado,
enfim encontrasse um fim.


Mas hoje eu sei, com clareza e verdade:


não quero ser carne,
nem corpo exposto ao olhar,
nem presença invadida
por quem só sabe tomar.


Não quero ser usada,
rasgada, consumida,
só porque alguém não aprendeu
a cuidar da própria ferida.


Eu tenho limites,
tenho medo e frustração,
tenho partes que não entrego
sem antes tê-las nas mãos.


Há pedaços de mim
que ainda estou a conhecer,
e não posso oferecê-los
quando ainda não sei ser.


Também há coisas que só consigo dar
quando algo chega até mim;
só consigo abrir minhas portas
quando encontro espaço, enfim.


Só me entrego quando recebo,
só floresço em conexão,
só me abro por inteiro
onde existe acolhimento e mão.


Não me entrego ao vazio,
nem à pressa de quem quer tomar.
Minha entrega nasce do encontro,
do cuidado que sabe esperar.


Nasce do toque delicado,
da presença que sabe ficar,
de um abraço que me alcança,
de um beijo que sabe chegar.


Porque eu não nasci
para a fome dos outros saciar.
Não sou pedaço, nem promessa,
nem lugar para alguém se alimentar.


Eu nasci para o encontro,
para a troca e a comunhão;
não para ser consumida,
mas para viver reciprocidade no coração.

"Se você acreditar eu vou lá e faço." (Deus)


Sinais...Eu já entendi.
A frase "aleatória" além de ser uma resposta Dele é para ser colocada em um lugar específico e assim eu o farei.


O pedido de todos os dias deve ser: Me dê Sabedoria e Entendimento, me dê o dom da interpretação.

⁠" Essa pequena viagem…
Nunca foi sobre eu e vc…
Sempre foi sobre mim…
Eu me vi tanto em vc…
Que acabei me perdendo...
Então precisei retornar…
E quando me reencontrei…
Eu te perdi".

O amor que deixei ir era a minha liberdade, mas eu estava ocupada demais tentando curar quem não queria ser curado.