Faz de Conta Qu eu Acredito

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Hoje se inicia um novo ciclo na sua vida, um novo ano e eu vim te desejar uma chuva de bênçãos e vitórias. Que a sua vida seja iluminada como as velas da sua torta, e que cada velinha acesa seja uma bênção a ser alcançada. Feliz aniversário!

Eu poderia te desejar tantas coisas para que
esse final de semana fosse perfeito...
Mas pensei aqui comigo e cheguei a conclusão
que você precisa apenas de uma única coisa:
DEUS porque quando você tem Ele na tua vida,
não precisa de mais nada, pois você tem tudo!

Minha fé morreu, mas não antes de matar tudo aquilo em que eu acreditava.

Eu sobrevivi
há dias em que ninguém me viu sangrar.
Sorri com a alma em pedaços,
andei sem rumo,
calei gritos,
engoli dores.

O mundo não foi leve comigo,
mas eu fui mais forte que ele.
Porque quem carrega fé no peito
não desiste,
ressurge.

Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.

Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.

Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.

Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.

✍🏻DESDE quando eu deixei de me preocupar com o que as outras pessoas pensam a meu respeito?
DESDE SEMPRE!
🕉️👁️💓💖🤝😯

Com a mochila pesada de querer E o peito aberto, sem ter onde pousar Eu atravessei estados de espírito pra te ver Fiz do seu abraço o meu único lugar Não trouxe mapa, nem guia, nem direção Só a bússola quebrada do meu coração.

Eu te amo com a força de um temporal Uma intensidade que o tempo não consome Sou um clandestino, um retirante emocional Que cruza o deserto só pra ouvir teu nome Sem visto, sem porto, fugindo da solidão Buscando asilo no vão da tua mão.

Deixei pra trás a terra seca do que fui Na esperança de inundar o meu olhar no teu O amor é o rio que em silêncio me conduz E o resto do mundo, a estrada esqueceu Sou estrangeiro em qualquer outra morada Se não for no teu beijo, eu não sou nada.

Se a saudade é barreira, eu pulo o muro Se o medo é cansaço, eu sigo no escuro Minha única bagagem é essa vontade louca De ser o habitante do sorriso da tua boca.

Eu te amo com a força de um temporal Uma intensidade que o tempo não consome Sou um clandestino, um retirante emocional Que cruza o deserto só pra ouvir teu nome Sem visto, sem porto, fugindo da solidão Buscando asilo no vão da tua mão.

Retirante da dor, clandestino da paz... Quanto mais eu te amo, mais eu quero mais. (Sobe o som do violão e desaparece aos poucos)

A perfeita lua que você viu a noite, eu fui buscar no meu sonho mais profundo.

Se for para viver em um circo eu prefiro ser o palhaço.

NO REGRETS

Será mesmo que temos algo a falar quando perdemos um irmão? Eu queria tentar…

Essa foto representa algo chamado intensidade, a intensidade de quem viveu cada dia como se fosse o primeiro. E é com lágrimas nos olhos que vou tentar falar um pouquinho sobre o que eu sempre levei de você e só percebi quando você me deixou. O que eu aprendi com você em Chiquinho!?

Com certeza a ser intenso. Sabe quando levamos a vida a um próximo patamar a todo momento que conseguimos? Levamos a sério todos os momentos porque amamos viver? Isso é assumir a responsabilidade por sempre apostar alto! E como você apostou heim! Podem nos chamar de loucos ou insanos, mas quem nunca pensou e não tomou atitude!? Cara como você me ensinou sobre o poder da ação. Que pensar é totalmente diferente de agir e temos que ter muita coragem pra agir, pois na intimidade do pensamento as vezes ficamos presos a nossos medos. E nenhuma relação saudável é sustentada pelo medo não é mesmo? Hoje eu sei que apostar alto na ação é reconhecer o mito do tempo. Quem se recusa a reconhecer que o tempo é presente do passado, presente do presente e presente do futuro está fadado a viver confiando em um falso tempo verbal!

Foi você que me tornou lindo, mesmo sendo feio, inteligente, mesmo sendo burro e além de tudo especial. Quantas pessoas se sentiram assim de seu lado em? Priorizando sempre a essência de quem estava ao seu redor. Se você sentisse cada abraço que me deram mesmo sem me conhecer. Diziam: “Você é o irmão de Fracisco né? Ele sempre dizia o quanto seus irmãos eram lindos”. Com certeza você sentiria a paz que senti de que você viveu totalmente sem arrependimentos.

Obrigado irmão por sempre trazer esse sorriso lindo em seu rosto! Desconheço um lugar onde você chegou e as pessoas não começaram a rir. Na uti eu só conseguia ver você levantando e fazendo alguma piada e todos os médicos e enfermeiros sorrindo. E mostrando que foi apenas mais uma de suas palhaçadas. De qualquer forma obrigado por lutar pela vida só pra que a família pudesse se despedir. E é assim que eu vou te levar dentro de mim e de todas as conquistas que eu concretizar em minha vida. Você foi e sempre será o cara que mais confiou em meu potencial, portanto eu não farei feio. Acredite!

Estou muito triste pela saudade que vai deixar o seu sorriso, mas tranquilo porque assim como você continuarei a viver uma vida intensa e “sem arrependimentos”. Não custa repetir algo que sempre falo e levo comigo: “Deixem as pessoas que vocês amam com tudo de mais intenso e verdadeiro, pois as vezes a vida nos tira essa possibilidade”. No entanto, com você ocorreu totalmente diferente, pois plantou tanto amor que não podia ser diferente, foi e continuará sendo muito amado!

Desejo a todos vocês nesse ano novo uma vida plena de momentos intensos! Eu procurei em minha memória e me perdi na quantidade de momentos que tive com meu irmão! Foi assim que eu percebi que a vida não se resume a idade, ela se resume a quantidade de memórias que valem a pena ser lembradas e obras que você deixou pelo mundo. Essas resistem até a materialidade de nossos frágeis corpos. Vai em paz irmão! Seu irmão ficou aqui vivendo essa babilônia …

Te amo

Átila Belens – Um cara que perdeu seu irmão, mas que não perdeu seu amor!

Post Scriptum:

"O tempo ensina, mas te mata
A fome engana, mas te convém
Um olho no abismo, o outro no asfalto
A vida é a ponte pro outro lado"

Não é um conceito que eu criei; é um conceito que evoluiu comigo.

Eu gosto muito de dinheiro.
Mas amo amigos verdadeiros.
Aqueles que nem o dinheiro pode comprar.

Coisas na vida
Fazem parte da obra.
Eu vi o super man que voava
Em uma cadeira de rodas

Eu queria ser o seu pensamento,
de não ter pensado isso antes.

Eu nunca te disse.
E talvez nunca diga.
Há sentimentos que não nasceram para o mundo,
apenas para o silêncio seguro do peito.
O nosso romance nunca teve datas,
não teve promessas,
não teve mãos dadas em público
nem futuros desenhados em voz alta.
Mas teve tudo aquilo que importa
quando ninguém está olhando.
Eu te amei em pensamentos.
Te cuidei em silêncio.
Te desejei com respeito
e te guardei como quem guarda algo sagrado.
Enquanto o mundo seguia,
eu te carregava comigo —
nas músicas que doíam bonito,
nos olhares que demoravam um segundo a mais,
nas palavras que eu nunca tive coragem de dizer.
Talvez você nunca saiba,
mas houve alguém que te escolheu todos os dias
sem nunca poder te escolher de verdade.
Alguém que te amou sem tocar,
que te quis sem pedir,
que te deixou ir…
mesmo querendo ficar.
Esse amor não pede nada.
Não cobra, não invade, não prende.
Ele apenas existe —
como um segredo a sete chaves
que o coração insiste em proteger.
E se um dia, sem motivo aparente,
você sentir um aperto doce no peito,
uma saudade sem lembrança,
ou um carinho que parece vir do nada…
talvez seja só esse amor aqui,
quieto, eterno,
te lembrando que você foi —
e sempre será —
inesquecível.

Eu nunca soube exatamente o nome do que senti.
Talvez porque alguns sentimentos não gostam de rótulos.
Eles apenas existem…
e ocupam um espaço silencioso dentro da gente.
O que eu guardo em mim é que todo esse sentimento
nunca precisou ser real para ser verdadeiro.
Não foi romance assumido,
mas também nunca foi apenas amizade comum.
Era algo no meio —
um cuidado maior,
uma presença constante,
um afeto que não pedia explicação.
Eu me importei com você de um jeito que não se ensina.
Te pensei nos detalhes pequenos,
te desejei felicidade mesmo quando isso não me incluía,
te protegi em pensamentos
como quem protege algo precioso demais para expor.
Talvez você nunca tenha percebido,
mas houve alguém que te escolheu no silêncio.
Que se preocupou mais do que demonstrou.
Que sentiu ciúmes sem ter direito.
Que ficou…
mesmo quando a lógica dizia para ir.
Não sei dizer se isso era amor
ou apenas uma amizade tão profunda
que parecia ultrapassar os limites do nome.
Só sei que doeu bonito.
E que ficou.
Se um dia você se perguntar
por que certas pessoas marcam a nossa vida
sem nunca terem sido “algo”,
talvez seja isso.
Laços que não se definem,
mas que nunca se desfazem.
E se ao ler isso
seu coração apertar de leve,
como se alguém estivesse falando de você…
talvez seja porque, em algum momento,
você também foi tudo
para alguém que nunca te pediu nada.

Se Deus não estiver à frente, eu não sigo.

Na sombra da morte eu ou você.

Na sombra da morte, eu respiro e sinto a dor.
O silêncio grita, eu não fico em silêncio observando a dor.
Todos ao redor, com máscaras de dor sorrindo disfarçando os sentimentos
Vivem na escuridão, com o coração em chamas

Doenças pairam, acidentes acontece
A qualquer instante, o fim pode chegar
Perder alguém, pensar em perder alguém, e a dor que não some
Na sombra da morte, eu me perco

Viver a cada dia, com alma e coração em melancolia.
Na sombra da morte, a minha revolução, se é comigo peço perdão antes que me leve.
Luz na escuridão, grito na multidão
Vida é um sopro, na sombra da morte

Mas na penumbra, uma luz se acende
No toque de quem vive, no que a gente aprende
Dores e perdas, fazem a gente crescer e refletir
Na sombra da morte, eu vou viver ou morrer

Na sombra da morte, a vida é um nome de um conhecido
Mas eu não vou parar, vou seguir o som
Na sombra da morte, eu vou respirar para não chorar será impossível não chorar
Viver a cada dia, com alma e coração esperando não acontecer

Na sombra da morte, Banda corvo negro.

Eu corro pra não ficar gordo.


Vídeo Game é meu esporte.

Eu não perdi a fé.
Eu perdi a paciência com sistemas que exigem que eu me diminua para existir.
Durante muito tempo achei que meu conflito era espiritual. Depois entendi que era ético. E, mais tarde, estrutural. Meu problema nunca foi Jesus — foi o que fizeram dele.
Eu não consigo aceitar um cristianismo que transforma sofrimento em virtude, culpa em pedagogia e obediência em salvação. Não consigo entrar numa igreja e ver um corpo torturado pendurado na cruz como se aquilo fosse a imagem máxima do amor. Já sofri o suficiente. Não preciso venerar dor para aprender nada sobre a vida.
Vejo Jesus como um homem ético, valoroso, radical na sua forma de existir. Mas não sei — e talvez nunca saibamos — quem ele foi de fato. O que temos são textos escritos décadas depois, atravessados por interesses, disputas e necessidades teológicas. A Bíblia não é mentira; é parcial. E toda leitura honesta começa reconhecendo isso.
Questiono os milagres, a ressurreição, a ideia de “filho único de Deus”. Se todos não somos filhos, então a ética já nasce hierárquica. E eu desconfio profundamente de hierarquias — sobretudo das que se dizem sagradas.
A lógica do sacrifício me repugna. A ideia de que alguém precisava morrer para redimir outros normaliza a violência e santifica o sofrimento. Quando sofrer vira caminho espiritual, alguém sempre lucra com a dor alheia. Historicamente, isso custou vidas demais: santos, hereges, mulheres, povos inteiros queimados em nome de uma verdade absoluta.
Se o cristianismo não tivesse virado instituição, talvez menos gente tivesse morrido. O problema não foi a fé — foi a certeza organizada, a moral transformada em poder, a ética convertida em doutrina obrigatória. Quando Paulo transforma um modo de vida em sistema universal, nasce também a infraestrutura do controle.
Eu vivi isso de perto. Participei de um grupo espiritual hierárquico, cheio de regras morais e títulos vazios. Vi pessoas competentes serem diminuídas enquanto figuras no topo eram blindadas. Vi pequenos comportamentos virarem pecado enquanto desvios financeiros eram espiritualizados. Vi exploração financeira travestida de ritual. E quando eu consegui nomear isso — exploração — acabou. Não dá para desver.
Aprendi que, em sistemas assim, o valor não vem do que você é, mas do quanto você se submete. Não se mede ética; mede-se adesão. E quando o sagrado começa a exigir dinheiro, silêncio e obediência como prova de elevação, ele já virou negócio.
Também não suporto o cristianismo do grito, do espetáculo emocional, do testemunho que transforma Deus em corretor imobiliário. “Rezei e ganhei um carro”, “orei e recebi uma casa”. Esse Deus é milionário — e seletivo. Para uns, bens. Para outros, silêncio. Para muitos, culpa.
Minha ética não suporta isso. Não acredito num Deus que recompensa privilégio e chama exclusão de mistério. Não acredito em perdão obrigatório que protege canalhas e regula quem já foi ferido demais. Perdão sem responsabilização não é virtude; é licença.
Hoje eu sei: pensar assim tem custo. Perdi pertencimentos. Fiquei fora. Virei a pessoa que observa em vez de ajoelhar. Mas não perdi a mim mesma. Aprendi a impor limites, a dizer “isso não diz nada para mim”, a não desaparecer para manter harmonia.
Se isso me coloca fora do cristianismo tradicional, que seja. Prefiro uma ética sem joelho no chão a uma fé que exige autoapagamento. Prefiro não saber certezas confortáveis a aceitar mentiras que me adoecem.
Não escrevo para convencer.
Escrevo para não me trair.
Se existe alguma espiritualidade possível para mim, ela não passa pela sacralização da dor, nem pela hierarquia, nem pelo medo. Passa pela dignidade. E isso, eu não negocio.