Faz de Conta Qu eu Acredito

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Se eu fosse mosca, aprenderia entre gigantes distraídos que a empatia protege.

©13 jun.1995 | Luís Filipe Ribães Monteiro

eu nunca vou esqueser de vc july⁠

Pode-se cogitar a felicidade, sim; mas o amor é, no fim, a única evidência que nos resta. E eu, por infortúnio ou graça, amo-te sem a menor sombra de apelação.

Vamos ver em quantos pedaços eu consigo te cortar.

Um turbilhão de pensamentos rodam minha mente,
entre esses giros, eu penso em você
não que você seja apenas mais um,
só é o que eu mais gosto de pensar

D.F

Eternidade do Nada


(Letra original por Maycon Oliveira dos Santos)


Eu vi o tempo se curvar diante dos meus pensamentos,
Transformei o silêncio em direção.
Há mil verdades presas no vento,
E eu aprendi a ouvir a contradição.


Eu sei o que é cair em ruínas e erguer castelos com o olhar,
Sei quando o mundo cala, é hora de falar.


Porque eu faço da ausência, presença,
Da dor, uma promessa que ascende.
Eu crio eternidade do nada,
E transformo o vazio em chama ardente.
Eu faço da sombra, luz,
E do fim, um novo início — consciente.


Aprendi a amar o caos como um velho amigo,
Ele me ensina onde a ordem se esconde.
Há beleza no perigo,
Quando a alma não se rende ao que não responde.


Eu sei quando o medo tenta se disfarçar de paz,
Mas minha mente é o fogo que jamais se desfaz.


Porque eu faço da ausência, presença,
Da dor, uma promessa que ascende.
Eu crio eternidade do nada,
E transformo o vazio em chama ardente.
Eu faço da sombra, luz,
E do fim, um novo início — consciente.


Se o tempo apagar meus rastros,
Que apague tudo, menos minha intenção.
Pois quem ama com lucidez,
Transforma o destino em criação.


Eu faço da ausência, presença,
Da dor, o mapa da existência.
Crio eternidade do nada,
Sou o eco da própria consciência.
E no fim, quando tudo silencia,
É lá que minha alma começa.


— Por Maycon Oliveira Dos Santos

"Eu te amo, meu Senhor.
Não sei viver sem teu amor,
Me ajuda a proseguir
São os teus sonhos que eu quero sentir"
(O teu Exército, de Moysés Fernandes)

⁠Eu quero ver.
Eu quero ver.
Sinais e milagres
vindo de Ti.
(O teu Exercito, de Moysés Fernandes)

Se mil e cem vezes eu te falar que você é incrível, tanto quanto o incrível seja, ele será cem mil vezes mais com você por perto...
MC ♥️

⁠Eu quero continuar te amando, até você me amar de volta.

Eu estou cansada, quero desistir, não aguento mais, minha cabeça está cansada, pensando negativo o tempo todo, família infeliz.

Quando a vida fecha portas, eu não desisto: aprendo a construir novas chaves.

Se eu pudesse eu mudaria o tempo para consertar tudo de errado que eu fiz .

Se eu fosse te dar uma dica hoje, trabalhe bem o seu lado emocional, tenha poucos amigos, e verdadeiros amigos.


@GustavoFerrari

Eu não me canso de ajudar corações valentes, de almas que foram colocadas para eu salvar.


@SoldadoRyan

Os homens buscam por paz de espírito, eu busco por ser oculto.


@Quioak

Eu posso fazer um contrato contigo
Em troca do meu bem mais precioso
Eu quero a riqueza


A riqueza mais procurada
Algo que muitos procuram, mas não acham
E por meios hediondos, eles farrejam


Eu posso te dar a minha alma
Em troca da felicidade
Mesmo que seja curta


Mesmo que isso seja um pecado
Eu mesma estarei sujando a minha alma
Mas, por pouco tempo


Eu quero me lembrar como é

Ninguém sabe o que eu passei. Julgaram sem ver, falaram sem sentir, agora só sobra o meu silêncio… venenoso.


Glaucia Araújo

Falaram, apontaram, julgaram… ninguém sabe a tempestade que eu enfrentei.




Glaucia Araújo

Enquanto o eco dos versos passavam, se dissipando no ar úmido da noite, eu me arrastava para o sofá puído, onde o tempo se esticava como uma goma velha e mastigada. A amizade, esse amor disfarçado que ela cantava, não passava de uma piada amarga para mim agora, vazio em um quarto sem janelas. Preguiça? Ah, ela era minha companheira fiel, enrolando-se em mim como uma cobra sonolenta, sussurrando que o esforço era para tolos, que o mundo lá fora girava sem precisar do meu olhar.

Sozinho, via o céu como túmulos de sonhos esquecidos, inalcançáveis aos meros preguiçosos e fracos. O tigre flamejante rugia distante, o gatinho gritava em vão? Eu nem me mexia. Por que lutar contra o medo, contra o tempo que devora tudo? Deixei o relógio ticar, o amor passar como um trem que nunca para na minha estação abandonada. Amargo era o café frio na xícara, solitário o silêncio que engolia minhas risadas antigas, preguiçoso o corpo que se recusava a levantar.

E assim, continuei a história, ou melhor, a falta dela. Deitei ali, esperando que a morte, essa preguiçosa rainha, viesse me buscar sem pressa, sem drama. Pois no fim, o que restava? Somente o vazio, o amargo gosto de nada, e a solidão que se estendia como um dia infinito sem sol.