Faz de Conta Qu eu Acredito
Deus me encontrou na escuridão e me trouxe para a LUZ, e agora eu vivo para glorifica-lo, porque NELE encontrei salvação, redenção e a alegria que nunca pensei ser possível.
Eu estava perdido no lamaçal da vida, mas Jesus me encontrou e me resgatou das trevas para a luz! Graças a Ele, eu deixei para trás a sujeira e agora caminho sobre a Rocha Firme, hoje vivo com alegria e propósito.
Enquanto eu resistir ao mal que me assola, permanecerei vivo e espiritualmente fortalecido, independentemente da magnitude da adversidade, pois Deus e eu seremos uma resistência invencível.
Que eu me desvencilhe das minhas limitações e dos meus impulsos nefastos, e permaneça intimamente ligado a Ti, Senhor, todos os dias da minha existência, para que a Tua força opere em mim, renovando-me e libertando-me do homem velho.
Não adianta você me culpar, me chamar de louca. Eu sei que o erro foi seu. Você pode negar quantas vezes quiser, mas você foi, sim, o responsável pelo término do nosso relacionamento. Eu me esforcei por nós dois, mas você escolheu jogar fora toda a nossa história. Azar o seu. Então só me resta dizer adeus.
Sabe, amor,
eu já tentei todos os caminhos de fuga.
Já tracei rotas em mapas inexistentes,
mudei os passos, apaguei vestígios e tentei convencer meus pés a caminharem para bem longe de tudo o que me lembra nós dois. Mas o que eu não sabia — ou o que eu tentava ignorar — é que o mapa da minha fuga sempre acaba me trazendo de volta para o mesmo ponto.
Por mais que eu busque fugir de você, percebo que essa distância é um equívoco. Eu corro, mas não saio do lugar, porque você não está apenas em um endereço, em um café ou em um encontro marcado. Você se tornou parte do meu silêncio, da forma como eu vejo o mundo e de como eu me sinto quando ninguém está olhando.
É por isso que, mesmo no auge da minha ausência, você está sempre perto. Não é uma presença física que se possa tocar, mas é uma presença que se sente na alma. Fugir de você seria como tentar fugir da minha própria sombra ou do ritmo do meu coração.
No fim, descobri que não importa o quão longe eu vá: eu levo você comigo. E, de alguma forma, estar perto de mim se tornou, inevitavelmente, estar perto de você também.
Quando ela fala eu te amo,
a minha cabeça perde a explicação.
Tudo o que era razão se cala,
e sobra só o grito do coração.
É como se o mundo parasse um segundo,
o tempo ajoelhasse diante da emoção.
Meu peito vira um campo em chamas,
ardendo de verdade, não de ilusão.
Quando ela diz eu te amo,
não é som, é terremoto em mim.
Derruba muros que eu levantei,
expõe medos que escondi no fim.
Eu tento entender, mas não consigo,
amor não pede permissão pra entrar.
Ele invade, toma conta,
e ensina a alma a sentir sem pensar.
Quando ela diz eu te amo,
meu coração perde o chão.
É emoção demais pra um peito só,
é amor sem tradução.
Não cabe em palavra, nem explicação,
é verdade crua, é rendição.
O meu mais importante dia, foi quando eu nasci. O segundo, vai ser quando eu descobrir a razão por quê. E ultimamente o terceiro, será quando os dois primeiros não tiverem relevância nenhuma. Terei partido.
Esse é o seu mal,achar ou melhor vê coisas onde não tem, até porque eu acho que não faço nada pra você, que faça com que você venha achar ou melhor pensar que não estou nem aí pra você.
O dia que você conhecer ou conviver com uma pessoa que não está sem aí pra você,aí sim vai conhecer o que realmente é,como é uma pessoa que não se importa com você.
O Eco da Ausência
Eu carrego o peso
das palavras que engoli,
Um silêncio denso que escolhi.
A alma veste um cinza antigo e frouxo,
E cada dia é um novo esboço
De um sorriso que nunca se completa.
A solidão não é a falta de alguém,
É o abismo entre o que sinto e o que convém.
É a canção baixinha que só a parede ouve,
Enquanto o ponteiro da vida não se move,
Preso em um instante que não tem mais pressa.
Eu me perdi no mapa das promessas,
E as esperanças viraram meras rezas.
Resta o nó na garganta, sem desfecho,
Apenas o vazio morando em meu peito,
E a espera por um dia que cesse.
Ainda Há Cacos Espalhados
Eu ando em pontas, lento e distraído,
Pois sei que a dor não foi de todo embora.
A ferida fechou, mas o chão, o meu chão querido,
Guarda o que foi quebrado, mesmo que lá fora
O mundo ache que o tempo já cumpriu o seu castigo.
Ainda há cacos espalhados no tapete,
Fragmentos de um espelho que não soube mentir.
Eu tento varrer, juntar no meu colete,
Mas há estilhaços que insistem em luzir,
Lembrando-me de cada passo que se repete.
A mão que tateia a escuridão é a mesma
Que um dia segurava o vaso inteiro.
Agora ela recolhe a dor, essa gema
Transparente e cortante, sem um paradeiro
Certo, apenas o peso de uma descrença extrema.
É preciso ter cuidado ao recomeçar,
Pois a pressa faz o pé sangrar de novo.
A cura não é um instante, é um lugar
Onde aprendemos a coexistir com o povo
De fantasmas que a memória teima em guardar.
E eu respiro fundo, sabendo que amanhã
O Sol vai nascer sobre os pedaços que restaram.
Não para uni-los, mas para que a manhã
Me encontre a caminhar, mesmo que me custaram
O peso e a prova de que nada é mais de lã.
Os olhos daquele que eu insulto já não sei mais de que cor são (...) já não vivemos entre seres humanos, mas num mundo de silhuetas.
E na inocência do amor,
Eu prefiro não pensar,
Apenas sentir, sentir o amar.
Porque saber é pensar.
E prefiro sentir,
Simplesmente amar.
31 de outubro
Você nem deve mais lembrar do significado
Você se declarou no fim da tarde
E eu me calei, fraca, quase covarde
Eu estava tão nervosa naquela hora
Mas tudo isso soa patético agora
Eu amadureci
Cresci
E você segue na mesma insensatez
Cadê aquela sua tão famosa lucidez?
Você fingiu ser quem não era
Prometeu, encenou, e depois foi embora
Doeu
Mas saiba: você me perdeu
Perdeu alguém que moveria montanhas
Que estaria ali todas as manhãs
Alguém que te amaria na pior fase
E não fugiria atrás de um disfarce
Agora aguente sustentar essa farsa fria
Você está fadada a fingir dia após dia
Tudo porque não conseguiu ver claramente
O que tinha nas mãos — de forma evidente
Eu faria tudo
Agora fique no mudo
Eu almejo
Mas não ajo
Eu amo
Mas não exijo
Eu fico aqui
Fingindo que não dói
Fingindo que não sinto
Como se o vazio não falasse comigo
Lembrando do que nunca aconteceu
Esperando o que nunca existiu
