Faz de Conta Qu eu Acredito

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Eu desejo a morte, a morte dos meus pecados,
porque se eu viver com eles, serei condenado.

Cada vez que eu leio, oro e creio nas promessas de Deus, de todo o coração, mais fácil eu começo entender como os homens estão vivendo tristes, cansados e sem propósitos, trabalhando para serem infelizes.

Confesso que eu sou um baita de um egoísta, lhe guardo e lhe protejo, como museu do louvre protege a Mona Lisa.

⁠Hoje eu sou uma versão muito mais consciente do que ontem

“Eu perdoo, mas…” — e se Jesus dissesse isso?


Hoje é comum ouvir: “Eu perdoo, mas não quero mais contato.”
É uma frase confortável, protege o coração ferido, mas não traduz o perdão que Jesus nos ensinou.


O perdão de Cristo não foi seletivo, nem condicionado à distância. Ele perdoou enquanto doía, perdoou sem garantias, perdoou oferecendo restauração. O perdão bíblico não é apenas soltar a culpa do outro; é escolher não deixar que a ferida dite o rumo do nosso amor.


Perdoar não é fingir que não houve dor, nem permanecer em ciclos de abuso. É permitir que a graça cure o coração e, quando possível, abra caminhos de reconciliação. Às vezes a proximidade precisa de limites sábios; mas o perdão sincero não constrói muros no espírito, constrói pontes na alma.


Quando perdoamos como Jesus ordenou, somos libertos antes mesmo de o outro mudar. O perdão cristão não apaga a memória, mas transforma o futuro. É aí que a fé deixa de ser discurso e se torna vida.

EU somente
Se eu não sentisse essa rede de emoções — por mais clichês que pareçam —, esses sentimentos que me tomam dia após dia, eu não seria um ser humano; seria apenas um ser existente.

⁠"Eu não vivo do elogio.... Eu não vivo da crítica.... Eu simplesmente vivo a vida!"

⁠"Não é você o combustível para a minha felicidade, Sou Eu!"

⁠"Onde estou agora, não define para onde eu vou estar a partir do momento em que eu decidir me mover!"

Ah, como eu queria te ver mais uma vez… e finalmente dizer o quanto eu sinto a sua falta.

Qual é a sua dor, toda feminina sabe o q mais tá difícil de lutar no dia a dia. Sou eu que arrumo o meu todo com o meu próprio olhar para mim mesmo e por mim sim, e com apenas um banho bem tomado vem o estalar, quando olhou pra si mesma, os dias não são equilibrados nem a opção de desistência. Exponha pra fora, não deixe criar teia aí dentro!

Naquele lugar preferido as cores ainda vibram, agora não vejo, mas o que não posso ver eu posso sentir, e o que sinto é muito mais forte do que meus olhos podem testemunhar.

Eu quero ouvir, mas quero ouvir quem me escute.
Me calei por tantos anos.
Talvez por isso eu ame tanto escrever.
Passei a vida inteira ouvindo, acolhendo, engolindo silêncios que não eram meus.
E hoje eu também quero ser escutada.
Querem meu respeito, mas não me respeitam.
Querem a minha atenção, mas me deixam de lado.
O silêncio que tive foi sobrevivência.
A voz que tenho hoje é escolha.
E não é egoísmo querer reciprocidade,
é maturidade não aceitar menos do que isso.

⁠Eu te escolheria todos os dias, se tivesse me escolhido no primeiro dia.

⁠Você disse que eu merecia alguém melhor, eu não quero um outro alguém então... Por que não deu o seu melhor?

Você é o autor da sua história
E eu quero fazer parte, agora
Vamos escrever, sem medo de errar
Algo que ninguém vai apagar - Frase da música Algo Incrível do dj gato amarelo

Porque amor que cresce devagar
Tem raiz pra eternizar
E com você eu aprendi
Que vale a pena insistir - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo

Eu sei que sou casulo..
Se borboleta eu não for,
Um dia quem sabe, viro
FLOR.

✻FranXimenes ✻

Hoje eu sorrio quando passo por uma promoção e meu cartão está bloqueado. Antes era frustração; agora é autocontrole.

Aprendendo a ler o clima




Eu nasci com o coração voltado para fora.
Desde cedo, o mundo me atravessava
antes de pedir permissão.


Havia uma casa cheia de ruídos
onde o afeto chegava por intervalos,
como sol entre nuvens densas.
Aprendi cedo a ler o clima,
a prever tempestades pelo tom da voz,
a crescer sem fazer barulho
e, ainda assim, crescer demais.


Havia uma presença vestida de silêncio,
sempre correta, sempre distante,
mesmo quando estava por perto.
E havia outra feita de excessos,
mudança de humor, controle e ausência de cuidado,
um campo minado de palavras
onde o amor surgia quando era conveniente.


E tive que aprender a prever todas as possibilidades


Quando a cidade ficou pequena demais,
o mar se aproximou.
Foi ali que algo em mim
finalmente respirou inteiro.


O oceano não exigia nada:
não pedia explicações,
não barganhava carinho.
Ele apenas vinha.
E voltava.
E vinha de novo.


Aprendi a deslizar
sobre aquilo que a maioria teme.
A cair sem perder a ternura,
a esperar a onda certa
sem endurecer o corpo nem a alma.


Sempre fui boa em aprender.
Corpo atento, mente curiosa,
mãos cheias de perguntas.
Movimento, dança, criação, pensamento.
Mas havia um espaço em mim
que nenhuma conquista preenchia.


Então achei que talvez
o sentido estivesse em doar.
E doei.
Ideias, tempo, cuidado, esperança.
Dei tanto que alguns confundiram
generosidade com disponibilidade infinita.
E eu, que só queria construir,
aprendi também a me decepcionar.


Veio o mundo em pausa.
O ar rarefeito.
As perdas sem ritual.
Os dias iguais demais.
E dentro de mim,
uma tristeza que não gritava,
mas permanecia.


Agora o planeta range.
Homens brincam de poder
como crianças com fósforos molhados de petróleo.
Falam de controle, de fronteiras, de números,
como se a vida coubesse em planilhas.
Decidem sobre corpos alheios
com a frieza de quem nunca escutou o próprio.


E eu só queria surfar.
Sentir o sol queimando os ombros,
o sal abrindo feridas boas,
o corpo cansado por motivos simples.
Trilhar mato, cozinhar para desconhecidos,
defender a terra com alegria
não por heroísmo,
mas por amor.


Às vezes me perco.
Busco estradas nas estrelas,
consolo na espiritualidade,
sinais onde talvez só haja vento.
Não sei ainda o caminho exato.


Mas sei isto:


Ainda agradeço.
Ainda sinto.
Ainda acredito que viver
não precisa ser uma guerra constante.


Carrego um coração mole
num tempo que celebra o endurecido.
E isso, hoje, é coragem.


Se o mundo insiste em ruir,
que eu permaneça sensível.
Se o futuro ameaça,
que eu responda com presença.


Porque enquanto houver mar,
corpos que dançam na chuva,
mãos que cuidam da terra
sem pedir aplauso,


há esperança suficiente
para atravessar a noite.


E se amar este mundo
é o que me cansa,
então aceito o cansaço.


Há exaustões
que são sinais claros
de que ainda estamos vivos.