Faz de Conta Qu eu Acredito

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A Máquina do Tempo

Se me perguntassem o q eu mais qria nesse momento eu responderia uma máquina do tempo...

Mas não uma simples máquina como aquelas que vemos nos filmes, eu qria mesmo era uma q me transportasse para o passado e para futuro, e me deixasse ter a mesma idade q tinha ou q teria no momento exato eu desejaria estar... (No caso se eu não viajasse para um futuro bem distante ou um passado bem remoto, eu seria imortal dentro de um tempo limite de vida... a minha vida.)

Se me questionassem o paradeiro de minha primeira viajem eu responderia, sem dúvidas, q esta seria devolta ao passado... Uma coisa bem estranha, já q a maioria diz q o passado é morto e enterrado, e é o futuro na verdade a grande incógnita. Mas o q preciso agora, antes de mais nada, é acabar esse sentimento saudosista q está dentro de mim, preciso reviver momentos maravilhosos, voltar para situações inesquecíveis, as quais são a principal causa das lágrimas q rolam em minha face ao longo desses dias...

Acrescentaria também q gostaria q essa máquina maravilhosa me permitisse deixar de tomar algumas atitudes ou pelo menos tentar mudá-las... Todos cometemos erros, falamos coisas sem pensar direito, e seria bem legal poder passar um líquid paper nesses trechos de nossas vidas... pra falar a verdade, eu apagaria muita coisa da minha...

Logo, minha segunda viajem seria para o futuro, preciso ver com meus olhos se meus ideais serão alcançados e fazer esforços para obter aqueles q não conseguirei se continuar seguindo os passos q hoje julgo serem certos, qro também poder ajudar a mudar o mundo, transformá-lo em um lugar melhor pra se viver, vai me dizer q se o desejo fosse seu, vc seria egoísta o suficiente para resolver só a sua parte!? Mas o q preciso mesmo ver no futuro, é se estarei ao lado de quem eu qro estar, ou se precisarei ficar voltando ao passado constantemente para ficar com ela...

Mas infelizmente tudo isso tem q ficar no faz-de-contas, então se me perguntassem novamente o q eu mais qria no momento, responderia sem dúvidas:
_VOCÊ!

Eu te amo tanto, não me vejo longe de você!
Você é o meu porto seguro, meu guia, meu tudo!
Se você não estivesse aqui do meu lado não sei o que seria de mim hoje!
Esse amor que fortalece, que enfrenta tudo e todos, esse amor que eu nunca quero que acabe, sabe, né, você é não é perfeito, mas são os teus defeitos que te tornam único e especial.

Ainda que eu ande arriscando meu pelego, não me mixo!
Tu estás comigo: tchê!
Salmos 23:4

Eu daria uma nova roupagem a expressão frio e calculista; e ela seria: prudente e cauteloso.

O Próprio Ser Eu Canto

O próprio ser eu canto:
Canto a pessoa em si, em separado
embora use a palavra Democracia
e a expressão Massa.
Eu canto o Corpo
Da cabeça aos pés:
Nem só o cérebro
Nem só a fisionomia
Tem valor para a Musa
digo que a forma completa
é muito mais valiosa,
e tanto a Fêmea quanto o
Macho eu canto.
A vida plena de paixão,
Força e pulsam,
Preparada para as acções mais livres
Com suas leis divinas
O Homem Moderno eu canto.

Sou intensamente eu, com todas as minhas virtudes e imperfeições. Nasci assim: exagerada e dramática.

Quando eu era criança meus professores diziam: Onde pensa que vai chegar sem estudar? Hoje eu sei muito bem: na presidência.

"Eu apertei o gatilho, mas quem matou Lexa foi você"

Eu posso até, e provavelmente vou, olhar para trás. Mas vou continuar seguindo em frente com um sorriso levado no rosto e pura determinação no olhar. Sem medo de trilhar novos caminhos. Sem medo de mudar tudo de vez em quando.

Uma coisa me entristece
O beijo de amor que eu não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que eu não causei.

Zélia Duncan

Nota: Trecho da canção Jura Secreta, com composição de Abel Silva e Sueli Costa.

Sabe o que eu queria a lhe dizer...
Queria dizer tudo àquilo que não disse ainda...
Tudo aquilo que guardo dentro de mim...
Dizer o quanto você é importante...
O quando me faz bem...
Faz-me feliz...
O quanto me faz ter vontade de seguir em frente...
Pois sua presença e seu carinho
Me acalmam...
me confortam...
me fazem pensar no que a vida pode oferecer...

sou muito jovem para compreender totalmente isso...
mas sei o suficiente para saber o que quero...
e o que eu quero...
É estar com você.

Por discordar do estado, eu estudo

Quem me olha pode ver que eu sou de matar
Eu nunca fico em segundo lugar

Ressurreição Silenciosa


Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.


Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.


E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.


No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.


E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.


Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.


Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.


Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.


Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.


Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.


Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.


Mas eu…
eu ainda quero renascer.




10 de Dezembro 2024

Agora todo mundo me ama.
Todos choram e dizem o quanto eu fui incrivelmente incrível…

Engraçado, né?
Porque enquanto eu estava aqui, inteira nos meus pedaços, ninguém percebeu o quanto eu estava desmoronando.
No meu dia normal, ninguém viu o silêncio que gritava, o sorriso que tremia, a exaustão que escorria pelos cantos dos meus olhos.

Agora — agora, quando imaginam minha falta — dizem que eu era luz.
Que eu era forte.
Que eu era especial.
Que fiz falta.

Mas quando eu estava aqui, precisando de um abraço,
de um ouvido,
de um “eu tô aqui”,
as pessoas se confundiram, se calaram, se distanciaram…
ou simplesmente não souberam olhar pra mim.

E é isso que dói:
só valorizam quando acham que perderam.
Só enxergam quando acreditam que acabou.
Só sentem quando a gente já não tem força pra sentir nada.

Eu sigo viva, mesmo sem saber como.
Sigo tentando existir num corpo cansado, numa mente pesada, numa alma que luta todos os dias contra o invisível.
Sigo aqui, mesmo sem saber se alguém realmente vê.

Porque a verdade é essa:
não é que eu queira morrer.
É que, às vezes, dói demais viver invisível.

Te amo tanto e não quero te perder. Você é linda feito diamante, por você eu trago as estrelas amarradas em barbante.

Pela primeira vez em 1.000 anos, eu não tenho um caminho. Mas tenho uma carona.
(Thor)

Eu não cheguei para ensinar o mundo a ver.


Cheguei para servir.
Empresto meus olhos
não porque vejam melhor,
mas porque aprenderam a parar.
A permanecer.


A respeitar o que é simples
e o que quase passa despercebido.
Há beleza onde ninguém olha.
Há histórias onde ninguém fica.
Há luz mesmo quando o dia parece opaco.
Eu empresto o meu olhar
para que outros possam enxergar
o que meus olhos aprenderam a vislumbrar:
o sagrado do cotidiano,
a dignidade do silêncio,
a esperança que insiste
em morar nos detalhes.
Meu trabalho não é sobre imagens.
É sobre presença.
É sobre revelar sem invadir,
mostrar sem ferir,
acolher sem explicar.
Sirvo quando fotografo.
Sirvo quando observo.
Sirvo quando escolho não passar rápido.
Se você aceitar,
te empresto meus olhos por um instante.
Não para fugir do mundo —
mas para reencontrá-lo
com mais cuidado,
mais verdade,
e um pouco mais de alma.

Amor-próprio é a paixão mais durável que eu conheço.

Eu não quero um amor pra recordar, eu quero um amor pra viver.