Fases
Há fases da vida em que o lar, que deveria ser abrigo, transforma-se em tribunal. Não há juízes declarados, mas toda palavra que pronuncio parece já nascer culpada. No casamento e dentro de casa, descubro que o silêncio não é ausência de voz, é defesa. Falo e recebo o contra-ataque; calo e sou acusado de indiferença. Assim, aprendo a arte amarga de medir frases como quem pisa em vidro.
Percebo então que não estou amordaçado por cordas visíveis, mas por expectativas alheias. Cada pessoa carrega sua dor, seu cansaço, sua verdade parcial, e todas colidem no mesmo espaço estreito. O conflito não nasce do que digo, mas do que o outro escuta a partir das próprias feridas. Em casa, a palavra raramente é apenas palavra: ela carrega histórias, frustrações e cobranças antigas.
Nessas fases, amadurecer não é vencer debates, mas compreender limites. Nem toda reação é ataque, nem todo silêncio é covardia. Às vezes, resistir é escolher o momento certo de falar; outras vezes, é reconhecer que não serei entendido agora. Aprendo que liberdade interior não depende de aplauso doméstico, e que dignidade também mora na escuta de si mesmo.
Talvez a maturidade seja isso: aceitar que amar inclui desencontros, e que a minha voz não precisa gritar para existir. Mesmo quando amordaçado por circunstâncias, continuo responsável por não deixar que o silêncio me transforme em alguém que não sou.
A mulher apresenta tantas fases quanto a lua, enquanto a segunda movimenta as ondas dos mares a primeira atua nas marés do nosso desejo.
Cinco Fases do Luto (Modelo Kübler-Ross) e ao ter neoplasia maligna.
Negação, Raiva, Negociação, Depressão e Aceitação.
"Trate as crianças como seres pensantes nas suas diferentes fases, e não como bobinhas por toda esta etapa da vida."
ironia é ser subjugado por cabresto...
Tantas cabeça e nenhum senso crítico...
As fases da alienação afetou cada ser ate a patologia mental...
Muitas vezes difícil compreensão do isolamento intelectual...
O ser humano corrompido nas fases do sistema.
Somos vítimas da verdade... As palavras escorrem pela mente...
O ar fica tenso e a moralidade foge do ambiente.
Dados sao interposto para que haja novas conexões.
Novos programas são escritos.
E algoritmos são estrelas num cosmo vazio...
Brincam com vida digital ela da a resposta na onde novas convicções são criadas dentro da Internet.
Sendo facções digitais o sentido do absurdo.
Romântica, doce, mulher de fases, enigmática, inexplicável, poema que ninguém conhece. Sou misteriosa, flor que não se cheira e, se fosse pra cheirar, não seria pra qualquer um não, meu bem. Aqui é incêndio. Não brinca com fogo que vc se queima, literalmente...
Sou intensa demais da conta ...
Exagerada .. sou de fases , sou lua cheia , maré alta .. sou avassaladora , tsunami ..não brinca comigo garoto ..sou felina ,sou fera ..leoa ... detesto ser contrariada ... sou pimenta , forte , decidida , ardente , quente , ardida..e quem quiser gostar de mim que goste assim ..desse jeito ... não mudo por nada .. quem quiser que me ame e me aceite.. tempestade ...
Até que o futuro vire presente, vamos transformando cada vibração num momento único, em fases mais próximas de cada instante que tem pra chegar.
"O amor tem duas fases, uma é espanto e a outra é saudade...." O amor nunca é conclusão, por ser perfeito, sempre nos tira o sossego e a liberdade."
Falatório, acusações e maledicência, são fases da língua diabólica para promover brigas, separações e mortes.
Fases e metas, metamorfose,
com esperança e experiências,
as perdas em ganhos se transformam
como o vôo liberto das borboletas
provando que todo o processo importa.
Com Todas As Suas Fases, A Lua de Alguns Mundos
As suas fases são todas interessantes, cada uma delas com a sua peculiaridade e o seu devido momento; diferentes e constantes; dessa maneira, ela é muito emocionante, a Lua de determinados mundos, aqueles poucos privilegiados que satisfazem naturalmente o seu íntimo profundo.
Nos seus olhos, existe o lúdico e a realidade; a ternura e a intensidade do amor; a determinação da sua seriedade, a sua dose indispensável de bom humor e o brilho da sua verdade — um belo esplendor no seu olhar; o reflexo da sua integridade; expressão singular de uma distinta venustidade.
Muitas cenas memoráveis ganham mais vida com a sua presença, como um sonho que se tornou um fato; a viveza que virou arte; um céu à noite iluminado pelo luar; a pintura atraente que saiu de um quadro e entrou em uma mente; então, veio essa poesia de linhas e parágrafos com as curvas de uma inspiração veemente.
Momentos ruins devem deixar somente: fases vividas, experiências adquiridas e lições para não serem repetidas.
O ESPIRITISMO É PROGRESSIVO.
_ Períodos Espíritas – Fases de Uma Transição Consciente.
Com sua personalidade cientifica e alta capacidade para sintetizar conteúdos complexos de forma didática, Allan Kardec reuniu as mensagens dos mentores com os informes recebidos diariamente por cartas de grupos espalhados geograficamente. Aliada a estes dados havia ainda a forte impressão causada pelas seis semanas em que ele empreendeu uma viagem por mais de vinte cidades em 1862. Naquela ocasião o codificador teve contato direto com os espíritas e pode observar os impactos da doutrina no dia a dia daqueles grupos.
Na Revista Espírita, de dezembro de 1863, Allan Kardec publicou suas impressões sobre os rumos do Espiritismo, divido em seis fases, ou períodos, com características especificas:
O Primeiro Período, da “Curiosidade”.
Iniciado em 31 de março de 1848 com o caso de Hydesville, triste história das irmãs Fox e a sequência de fenômenos físicos que se seguiram, como as famosas mesas girantes que atraiam um publico diverso e na maioria despreocupados quanto aos significados científicos daquelas experiências.
O Segundo Período, chamado de “Filosófico”.
Iniciou em 18 de abril de 1857, quando foi publicado em Paris “O Livro dos Espíritos” trazendo ao público as consequências morais do Espiritismo, agora não mais um objeto de diversão curiosa, mas uma Ciência Filosófica embasada em análises, comparações, estudos e pesquisas.
Rapidamente aceito e difundido o Espiritismo respondia as indagações dos teóricos e indicava um norte seguro aos que buscavam respostas além dos limites impostos ao conhecimento daquela época.
A publicação de “O Livro dos Médiuns” em 15 de janeiro de 1861 coroava a doutrina com instruções práticas e métodos seguros, que permitiam a todos os grupos experimentar e comprovar o Espiritismo.
Era uma ameaça que as tradições dominantes, das religiões e do materialismo, não tardariam em responder, pois afetava diretamente o domínio que exerciam sobre as mentes da humanidade.
Em um primeiro momento tentaram desacreditar de forma jocosa o nascente movimento, mas suas piadas não tiveram força suficiente para vencer os fatos. Passaram então aos ataques por sermões contundentes, excomunhões, perseguições, calúnias e violência.
O Terceiro Período, de “Luta”.
Começou oficialmente no dia 09 de outubro de 1861, com o Auto de Fé de Barcelona, quando trezentas publicações foram queimadas em praça pública.
No ano de 1863, Allan Kardec encontrava-se em pleno período de confrontos e recebia a inspiração dos mentores quanto aos caminhos a serem seguidos:
Periodos_Espiritas_Fases de_Uma_Transição_Consci-ente.
Períodos Espíritas.
Com sua personalidade cientifica e alta capacidade para sintetizar conteúdos complexos de forma didática, Allan Kardec reuniu as mensagens dos mentores com os informes recebidos diariamente por cartas de grupos espalhados geograficamente. Aliada a estes dados havia ainda a forte impressão causada pelas seis semanas em que ele empreendeu uma viagem por mais de vinte cidades em 1862. Naquela ocasião o codificador teve contato direto com os espíritas e pode observar os impactos da doutrina no dia a dia daqueles grupos.
Na Revista Espírita, de dezembro de 1863, Allan Kardec publicou suas impressões sobre os rumos do Espiritismo, divido em seis fases, ou períodos, com características especificas:
O Primeiro Período, da “Curiosidade”.
Iniciado em 31 de março de 1848 com o caso de Hydesville, triste história das irmãs Fox e a sequência de fenômenos físicos que se seguiram, como as famosas mesas girantes que atraiam um publico diverso e na maioria despreocupados quanto aos significados científicos daquelas experiências.
O Segundo Período, chamado de “Filosófico”.
Iniciou em 18 de abril de 1857, quando foi publicado em Paris “O Livro dos Espíritos” trazendo ao público as consequências morais do Espiritismo, agora não mais um objeto de diversão curiosa, mas uma Ciência Filosófica embasada em análises, comparações, estudos e pesquisas.
Rapidamente aceito e difundido o Espiritismo respondia as indagações dos teóricos e indicava um norte seguro aos que buscavam respostas além dos limites impostos ao conhecimento daquela época.
A publicação de “O Livro dos Médiuns” em 15 de janeiro de 1861 coroava a doutrina com instruções práticas e métodos seguros, que permitiam a todos os grupos experimentar e comprovar o Espiritismo.
Era uma ameaça que as tradições dominantes, das religiões e do materialismo, não tardariam em responder, pois afetava diretamente o domínio que exerciam sobre as mentes da humanidade.
Em um primeiro momento tentaram desacreditar de forma jocosa o nascente movimento, mas suas piadas não tiveram força suficiente para vencer os fatos. Passaram então aos ataques por sermões contundentes, excomunhões, perseguições, calúnias e violência.
O Terceiro Período, de “Luta”.
Começou oficialmente no dia 09 de outubro de 1861, com o Auto da Fé de Barcelona, quando trezentas publicações foram queimadas em praça pública.
No ano de 1863, Allan Kardec encontrava-se em pleno período de confrontos e recebia a inspiração dos mentores quanto aos caminhos a serem seguidos:
… Estamos, pois, em pleno período de luta, que não terminou. Vendo a inutilidade dos ataques a céu aberto, vão ensaiar a guerra subterrânea, que se organiza e já começa. Uma calma aparente vai ser sentida, mas é a calma precursora da tempestade…”
E a comunicação do espírito Erasto, na mesma Revista Espírita em dezembro de 1863, era clara:
… Não vos martirizarão corporalmente, como nos primeiros tempos da Igreja; não erguerão fogueiras homicidas, como na Idade Média, mas vos torturarão moralmente; armarão ciladas, armadilhas tanto mais perigosas quanto usarão mãos amigas; agirão na sombra; recebereis golpes, sem que saibais de onde partem, e sereis feridos em pleno peito pelas setas envenenadas da calúnia. Nada faltará às vossas dores; suscitarão defecções em vossas fileiras e os pretensos espíritas, perdidos pelo orgulho e pela vaidade, se prevalecerão de sua independência, exclamando: “Somos nós que estamos no caminho certo”, a fim de que os vossos adversários natos possam dizer: “Vede como são unidos” Tentarão semear o joio entre os grupos, provocando a formação de grupos dissidentes; cooptarão os vossos médiuns para fazê-los entrar no mau caminho ou para desvia-los dos grupos sérios; empregarão a intimidação para uns, a captação para os outros; explorarão todas as fraquezas. Depois, não esqueçais que alguns viram no Espiritismo um papel a desempenhar, e um papel de primazia, que hoje experimentam mais de uma desilusão em sua ambição.
Prometer-lhes-ão de um lado o que não puderem achar no outro. Depois, enfim, com dinheiro, tão poderoso em vosso século atrasado, poderão encontrar comparsas para representar indignas comédias, visando a lançar o descrédito e o ridículo sobre a doutrina…
Prevendo o final do Período de Lutas, Allan Kardec antevia os próximos períodos que poderiam ser esperados:
O Quarto Período, “Religioso” ou “Fase Teológica do Espiritismo”.
De breve duração, como o romper das correntes que prendem o Espírito, seria logo superado.
O Quinto Período, ou “Fase Intermediária”.
Onde elementos das fases anteriores ainda estariam presentes, mas ajustando-se em entendimento mútuo e abrindo caminho para o último momento.
O Sexto Período, ou de “Regeneração Social”.
Enfim a humanidade realizaria o progresso interno capaz de nos trazer a noção do nosso verdadeiro dever. As pessoas compreenderiam que a cooperação não pode ser imposta por leis enquanto o egoísmo não for superado internamente e todos decidirem livremente pela solidariedade como opção consciente de evolução moral.
Nas previsões otimistas de Kardec, este último período deveria nascer no inicio do século XX, marcando o que hoje conhecemos como Transição Planetária.
Eram suposições lógicas com bases nos fatos anteriores, mas a “guerra subterrânea” promovida pelos opositores do ideal espírita teve sucessos que modificaram o ritmo de acontecimentos inicialmente previsto.
Hoje, de posse dos conhecimentos atuais dos rumos tomados naquele tempo, considero o inicio do Quarto Período, ou “Fase Teológica do Espiritismo”, no dia 15 de abril de 1864 com a publicação em Paris do “Evangelho segundo o Espiritismo”.
Este período religioso desenvolveu-se com a publicação de “O Céu e o Inferno” em 01 de agosto de 1865 e terminou três anos depois.
O Quinto Período, ou “Fase Intermediária”, iniciou com a publicação, em 06 de janeiro de 1868, do conteúdo original da obra “A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo”.
Allan Kardec desencarnou em 31 de março de 1869 nos deixando a missão de superar a “Fase Intermediária” compartilhando o conhecimento para que a última fase tivesse inicio em breve.
Porém, entre disputas pela primazia e pelo poder de decisão quanto aos rumos do movimento, a “guerra subterrânea” foi mantida. Seus esforços impediram o avanço da “Fase Intermediária” e tentam até hoje o retorno da “Fase Teológica”.
Chegamos ao século XXI ainda nos debatendo no “Período Intermediário” com representantes de diversos ramos disputando um poder ilusório enquanto o conhecimento vai, pouco a pouco, sendo esquecido.
O dever moral nos impele a resgatar as palavras do codificador fazendo que “A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo” realmente marque o fim da “Fase Teológica” e ilumine nossos passos conscientes na superação da “Fase Intermediária”.
O planeta não evolui sozinho, não existe Transição Planetária sem a participação de todos impulsionando a solidariedade como uma rede em sintonia.
Por muito tempo, ouvi teorias de cataclismos, cometas condutores e exílios em mundos distantes, mas hoje percebo que eram apenas ilusões nos impedindo de ver a verdade:
Continuaremos indefinidamente nas trevas da imperfeição e da ignorância enquanto não dermos o primeiro passo no caminho do conhecimento, como senhores e personagens principais da nossa própria evolução espiritual.
_Catálogo racional de obras para se fundar uma biblioteca espírita > III - Obras realizadas fora do Espiritismo.
III – OBRAS REALIZADAS FORA DO ESPIRITISMO.
As obras seguintes, escritas em diferentes épocas, interessam ao Espiritismo pela similitude dos princípios, pelos pensamentos espíritas que nelas se encontram, pelos documentos úteis que encerram ou pelos faltos que aí se acham casualmente relatados. Entre os autores contemporâneos, se alguns escreveram sem o conhecer, outros, sem o nomear, inspiraram-se evidentemente no todo ou em parte de seus princípios.
Se incluímos neste catálogo algumas obras que já não se encontram à venda, em razão de sua antiguidade ou porque estão esgotadas – o que tivemos o cuidado de indicar – é para chamar sobre elas a atenção das pessoas que possam encontrá-las nas bibliotecas ou em algum outro ligar.
FILOSOFIA E HISTORIA.
ALMA (A), demonstração de sua realidade deduzidas dos efeitos do clorofórmio da anestesia, por RAMON DE LA SAGRA, correspondente do Instituto 1868. – 1 vol. In-12,2 fr. 50 c.; pelo correio, 2 fr. C Paris, Germer Ballière.
Em ciência pura e experimental, o autor procura demonstrar, nos fenômenos da anestesia que a alma se revela independente da ação orgânica e que os incrédulos a encontrarão quando se derem ao trabalho de observar. (Revista Espírita, julho de 1868, pág. 219).
