Fantasia e carnaval
Nas grandes cidades, no pequeno dia-a-dia
O medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido
Nas grandes cidades, no pequeno dia-a-dia
O medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido
Um dia super, uma noite super, uma vida superficial
Entre as sombras, entre as sobras da nossa escassez
Um dia super, uma noite super, uma vida superficial
Entre cobras, entre escombros da nossa solidez
Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal
Levamos uma vida que não nos leva a nada
Levamos muito tempo pra descobrir
Que não é por aí... não é por nada não
Não, não pode ser... é claro que não é, será?
Meninos de rua, delírios de ruínas
Violência nua e crua, verdade clandestina
Delírios de ruína, delitos e delícias
A violência travestida faz seu trottoir
Em armas de brinquedo, medo de brincar
Em anúncios luminosos, lâminas de barbear
(solidez)
Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como tentar o suicídio ou amar uma mulher
Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como lutar pelo poder
Lutar como puder
Cárcere Das Minhas Fantasias.
Ah, amor!
Não me enlouqueça
com seus beijos…
Com esses seus lábios quentes!!
Quando me fazem carinhos…
Eu me perco!!
Me faço felina…
Maldita.
Gulosa.
Posso não
deixar você sair
mais dos meus sonhos!
E aprisionar a sua alma,
no cárcere das minhas fantasias.
De onde, nunca conseguirá sair!
Eu não estou interessado em nenhuma teoria, em nenhuma fantasia, nem no algo mais. A minha alucinação é suportar o dia-a-dia e meu delírio é a experiência com coisas reais.
Minha beleza está na minha essência e caráter. Acredito em sonhos, não em fantasias. Vou viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sentimos que, por fim, essa mesma fantasia que parece inesgotável, há de esgotar-se na sua eterna tensão, pois vamos nos tornando mais viris e amadurecidos, e superamos os nossos antigos ideais, que se desvanecem e se reduzem a palavras e a pó. E, se depois não houver outra vida, temos de nos pôr a reunir os restos desse entulho para com eles voltarmos a refazê-la. E, contudo, nossa alma reclama e anseia por algo completamente diferente. E em vão o sonhador remexe nos seus antigos sonhos, como se ainda procurasse no rescaldo uma centelha, uma só, por pequena que fosse, sobre a qual pudesse soprar, e com a nova chama assim ateada aquecer depois o coração enregelado e voltar a despertar nele o que dantes lhe era tão querido, o que comovia a nossa alma e nos arrebatava o sangue, aquilo que fazia subir as lágrimas aos nossos olhos e que era uma ilusão tão bela.
Liberdade, verdade, paz ou talvez amor? São ilusões, fantasias da percepção, sínteses temporárias de um débil intelecto humano tentando desesperadamente explicar uma existência sem significado ou propósito".
(do filme Matrix)
Os amantes e os loucos têm cérebros ardentes, fantasias visionárias que percebem o que a fria razão jamais poderá compreender.
Desejo a todos
Que a luz do espírito do Natal invada seus olhos
Revivendo a magia da fantasia deste dia.
Que a união e o amor seja intenção de cada um
Ao dar um presente
Que o pouco de alguns seja muito no coração
Se alastre nos sonhos e se enraíze pela árvore de Natal
Fazendo parte da decoração de nossas vidas
Que em meio aos abraços apertados
Na energia sentida, formem-se canções
Melodias, costumes e tradições
E façam elas no tempo
Um eterno gesto de carinho
Pra nos lembrar de que nunca estamos sozinhos
Pois quando soar o sino
E todos estiverem sobre a mesa
Que os anjos desçam e nos fortaleçam
Com a alegria do Natal.
ANJINHO
Anjinho sapeca,
criança moleca...
Mil fantasias,
vestindo a boneca!
Cheia de sonhos,
cheia de graça...
Na rua descalça
fazendo arruaça!
Vestido de chita,
buxexas rosadas...
Joelho ralado
e muitas risadas!
De belas feições,
pureza divina...
Sonha em crescer
e ser bailarina!
É doce sua voz,
teu olhar é de luz...
Encanto sublime,
amor que reluz!
Sempre arteira,
cheia de emoção...
Um mundo inteiro
na palma da mão!
Acredita em fadas,
em bruxas e sapos...
Teu sonho é ter
um castelo encantado!
Num simples papel
desenha a vida...
Colore os dias
e o tédio rabisca!
Cabelos fininhos,
cheirinho de talco...
Um pedaço de chão
já vira o seu palco!
Após as bagunças,
dorme muito cansada...
Parece um anjinho
de asa quebrada!
Eu peço pra Deus
com boa intenção,
te proteja do mal
e do bicho papão!
Lindos sonhos teci...
Idílicos devaneios criei...
Gestei fantasias românticas..
Imaginando serem reais...
Acordei, e me dei conta de que tudo aquilo que sonhei...
Brotara de um desejo incontido de
Alçar vôo em busca de outras paisagens
Revividas de um passado remoto
Recordações difusas...
Espelho de uma vida já vivida...
Tênues vislumbres...
Observados através de um túnel encantado...
..
É difícil separar a ficção da invenção, a fantasia da memória. Não há uma linha separando o que você viu do que você sonhou. A imaginação ocupa o espaço da memória.
