Familia tem de ser Careta- Lya Luft
À medida que a lua tem suas fases, a vida tem seus ciclos. Evolua sempre, mas nunca perca seu brilho.
O tempo não tem pausa, o filtro do reconhecimento muitas vezes passa despercebido, talvez um olhar, uma risada, uma palavra, aquele momento podem ser as últimas lembranças, início de uma viagem sem volta, sendo assim valorize o hoje, o amanhã pode não vir.
Namorar é ótimo quando tem alguém ao seu lado, se for para se sentir mais sozinho que quando solteiro, não é amor, é burrice.
Nem todo mundo está disponível para entrar em um relacionamento, tem pessoas que já carregam sua própria bagagem cheia de dores.
Você já parou para pensar?
Existem pessoas que têm tudo e, ainda assim, reclamam por nada. Uma das primeiras batalhas da vida é vencer a si mesmo.
Motivos para desistir não irão faltar, e nesse momento seu entusiasmo e objetivos determinarão a sua vitória.
A medalha é algo apenas para se pôr de enfeite na vitrine; o primeiro lugar já foi alcançado, mas, precisamente naquele dia, eu não desisti de lutar.
Enquanto tinha tudo para desistir, me tornei uma referência.
Você já pensou?
O tempo está passando rápido demais, o que você tem feito com as oportunidades que a vida te ofereceu?
O talento é extremamente importante. É como uma equipe esportiva, a equipe que tem o melhor jogador individual geralmente vence, mas há um multiplicador de como esses jogadores trabalham juntos e a estratégia que empregam.
Brasil: aqui a impunidade tem gênero
Por Nildinha Freitas
É a impunidade que mata mulheres todos os dias no Brasil.
A violência contra nós, mulheres, é algo estrutural neste país. Infelizmente, grande parte de nós cria e educa filhos homens com vantagens dentro de casa, e assim eles crescem como meninos mimados que não aceitam ouvir “não”. Se esta nação tem homens que matam mulheres, é porque o problema é muito maior do que se pode imaginar. Ninguém nasce feminicida; eles se tornam um.
Vivemos em um país em que não há punição real para quem comete este tipo de crime. Eles fazem, fazem, fazem. Continuam fazendo, continuam destruindo vidas inteiras, mas a impunidade permanece. Lemos nos jornais absurdos que chegam a ser inacreditáveis. No Brasil, são cerca de quatro mulheres assassinadas por dia. Quatro. Todos os dias. Fora as que sobrevivem, mas vivem em estado de pânico, ameaça e medo constante. Isso mostra que a violência de gênero não é exceção, mas tornou-se uma rotina cruel no país e no lugar em que vivemos.
Um homem mata uma mulher, leva o corpo até a delegacia, confessa o crime — e mesmo assim é liberado. Isso é a prova da impunidade deste país. Isso é a prova de que aqueles que nos matam fazem isso porque sabem que vão estar livres em breve. Como se a vida de uma mulher valesse tão pouco que bastasse confessar para ir embora. Como se matar fosse apenas mais um ponto na rotina de uma nação que neutraliza, normaliza e aceita a nossa morte.
É uma realidade em que a mulher vítima de violência, que sofre agressão e que finalmente encontra coragem para denunciar o agressor, muitas vezes precisa sair da própria casa, da vida construída, de suas vivências, dos seus vínculos familiares, do emprego, para viver em abrigo de proteção. Estes locais, geralmente secretos e de endereço não revelado, são a única garantia de sua segurança, mas exigem que a mulher renuncie ao seu cotidiano. A Lei Maria da Penha garante esse programa de proteção, mas ele se concretiza na punição da vítima, forçando-a a se esconder. Isso ocorre porque o afastamento do agressor e a proibição de contato quase sempre são um tiro no pé, não impedindo que eles voltem e matem. O que realmente faria sentido é que, após a análise de provas, o agressor fosse imediatamente preso e cumprisse a pena, e não a vítima ser obrigada a desaparecer. Quem já viu isso?
E por quê? Por que isso acontece? Por que os homens continuam livres?
Porque aqueles que nos machucam, que nos perseguem, que nos ameaçam, que nos matam, são tratados como pessoas com regalias. Porque as leis são frágeis. Porque a lógica está invertida.
Quem deveria estar em lugar de isolamento, em acompanhamento psiquiátrico, psicológico, antes de nos matar, são esses homens que não aceitam ser deixados, que acreditam covardemente que são donos do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa vida, da vida de nós, mulheres. Nós, as vítimas, é que somos obrigadas a desaparecer, a nos esconder, a renunciar ao cotidiano para sobreviver.
Precisamos de terapia? Sim, é claro. Precisamos de acolhimento? Sim, sem dúvida. Mas precisamos, acima de tudo, de liberdade, de justiça e de uma reparação histórica — mais do que necessária — neste território onde estamos vivendo como nação.
A violência não acontece apenas em relacionamentos afetivos, em casamentos, em namoros. Ela também acontece nos ambientes profissionais, onde mulheres como eu são desclassificadas, invisibilizadas, desacreditadas. Onde o mundo do trabalho ainda privilegia homens. Onde até outras mulheres reforçam esse cenário quando riem caladas, quando sorriem silenciosamente, quando repetem a violência, quando sustentam estruturas que nos ferem.
A violência se percebe no olhar, na fala, na dúvida, no corte, no boicote, no silenciamento. A violência contra nós, mulheres, é muito mais grave do que se imagina. E enquanto a impunidade prevalecer nos lares, nas ruas, nos tribunais, nos escritórios, em todos os lugares, continuará existindo risco, continuará existindo medo, continuará existindo dor.
Porque no momento em que nos calamos diante de qualquer violência contra outra mulher, assinamos a certidão de óbito de muitas de nós.
Nildinha Freitas
Será que minha vida tem a mistura de amor e dor?
Sinto o calor que enobrece meu coração seguido de uma frustração.
O meu pensamento é inocente como o dia sem o sol e misteriosamente traz-me sensações desejadas por um sentimento que acredita na esperança.
Palavras carinhosas e verdadeiras enchem meus momentos de alegrias e ansiedades dos seus detalhes.
Minhas intensidades são eminentes á você que de tão singelo tem a grande possibilidade de fixar carinhos em seu coração.
Quero desvendar-te ao meu bel prazer, porem com o respeito de quem tem dignidade.
Contemplá-la e te exaltando com toda honra que merece, pois é rainha no meu caminho e nossas vidas irão se cruzar.
Ao mesmo valor que o homem tem a violência... A mulher tem ao amor... Tem a rosa e a feminilidade incumbindo à serenidade buscada pela paz...
Ó homens que pensam em ferir! Dar-ser o momento hereditário para que não tenha o tempo inválido sem sorrisos ou arrependimento...
Ah mulher és a esperança com o teu cheiro, teu perfume... Carregando em teu ventre a esperança da paz... Do amor para tanto acabar com a dor...
Os valores morais da existência não se têm mais prioridades
Pois os valores financeiros e a estética física virou a nossa realidade;
As noites têm sido farsantes comigo,
em todas elas estão presentes os sonhos,
que me levam sempre à você.
Nenhuma relação se constrói sem partilha sincera a todos os níveis, tem que haver reciprocidade, alimento, senão morrerá de fome!
Cada janela das minhas
paredes, tem um aceno.
E ainda são os mesmos
das renúncias
que distanciam-se na
incompreensão do tempo.
A vida é um círculo, que tem seu início em um ponto de partida e seu fim num ponto de chegada. Com efeito, torna-se interessante, vivê-la num círculo virtuoso!
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