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Família e Filhos

Cerca de 12186 frases e pensamentos: Família e Filhos

Os filhos precisam de ninho e de asas. Ninho é o acolhimento, o aconchego. Asas para ter liberdade para crescer.

Quem cuida dos animais como se fosse mãe deles... Quando se tem filhos, podem-se considerar sortudos,pois no coração desta mãe é um abrigo em crescimento de evolutivo amor absoluto.

A sabedoria é a esposa do silêncio, o conhecimento e a obediência são os seus filhos mais velhos. Essa família vive em lealdade.

Seja amoroso com os seus filhos, pois eles são a sua melhor alegria existente na terra.⁠

⁠O amor dos pais para com os filhos vem de Deus.

O divórcio é uma desastre cruel, estúpido e infeliz
diante dos filhos, da igreja e de Deus.

A liderança e os pais são responsáveis pela manutenção da pureza da igreja e dos seus filhos, incluindo o testemunho, a disciplina e a restauração dos filhos de Deus.

As orações, no contexto bíblico, são expressões dos filhos do Pai que, em nome de Jesus, clamam pela Sua misericórdia, direção e assistência divinas..

⁠Se queres deixar um bom legado para teus netos, educa os teus filhos antes que eles se tornem pais.⁠

⁠Arderia no inferno para assegurar que meus filhos estariam bem.

"'Não façam filhos como coelhos', disse Papa Francisco. Eu concordo com isso, pois amar é também não encher a casa de filhos."

Há pais que ensinam quase tudo aos filhos, inclusive a esquecê-los.

As mães sofrem para tirarem seus filhos das fraldas, mas não conseguem
impedi-los de continuarem fazendo merda.

ENTRE PAIS E FILHOS.
EVOLUÇÃO E RESPONSABILIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS À LUZ DA CONSCIÊNCIA ESPÍRITA.
A travessia histórica que experimentamos caracteriza-se por acentuado progresso técnico e simultânea instabilidade moral. A inteligência humana amplia suas conquistas científicas, mas o discernimento ético nem sempre acompanha tal expansão. Essa assimetria produz um fenômeno recorrente nas sociedades de transição. A ilusão de que liberdade exterior equivale automaticamente a maturidade interior.
A Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec em 1857, estabelece distinção rigorosa entre progresso intelectual e progresso moral. Em "O Livro dos Espíritos", questão 780, afirma-se que o progresso moral acompanha o intelectual, mas nem sempre o segue de imediato. Há descompassos. Há atrasos da consciência. A ampliação de direitos civis e a multiplicação de recursos tecnológicos não garantem, por si, elevação ética.
Nesse cenário, a missão dos pais adquire relevo singular. Segundo a questão 582 da mesma obra, a paternidade e a maternidade constituem verdadeira missão. Missão não no sentido místico superficial, mas no sentido ético de incumbência deliberada. Educar um filho é participar do processo evolutivo de um Espírito que retorna à experiência corpórea com necessidades específicas de aprendizado.
A reencarnação, fundamento pedagógico da lei de causa e efeito, indica que cada criança traz consigo tendências, inclinações e desafios anteriores. Não se trata de determinismo, mas de predisposições que requerem orientação consciente. Pais e mães não recebem páginas em branco, mas consciências em elaboração. A tarefa educativa consiste em favorecer a retificação de inclinações inferiores e o florescimento das virtudes latentes.
Sob perspectiva psicológica, tal compreensão encontra paralelo nas teorias do desenvolvimento moral. A criança nasce com disposições temperamentais, porém a estrutura ética consolida-se pela interação com figuras parentais. O lar é o primeiro espaço de internalização de normas, de construção de autocontrole e de aprendizagem empática. A ausência de limites claros compromete a formação da segurança psíquica. Permissividade não é sinônimo de respeito. É frequentemente abdicação da responsabilidade formativa.
A mãe, historicamente associada ao cuidado primordial, exerce função estruturante na formação do apego seguro. Estudos da psicologia do desenvolvimento demonstram que vínculos estáveis favorecem a regulação emocional e a capacidade de confiar. Contudo, reduzir a maternidade a sentimentalismo seria empobrecer sua grandeza. A mãe educa também pela firmeza serena, pela coerência moral, pela presença vigilante que orienta sem humilhar.
O pai, por sua vez, não pode ser compreendido apenas como provedor material. Sua atuação consistente contribui para a consolidação do senso de responsabilidade e para a interiorização da autoridade legítima. A figura paterna simboliza referência normativa. Quando equilibrada, favorece a autonomia responsável. Quando ausente ou incoerente, pode gerar fragilidade na estrutura identitária.
Na perspectiva espírita, educar é cooperar com o aperfeiçoamento de um ser destinado à continuidade da existência além da matéria. Essa concepção amplia a gravidade de cada gesto cotidiano. Palavras impensadas, omissões reiteradas, exemplos contraditórios produzem marcas profundas. A educação não ocorre apenas nos grandes discursos, mas nos hábitos diários, na forma como os pais lidam com frustrações, conflitos e deveres.
A autoridade genuína fundamenta-se no exemplo. A tradição moral sempre reconheceu que o caráter se transmite mais por convivência do que por instrução verbal. Pais que exigem honestidade, mas praticam duplicidade, comprometem a credibilidade da própria orientação. A coerência entre discurso e conduta constitui o eixo da pedagogia doméstica.
Importa igualmente compreender que responsabilidade não significa controle absoluto. O excesso de vigilância pode sufocar a individualidade em formação. Educar é equilibrar afeto e disciplina. É permitir experiências graduais de autonomia, mantendo diretrizes firmes. A liberdade saudável é aquela que se exerce dentro de referenciais éticos estáveis.
A época contemporânea desafia a família com estímulos constantes, relativização de valores e cultura de imediatismo. Nesse ambiente, a missão parental torna-se ainda mais exigente. Exige presença qualitativa. Exige diálogo fundamentado. Exige consciência de que cada geração transmite à seguinte não apenas patrimônio material, mas herança moral.
A evolução coletiva principia no núcleo familiar. Reformas sociais autênticas emergem de consciências bem formadas. O lar antecede a escola e o Estado na construção do caráter. Quando mães e pais assumem a educação como dever sagrado e racional, contribuem para a edificação de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Educar, sob a ótica espírita, é também caminho de autotransformação. Ao orientar um filho, o adulto confronta suas próprias imperfeições. Aprende paciência. Desenvolve empatia. Exercita renúncia. A parentalidade converte-se, assim, em instrumento de progresso mútuo.
Liberdade verdadeira é aquela que se harmoniza com responsabilidade. Evolução autêntica é a que integra conhecimento e virtude. Mães e pais que compreendem essa distinção tornam-se artífices silenciosos do futuro moral da humanidade. No recolhimento do lar, longe dos aplausos públicos, forjam-se consciências capazes de renovar o mundo.
Educar é plantar no presente a dignidade que florescerá nas gerações futuras, e cada gesto consciente no interior da família é semente de um amanhã mais lúcido e mais nobre.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

⁠Somos manipulados pela Religião, Política, marketing, Televisão, familiares, filhos, cônjuge, amigos, pela Empresa onde trabalhamos e etc, etc, etc!!!!
Aprender a não ser MANIPULADO é fundamental para que possamos viver felizes e de bem com a vida!
PS: A manipulação é a principal arma de um Psicopata!!!

Deus não alerta seus filhos sobre perigos imaginários; os avisos existem porque a queda é possível.

⁠Família é tudo igual, um monte de gente falsa e hipócrita que só vem falar com você quando quer pedir alguma coisa.

Nem toda a gente tem a sorte de ser protegido pela familia ou amigos sinceiros mas enfim aqueles que tem essa sorte nao sabem como usalas

Se há uma coisa que eu aprendi ao longo das eras é que você não pode desistir da sua família, não importa quanto se sinta tentado a isso.

A família é muito maior do que se imagina. Ela representa o passado, o presente e também o futuro.