Falta de Amor aos Pais

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A vida nos traz sabor, ilusão, amor e verdade. Também traz desilusão, mentira e falsidade!

O amor quando vira ódio, se torna perigoso, e mata quem a ama.

Sem as mulheres os homens jamais saberiam equilibrar a força bruta com o amor gentil.

Só quem sabe o que realmente é o Amor, é quem já sofreu por ele!

Na farmácia da vida, o melhor remédio para consumo diário ainda é o amor.
E dele só abro mão quando inventarem outro tão bom quanto este.

Do Amor que Passa


Receba, nesta flor, minha proposta
que, parecendo tímida, é insistente:
Das ternas fantasias que mais gosta,
anseio partilhar, discretamente...

Mais que sorriso, espero por resposta,
aquele suspirar que, então, pressente
cada arrepio, quando alguém lhe encosta,
na morna flor do corpo, um beijo ardente...

Mas, além da paixão, não queira laços,
nem saudade ou remorso deste ensejo;
esqueça a flor, os versos, os abraços...

E aceite assim, sem juras, este amor
que apenas dura, intenso qual desejo,
enquanto passa, frágil como flor.

Caso não tenha adivinhado, esta não é uma história de amor. Pelo menos não uma em que alguém consegue o que quer.

Amizade é um amor que simplesmente não tem fim e nem limites, por uma amiga podemos ir até o fim do mundo.

Não quero muitas paixões, um amor verdadeiro basta.

Por mais que uma pessoa ame a Deus, o amor de Deus por nós é infinitamente maior.

Férias! Porque o novo amor já tenho, e o porre foi ontem. Foda ta essa ressaca longe do amor.

Um sentimento de amor; por menor que seja, derruba uma montanha de ódio.

O amor não tem que ser dito, ele precisa ser sentido, senão ele não sobrevive...

Meu amor,
No passado você era tão inexperiente,
com um jeito de menina
e um olhar de inocente.

Muitos anos se passaram,
você não envelheceu,
te vejo como aquela menina
meiga, frágil e tão linda
que meu coração se perdeu

O amor é uma brincadeira pra dois, e sempre tem uma garota que não tá afim de brincar.

"Renunciar ao amor em função de outros, é o mesmo que segurar a alça do seu próprio caixão!"

Louco amor...

Aqui estamos, a reclamar...
das feridas abertas, dos caminhos traçados
em geral, do passado
da frustração que amargou, da lembrança do amor
do coração que sofreu e enterneceu
do que se emprestou e não se pagou
do que se apagou e não mais se acendeu
do que maltratou e a Razão irrompeu...
E também do respeito, que se esqueceu.
do olho que ardeu porque tanto chorou
e da carta de amor que não se escreveu
da pouca atenção que se dispensou
e do pouco carinho que se prometeu
e do outro que cedeu e nada cobrou
do elo que, então, sem pensar, se rompeu
da forma de amor que se conheceu
de quem não se explorou e, por isso, se perdeu.
De toda tola vontade que não se pesou
de toda emoção que esmoreceu
da intenção que valeu, mas não importou
da mente, que viu, mas por amar, aceitou
e do pouco valor que se recebeu
e do que se protegeu como prova de amor;
do que se mostrou e do que se escondeu
do que se constatou, mas nunca se entendeu.
Do que um dia foi lindo e até encantou
do que sobreviveu ao tempo e a dor
do que se notou, do que se burlou
do que se viveu e o pensamento marcou.
Do amargo sabor do que fez doer
e até do prazer que se limitou
da mentira infame, que se propagou
e do sacrifício que não se aprovou;
do que se pediu, do que se negou
do que se fará e do que se provocou.
Da forma como os olhos passaram a ver
do jeito de andar, da intenção de agradar
e a da de chegar a ser, o melhor, sem querer, frustração despertar.
De todo rancor que se viu nascer
de toda a verdade que se ocultou,
de todo incômodo que o ciúme causou
de toda confiança que não se mereceu
do que apareceu e nunca mais se mostrou
de toda afeição que se disfarçou
do muito, do pouco que se ofereceu.
Do conselho amigo que se ignorou
do que pereceu e cristalizou
do que se aqueceu, do que se esfriou
quando um outro levou - um dia, pra si - o que nos pertenceu.
Do erro grotesco que se cometeu
do que um dia mudou, mas não se desenvolveu
do que escapou, do que se amputou
do que um dia feriu, do que se fragmentou.
De toda idéia, que se cogitou
de toda solidão que o tempo deixou
de toda certeza que a aflição apagou
do enorme vazio que o coração assolou;
do que assombrou, do que se inverteu
do que não se incrementou; se entregou, faleceu.
Do que estagnou e não se comprometeu
só, não se orientou: o seu lar esqueceu!
Do que o destino reservou a este nosso louco amor
que se disperçou e que, conosco, então, pois, morreu...

Eu posso não ser muito, esperto, mais eu sei o que é o AMOR!

Era um amor diferente, quase assim feito uma segurança de sabê-lo sempre ali.

Muita água não mata a sede de amor, nem uma inundação pode afogá-lo.