Falo o que Sinto
Acho que nem sei ao certo o do por que me sinto assim, sem rumo e sem direção, sem amor e sem atenção;
Mas percebo que não quero isso nem me prendo a atenção implorada as mínguas de migalhas quais querem;
Quando estou ao teu lado me sinto mais confiante e quando estou entre seus braços me sinto mais segura;
Vejo que as amizades de hoje em dia se alimentam de um coração somente e sinto um cansaço de ter que carregar um peso morto em meus ombros;
Às vezes sinto falta de mim mesmo que não respondo ao meu silêncio de não mais conversar com os meus desejos de me apoiar;
Sinto tanto a falta de quem nunca tive por perto que muita das vezes penso que os meus sentimentos são incompatíveis com a vida que levo;
Sou jovem, mas o meu reflexo grita pelas experiências adquiridas em meu longe e tão perto caminho;
Imagino os teus sorrisos sorrateiros e me sinto despojado pelo seu querer e teus lábios e tua boca que insistem me mastigarem...
Vontade e querer de te invadir pelas intimidades que me intensifica por entre suas entranhas instigando-me salientemente;
Sonho em acariciar os teus seios... A tua pele sem o mínimo de pudor no qual te satisfaça como uma mulher completa... Cúmplices e amantes... Beijos ardentes que nos faça o melhor;
E pelo que eu sinto me calarei, silenciarei, pois o mudo sempre tem algo a disser com o silêncio promissor;
Hoje o sol não nasceu e me sinto tão submissa ao meu prazer
Que minha inocência se perdeu por entre os desejos de mulher...
Mas não há lamentações, mas sim vontade de viver...
Me sinto uma pessoa solitária
Entre mil destroços
Com algum jeito especial
De ser julgada
Pelo não entendido
Ou até mesmo
Sem razão
Apenas de não
Ser aceita
Pelas diferenças
Impostas;
Sinto o arrepiar ao toque de suas mãos a meu corpo!
A minha pele tem desejos próprios, quanto aos teus pensamentos...
E meu corpo... Ah! O meu corpo é o puro pecado no qual te satisfaça;
Sinto-me mal pelos acontecimentos
E gostaria de sumir por um infinito
Sem saber a hora do perdão
Não sou o que sempre sonhei;
Mas tenho o medo de quando apanhei
Apanhei da vida! Sem socos ou pontapés
Somente lições da vida que vieram com dificuldades;
Sou agora o que me enxergam e não o que imaginam
Pois respondo pelo que sou, quero e falo e não pelo que acham;
Sinto-me bem... Digo sinto-me mal...
Minhas dúvidas invadiram o meu coração
Tentando me encontrar com melodias
Sutis que às vezes me perdem;
Mas sou forte o suficiente
Para suportar dúvidas
Infundadas;
Mas não duvide
Das minhas capacidades
Pois ainda posso ser
O que você menos espera;
Me vejo perfeita quando não me vejo
E me sinto poderosa quando desnudo meu corpo
Sou ansiosa pelos momentos que me aguardam
Mas sou cautelosa com os meus pecados na hora;
Não sou uma mulher tão desejável
Mas tenho o meu valor sentimental
Me garanto pelo que falo sou mulher intelectual;
Não me sinto bem... Com essa solidão!
Sinto-me excluída ou até mesmo esquecida
Perdida nessa confusão
Não sou pervertida por quem me julga... Sou iludida pelo meu coração;
Ah... Vida por que és cruel com quem não merece?
Por que dar-me tanta ilusão
A meu coração?
Peço que me solucione
Ou que me faça compreender a realidade
Tenho medo, mas eu lutarei com responsabilidade;
Os meus sentimentos são secretos
E o segredo guardado é o amor que sinto!
Não se faz qual quer amor
Mas sim o por você
Sob a noite enluarada
Seus olhos reluzem
O querer do desejo oculto
No qual para muitos
É indecente, para nós
É apenas amor
Que por entre pétalas
Se torna mais que lindo
E também merecedor
Para conosco;
Sinto que a minha essência sai de mim
Para saudar as tuas sensações
E saiba que ainda posso revirá-la
Com o meu calor intenso;
Feche os olhos e me sinta
Eu sei que o teu prazer se mistura
Com gemidos de querer-me cada vez mais;
Mas quanto mais a tenho
Mais quero para me satisfazer;
Essa noite eu sinto chuva de inspiração... Me empenho para escrever as palavras mais lindas que refresque o seu coração;
Sinto-me constrangido pelas atitudes de pessoas
Que não conseguem entender o sentido da vida
Ou até por seres que se intitulam gente...
Ainda sinto o teu cheiro
O gosto doce de seus lábios
Me tomando em teus braços
E seus olhos percorrendo
Por todo o meu corpo
Me excitando e me
Desordenando
Como bem queres
Faz de mim
De gato e sapato
Enlouquecendo
A minha razão
Como se houvesse
Alguma para se preocupar;
