Falecimento de um Parente Querido

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Saudade eterna!!! A saudade é um sentimento que ás vezes bate forte. Algumas vezes vem acompanhada da dor, outras da alegria, e agradecimento de ter vivido. Muitas vezes faz a gente chorar, outras sorrir, mas sempre nós impulsiona a vivê- la. Uma viagem ao passado, as lembranças, recordacões. Qdo vivemos de forma plena junto ao outro, é considerado gratificante. Hoje abro o meu sorriso, agradecimento, por poder ter compartilhado meus dias com o Sr, Por ter aprendido, ter sido acarinhada, iluminada com seus gestos, e digo: Saudades eternas, saudades eternas, saudades eternas, hei de te encontrar novamente pai. !!! Simone Verçosa.

⁠As vezes fomos feitos pra pensar..
Pra viver de sonhos...
As vezes fomos feitos para sentir saudade..
Viver de momentos bons..
Desses de tirar o fôlego...
De pedir reprise...desses de gostinho de quero mais...
As vezes fomos feitos para lembrar...
Viver de flash back..tudo que é bom..merece ser lembrado..
Tudo que É bom merece repeteco...só acho..
Daria tudo pra te sentir novamente..Pra voltar no tempo... Pra fazer tudo denovo....e denovo.. e denovo...bem gostoso..como aquele dia..

"A saudade tinha o sabor de um arco-íris derretido na língua do tempo."

"A saudade tinha gosto de sol esquecido."

Aprendi a identificar ausências que não doem e presenças que adoecem. Descobri que saudade não é medidor de afeto, é apenas o eco do que fazia sentido. Algumas pessoas me fazem falta; outras só faziam volume. Foi libertador perceber a diferença.

" A saudade é a visita que a alma faz ao passado, sem sair do presente; não dói porque acabou,mas vive porque foi eterno. "

"Quando eu amo eu cuido, eu perdoo,
eu compreendo, eu morro de ciúme,
eu choro de saudade...
Ah, quando eu amo....
Eu sou um porre!"
☆ Haredita Angel

30 de Janeiro - Dia da Saudade


Oh! Saudade!
És um sentimento nobre,
que nenhuma outra língua do mundo
consegue traduzir.


Morada de ausências vivas,
presença que dói e aquece,
fio invisível que nos costura
ao que foi,
e ao que nunca deixou de ser.


Saudade é amor que ficou
sem corpo,
memória que pulsa,
nome que o tempo não apaga.


É o silêncio que fala,
é o coração lembrando
aquilo que a vida tentou levar.


Oh, Saudade!
Às vezes,
és uma sensação contraditória
do meu ser.


Sinto-te
por aquilo que não tive,
não vivi e não fui.


Saudade do possível que não aconteceu,
dos caminhos abortados,
das versões de mim
que morreram antes de nascer.


Tu doês sem memória,
arde sem lembrança,
és falta sem rosto
e, ainda assim,
me habitas inteira.


Saudade é esse vazio cheio,
essa ausência que pesa mais
do que muitas presenças.


É o luto
do que nunca existiu,
mas insistiu em me sonhar.


✍©️@MiriamDaCosta

E mesmo no céu, ela vem me ver no sonho e a saudade vira um abraço de mãe.

Domingo é dia de arrumar algumas gavetas,
Em uma delas adivinhem,
Está a saudade com vontade própria.

Lembro-me agora com saudade da dor de escrever livros.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Escrever.

...Mais

Nós somos a saudade da nossa infância.
sfj,pensamentos⁠

E foi bem assim, no final o que restou foi só saudade, lembranças e
histórias para contar. Fatos que ficaram e memórias que o tempo jamais conseguirá apagar.

A saudade de um animal
que partiu é a prova silenciosa
que não leva apenas o corpo,
leva também a parte de nós que somente ele sabia despertar.

Talvez hoje o que me reste sejam as lembranças, o som do mar, seus dedos deslizando sobre o piano, a tocar melodias que tocam a minha alma. Seus olhos, seu sorriso, o som da sua voz, que soa como a de um anjo, invadem o meu coração, trazendo-me um amor puro e sincero.
Ah, talvez hoje só me reste viver da sua lembrança e trazer tudo de mais sublime e perfeito que um dia presenciei. E hoje, embora dias, semanas, meses, anos tenham se passado, você...
É, você continua vivo dentro de mim.
Quando fecho os olhos, consigo tocar suas mãos e ouvir o som do mar e você tocando as mais lindas melodias de amor.
Melodias que você me ensinou a tocar e a viver o que é amar e ser amado.
Você, meu doce, que me faz sonhar e querer viver cada dia para realizar tudo o que um dia planejamos, embora já tão distante, eu te levo aqui, no mais íntimo do meu coração. Não foi desta vez, mas quem sabe um dia Deus nos permita recomeçar...

A dor da despedida...

Que Deus ilumine nossos olhos,para que enxerguemos muito mais além que as dores que possam ferir a nossa alma,que enxerguemos os propósitos de Deus em nossas vidas,para que possamos compreender que a vida é uma missão,pois quando chegar a hora da despedida,a viagem de volta de onde viemos é precisa e inevitável,pois onde Deus está,lá estaremos nós,portanto estaremos bem onde Deus quer.

CONVÍVIO DOS MORTOS

Quero tudo que não me foi,
Tudo talvez o que não mais é
A despedida da antiga e errônea dor
Da pobre esperança sensata
constituída em fé.
Quero abraçar esta noite nebulosa como última,
aquela que não se veem a chegar
A que possui dois córregos de um mesmo rio separados,
Que sem escolha trilharei...
Ao certo, onde será o que se esperam?
Quero junto a ti nesta sossegada paz
Ir além do conhecido, do eterno
Do místico ao surreal,
Do terço à boêmia.
Quero esse sentimento mentiroso e egoísta
Devastador!
Que o que em outrora, de um lado da moeda, consolador!
Quero estar com olhos de enfermos e desfalecidos diante de tuas faces e momento,
Ver-te de baixo
Para que nao o veja,
O olhar negro, abetumado, abioso,
Pois bem sei que o lugar que virgílhas
Em mero relance antigas idas,
Não encontrarás o recinto que cobriu-me
Como o soprar da ultima vela.

Não quero enxergar o que os os lhos inibem
As neblinas que não se dissipam,
Omite ao olhar a certa cegueira
Sob tão cedo catatumbas bem mal cuidadas,
Que não tiveram a verdadeira despedida
Desta face de teus cabelos
E do medo que se prega.
Em suspiros que sussurram, se proliferam
E nao se passam, se propaga
Contaminam este convívio dos mortos,
Inquieto, constante, devaço, tenebroso
Infecta os vivos que temem, não deixam a de temer...
E nestas caminhadas noturnas que rogam
Suplicam ao tempo que não permitira esquecer
O vácuo deste solo sem saída
Que o menor ser procura romper,
Quero encontrar este endereço baldio
Que se fez morada e não flui
Que vaga e não dilui
Neste imenso cemitério que não mórbido
Se tem o que não foi,
O que apenas se constitui.

Willas Fernandes. 17.12.15.

A vida e a despedida
Caminhando pela estrada da vida refletindo sobre a mesma chegamos à conclusão que todos estamos de passagem e logo estaremos de partida, mas também concluímos que não gostamos de despedidas e como a vida é passageira ela se torna sofrida, pois aqueles que amamos um dia ou outro sem menos esperar ou sem qualquer aviso não estarão mais em nossas vidas. Quando isso acontecer que nossa consciência esteja tranquila por dizer o que tínhamos a dizer enquanto ainda havia vida, pois as mais belas palavras quando não ditas a alguém de nada tem serventia.

Saudades

Aquilo que julguei imensurável
Coube no beijo de despedida
Aquilo que julguei interminável
Reflito se houve um ponto de partida

Você bateu a porta do quarto
Eu quis bater meus lábios nos seus
Você fugiu sem deixar rastros
E o que sobra é o beijo de Adeus

Eu vou ter saudades
Ou talvez ela que me tenha
Talvez a solidão seja a melhor companhia
Nessa cama um dia quente, agora fria

Despedida silenciosa

É como dois ponteiros,
juntos, uma hora ou outra

Se afastaram com o tempo
sem saberem que tempo
era tudo que tinham

Quando ele passasse
Juntos estariam

Uma hora ou outra,
em silêncio,
juntos para sempre
se o tempo parasse.

Inserida por rogerlima