Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer

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Deus não preza igualdade com o mínimo, e sim com reais chances de crescimentos. A política justa é democrática, na verdade, e não na escassez travestida de ajuda mínima.

Quando suplantamos a ideia: Observe a ação não o que se fala, pois até papagaio fala.
Fica claro e evidente que a palavra tem muito mais poder que a ação, caso contrário não necessitaria ser falada diversas vezes.

A vantagem não é tirada, a vantagem é tomada pelo poder das palavras. O coração não fala do que o coração está cheio, ele.usa para manipular no convencimento. A palavra tem mais poder que a ação, caso contrário, este não serviria como alerta.

A verdade não é doce.O que se quer ouvir sim. Conduzo você a meu benefício, quero "ajudá-los", "meus companheiros".

As palavras tem poder!
Do contrário não precisaria da instrução:
"observe a ação e não o que falam".
Só que a verdade é que o Poder está no que eu quero ouvir, portanto, basta falar o que se quer ouvir para convencer absurdamente.

A liberdade das escolhas, DEIXE IR, ninguém vai embora sem realmente querer ir.
O que não gosta não gostará por nenhuma vontade alheia a própria.
Segurar não resulta em mudanças, só atrasa o seu caminho. Solta, deixe - a partir.

A imposição é obsessão dos insensatos.
A sensatez está na inteligência da aceitação, não no egoísmo do prender. Nada preso tem valor, vontade e futuro.
O respeito mútuo tem mais valia pois ele solta, liberta e faz futuramente aquele que ofereceu desigualdade lembrar dos momentos vividos e pouco valorizados. O tempo volta para apertar àquele que merece aprender para futuramente com uma nova relação fazer diferente.

"Todo mundo igual no mínimo"..Não!
É Todo mundo com condições para ganhar e poder comprar o que querem. Este é o verdadeiro estado democrático.

O pior do autismo leve são as consequências do não entender as entrelinhas, onde esconde a maldade alheia.

Seu esforço em uma posição errada não está gerando o resultado que você quer?
Solte e mude.

Não basta ter competência, pois ela não vista, nao reconhecida não é recompensada. Se posicione onde é valorizado, pois não vale o esforço em um lugar de pouca valia.

O hiperfoco é no sim, o não eu elimino.

Ignore o que não vem para somar, foque naquilo e naquele cujo objetivo é avançar.

A determinação nos faz "bater em cima" e não desistir.

Recomece quantas vezes for necessário. Mude as estratégias quando testada e não muito aceita.

Complacência é ato ou efeito de não se permitir, de ceder as vontades alheias, esquecendo de si.

Quanto mais não tomamos mais devemos ter a vontade de vencer, ou seja, de conquistar o sim.

Capitalismo gera riquezas de acordo com a força de vontade daquele em que a preguiça não se deixou vencer .

⁠Pasárgada eterna
Vou embora pra Pasárgada.
Não conheço o rei. Mas, sei que lá não tem avião e ninguém precisa de tanta fé.
Tem rede com preguiça inclusa, todo dia é sexta-feira, e toda sexta-feira, pensando em sobra de feira, ela me sua.
Pasárgada tem reza. Tem cantos de oferenda. Tem axé. Tem afoxé!
É quando Deus descansa dos evangélicos.
Nietzsche proibiu pastores, em votações de assembleias.
Em Pasárgada tem rituais de Missa em Latim, e cestos de carinhos outorgados. Todos os rituais exigem tambores.
Muitos tambores.
A preguiça foi institucionalizada. A dança é democrática, e obedece a um engajamento entre pernas e quadris.
Saravá, Bahia! Saravá, Umbanda. Saravá, meus amores.
Em Pasárgada, o céu tem mais estrelas, os jarros têm mais flores. Eu preciso do endereço do Bandeira... Soube que o poeta mora no beco: o beco que ele cantou pleno de elipses mentais.
Os sertões azuis se assomam nas varandas. Paga-se bem aos professores e redes são estendidas perto da eternidade. As luas são enormes e generosas, e já trazem (inclusos) redes e conhaques.
Pasárgada tem campos de girassóis e broquéis contra insanos. Assistimos a luta de São Jorge contra o dragão, em tv 4k.
Em Pasárgada
Os poetas só precisam de alguns toques de imaginação.

Surto


Eu sabia.
Eu sabia.
Mas o saber não segurou a porta
quando a mente resolveu sair correndo.


O surto não chega gritando,
ele chega convencido.
Diz que agora vai,
que dessa vez precisa falar,
que o silêncio já venceu vezes demais.


E eu assisto.
De dentro.
De fora.
De um lugar estranho
onde ainda existe consciência,
mas não existe freio.


Eu falo.
Eu exponho.
Eu rasgo o que eu mesma costurei com cuidado
em dias de lucidez emprestada.


É desesperador
morar num corpo que não obedece,
num pensamento que se auto-sabota
em tempo real.


É como se eu fosse
a câmera de segurança
de um assalto cometido por mim mesma.
Grava tudo.
Não impede nada.


Depois vem o cansaço.
Esse cansaço antigo,
que não é físico,
é ontológico.
Cansa existir dentro de uma mente
que sabe demais
e controla de menos.


Eu volto pra mim aos poucos,
como quem retorna de um incêndio
carregando o próprio nome chamuscado.
Ainda sou eu,
mas com cheiro de fumaça
e a vergonha silenciosa
de quem viu tudo pegar fogo
sem conseguir apagar.


O surto passa.
Eu fico.
Com a memória do estrago
e a pergunta que nunca cala:


— como é possível estar tão consciente
e ainda assim tão ausente de si?