Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer
Esse ano é o ano em que não darei segundas chances.
Pensem bem nas atitudes.
Depois de tanto me quebrar, entendi:
o erro não era sentir,
era permitir que me partissem.
Hoje, quem se parte sou eu —
do que pesa, do que fere,
do que insiste em não somar.
Quem quer sua mudança, não soube moldar a si mesmo, ninguém entra na vida de ninguém para mudar sua herança, somos o que levamos e o que fazemos e não o que queremos reverter para o que nunca soubemos ser.
A verdade precisa ser dita, melhor falada do que vivida, quem não sabe escutar, e pede por ser ouvida, na verdade não aprendeu tudo, e ainda precisa aprender o mínimo desta vida.
Não manipulo a sorte,
porque a sorte não se deixa tocar.
Ela nasce das escolhas,
dos passos que insistimos em dar.
A vida não é um jogo marcado,
nem cartas lançadas ao acaso.
É um segredo que se revela
a cada coragem, a cada fracasso.
Somos nós que escrevemos o caminho,
entre erros, silêncios e fé.
A sorte é só o nome bonito
do que a alma decide ser.
Não aceito laço pela metade,
nem coração com porta aberta.
Onde entra um terceiro, sai a verdade,
e a alma sente que não é certa.
Tem verdades que não se cruzam,
andam longe, sem se tocar,
mas viver é seguir fiel a si
sem precisar se moldar.
A santidade não salva ninguém
quando vira máscara e prisão.
Deus não nos quer dentro de uma caixa,
quer leveza, verdade e coração.
Fomos feitos pra viver fora dos moldes,
fora do medo, fora do papel.
Não adianta erguer mãos na igreja
e fechar o punho diante do céu.
Espiritualidade não mora em paredes,
mora no gesto, no olhar, no pão.
Negar ajuda por conveniência
é rezar em vão.
Somos santos e pecadores,
contradição que aprende a amar.
Viemos pra servir uns aos outros,
não só no templo, mas no caminhar.
Porque é fora da igreja, na vida real,
no silêncio, na escolha, na dor,
que mostramos quem somos de verdade
e se a fé virou prática ou só discurso sem amor.
Depois que decidi viver o que pulsa em mim,
minhas escolhas ficaram leves, quase asas.
Não preciso ancorar o navio para pensar,
aprendi a refletir enquanto ele corta o mar.
Preciso fazer acontecer sem trair quem sou,
sem silenciar minha essência para caber.
Porque como o mundo reconhecerá minha verdade
se eu seguir camuflada, à espera de permissão?
Sobre a vida não podemos saber tudo,
mas viver é aprender a perguntar.
É no passo incerto do caminho
que começamos, enfim, a enxergar.
Talvez as respostas não gritem,
talvez apenas saibam esperar.
Moram caladas nas perguntas
que temos coragem de enfrentar.
A vida não se explica por completo,
ela se sente, se tenta, se refaz.
E quem aprende a viver perguntando
já encontrou mais do que respostas: paz.
Deixei de viver para apenas existir.
Fui atrás de um sonho — e disso não me arrependo.
Foram minhas escolhas que ganharam forma no caminho.
Quando me encarei no espelho, entendi:
para chegar onde almejo, não preciso me pressionar,
preciso, de verdade, viver cada momento.
E quantos momentos eu deixei passar
por achar que não merecia,
por acreditar que era preciso sofrer
para me tornar referência.
A dor, sim, me moldou —
mas não me endureceu.
Ela me fez grande, me fez verdadeira,
me arrancou de um pensamento banal
e me ensinou a viver uma vida intensa.
Sou o que sou.
E não me moldo para caber onde não me reconheço.
Minha essência é minha —
não se negocia, não se rouba, não se apaga.
A gente não deixa de ser quem é por causa de uma frustração.
A dor não nos anula, ela nos esculpe.
Aprendemos a nos moldar sem nos perder,
a nos vestir de oposição sem abandonar a verdade.
Porque quem sabe quem é
atravessa o caos sem se trair.
Quem tem dó de si mesmo já não vive,
pois ter dó é o mesmo que se prender à própria dor,
é escolher o peso da lamentação
em vez da força da superação.
Não espere que outra pessoa faça aquilo que você considera correto, pois cada indivíduo possui sua própria verdade e vive em sua própria realidade.
Tudo o que amei, amei sozinho. A solidão é o estado original da alma quando ela não negocia consigo mesma. É nesse espaço sem plateia que o amor existe inteiro, sem função, sem utilidade, sem promessa. Só somos nós quando estamos sós. O resto é adaptação ao olhar alheio, ruído social, sobrevivência simbólica.
Sou um completo desconhecido para os outros. O que chega até eles são fragmentos, gestos toleráveis, versões aceitáveis. O essencial não atravessa. A identidade real não circula, não se presta, não se oferece. Ela permanece recolhida, densa, silenciosa. A alma humana não se deixa tocar sem perder forma.
Minha canção nasce no silêncio. No silêncio onde se cria o absurdo. Onde o impossível se organiza. Onde a palavra não explica, apenas existe. No silêncio onde se esconde o medo. O silêncio sustenta aquilo que não pede tradução, aquilo que não aceita clareza.
Essa é a autópsia da alma humana. Amar sozinho. Pensar sozinho. Existir sem testemunha. Permanecer inteiro longe da compreensão. O que importa não se anuncia. Não se justifica. Não se resolve. Fica. Em silêncio.
Arrependimento leva o pecador a uma direção oposta à sua imundícia e contaminação, na qual ele não quer mais praticá-la em detrimento da sua nova disposição mental.
Nos Céus não existe caçamba para Deus jogar fora o lixo dos falsos pastores: a limpeza pode ser feita na terra por meio da verdade no Espírito.
Muitos ignorantes não querem aprender de preguiça;
preguiça e ignorância andam juntas para o fracasso.
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