Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer

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A filosofia não é um acúmulo de respostas, mas uma metodologia viva: um modo rigoroso de pensar que transforma perguntas em caminhos e o pensamento em criação de sentido.

O silêncio divino não é mistério: é vergonha técnica.

Deus não é ausente, só terceirizou a criação para um estagiário cósmico mal remunerado.

A verdade não reside em templos de pedra, mas na incerteza da dúvida!

Jesus ressuscitando prova que ele não sabe terminar o que começou. Se o objetivo era levar os pecados embora, ele deveria ter ficado enterrado. Voltar foi apenas admitir que sua morte não serviu para absolutamente nada.

Deus não precisa de dinheiro, mas o diabo precisa, pois ele adora luxo. Se o coisa-ruim existe, ele está vestindo terno importado no altar, rindo da sua cara enquanto você financia o inferno na terra achando que está comprando um lote no céu.

Vida simples


Vida simples de muito não precisa,
Precisa apenas de paz.
Essa é uma a divisa
Que o luxo não satisfaz, desfaz.


O luxo é o que nos aprisiona,
Aparenta só beleza e conforto,
Vem e nos apaixona,
Mas sem paz, está morto.


O ideal é que fôssemos minimalistas
Vivendo com menos e com foco no que importa
Com aconchego e de forma realista
Numa casa como essa, com uma janela e uma porta.


O problema é que não nos conformamos
E a beleza nos enche os olhos,
Ficamos com aquilo que não sonhamos
E acabamos sim como abrolhos.


A vida simples é desafio diário
Muitos não conseguem enfrentar
Tentam de tudo como se fosse necessário
E acabam só por lamentar.

Muitas vezes, o deboche não passa de uma confissão inconsciente.

Eu implorei a deus pelo remédio, mas não tenho mais certeza.

É você quem cria as oportunidades — se não agir, o ano será apenas a repetição do anterior.

O seu mal pensado, o seu mau olhado
Não me faz andar pra trás e nem ficar parado

O seu mal pensado, o seu mau olhado
Não me faz andar pra trás e nem ficar parado, não
O seu mal pensado, o seu mau olhado
Não me faz andar pra trás e nem ficar parado

Ei, da escuridão, pare agora de criticar seu irmão
Pois você pode fazer muito mais que isso
E não só comentários sem sentido e atitudes em vão
Pois muito vi, em minha caminhada, navegantes da ilusão
Mas nós, piratas dos bons pensamentos e princípios do bem
Levaremos luz aonde houver escuridão

Saiba separar coisas que não estão acrescentando em nada na sua vida, não adianta me vender conselhos se a própria história está sendo em vão. O bom da vida é documentar o sucesso.

Eu olho pro meu passado e rio. Rio porque se eu não rir das minhas próprias brincadeiras, alguém vai e provavelmente já riu. Quando eu era mais novo, o bairro não era só onde eu morava, era meu palco. E eu, humildemente, era a atração principal. Não pedi esse talento, nasci com ele.


Cada rua guarda uma memória que eu claramente ajudei a criar. A bola que sempre caía no quintal errado (coincidência nenhuma), a campainha tocada e a corrida digna de atleta olímpico, as reuniões improvisadas na calçada que terminavam em bagunça sem plano e sem motivo. Tudo extremamente organizado dentro do caos.


Eu não fazia brincadeira pequena. Se era pra aprontar, era com criatividade. Se era pra irritar, era com estilo. Os vizinhos não sabiam meu nome completo, mas sabiam exatamente quem eu era. Ícone local. Lenda urbana em construção.


O melhor é lembrar da confiança. Eu tinha certeza absoluta de que nada dava errado se ninguém fosse pego. E quase nunca éramos. Quando éramos, vinha aquele discurso interno: “relaxa, isso vai virar história”. E virou. Sempre vira.


Hoje eu crio memórias rindo das antigas. Eu exagero? Óbvio. Mas se eu não valorizar meu próprio legado, quem vai? Aquela bagunça toda virou repertório, virou risada, virou aquela frase clássica: “cara, lembra daquela vez?”. Lembro. Como esquecer?


No fim, eu não me arrependo das brincadeiras. Elas me deram histórias, cicatrizes pequenas e um ego levemente inflado. Eu não era só mais um moleque do bairro. Eu era o moleque que fez o bairro ter assunto por anos.


E sinceramente? Se um dia alguém escrever sobre aquela rua, meu nome pode não estar lá… mas minha bagunça com certeza vai estar.


— Cyrox

Tenho 19 anos e um talento especial: vacilar com estilo. Não é qualquer vacilo, é aquele vacilo bem pensado, bem executado e, claro, repetido. Porque aprender na primeira vez é coisa de gente comum, e eu claramente me acho acima disso.


Eu olho pra trás e penso: “não, dessa vez eu fui gênio”. Não fui. Fui emocionado. Confundi intensidade com conexão, drama com profundidade e achei que minha presença resolvia instabilidade alheia. Olha a audácia. O ego de um garoto de 19 anos é uma coisa linda e perigosa ao mesmo tempo.


O melhor é que, mesmo errando, eu erro confiante. Eu entro nas situações achando que sou o ponto de equilíbrio, o cara lúcido, o diferentão. Resultado? Saio com mais histórias pra contar e menos certezas sobre mim mesmo. Mas calma, faz parte do charme.


Eu ignoro sinais óbvios com uma elegância impressionante. Bandeira vermelha pra mim não é aviso, é decoração. Eu vejo tudo, entendo tudo… e sigo mesmo assim. Porque, na minha cabeça, “comigo vai ser diferente”. Nunca é. E ainda assim, eu insisto.


O sarcasmo vem depois, quando eu finalmente percebo que fui o palhaço da própria narrativa. Aí eu rio, balanço a cabeça e penso: “ok, pelo menos rendeu caráter”. Vacilo vira aprendizado, aprendizado vira ego inflado, e o ciclo recomeça.


No fim das contas, eu me acho incrível até quando erro. Não porque o erro foi bonito, mas porque eu sobrevivi a ele com consciência, ironia e uma autoestima teimosa. Errar faz parte. Errar do mesmo jeito várias vezes já é personalidade.


E no fim, sou só um jovem de 19 anos, especialista em vacilos, dono de um ego questionável e totalmente convencido de que, no próximo erro, vai fazer melhor. Ou não. Kkkkkkk


— Cyrox

Não é possível amar ao próximo sem amar a si mesmo, pois ninguém doa o que não tem.

⁠Não olhe para as circunstâncias, olhe para o alto, olhe para Deus. Ele te fará florescer no deserto!

Um dia tudo acaba. Não importa se você está rindo numa festa ou chorando num quarto escuro. Não importa se tem dinheiro sobrando ou se falta até o básico. Não importa se está cercado de gente ou sozinho no silêncio. A vida não pergunta, não avisa, não negocia.
O fim chega. Seja pela doença, pela velhice, pelo acaso ou pelo destino. O campo fica vazio, a igreja se cala, a casa se fecha. O que você acumulou, o que você conquistou, o que você perdeu — nada disso muda o fato de que o último suspiro vem para todos.
A única diferença está no caminho até lá: como você vive, o que você faz, o que você deixa. Porque o fim é igual para todos, mas o peso da história que carregamos é o que nos distingue.
Então não se engane: o tempo é curto, a vida é dura, e o fim é certo.
O que você faz agora é o que vai ecoar quando não houver mais voz.

Se o seu corpo e sua mente estão gritando, escuta.
Dor constante não é fase
— é sinal

Eu não preciso entender tudo hoje. Só atravessar essa noite .

Não. Só não se deve morrer quando se é jovem , não é ? E ela se matou.