Falar de Alguém Especial

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Quando alguém que amamos morre, deixa de viver entre nós para viver dentro de nós!

De uma hora para outra, aquela pessoa que estava todos os dias ao nosso lado compartilhando momentos, ajudando-nos a superar tristezas, proporcionando-nos alegria e presença simplesmente se vai, e ficamos apenas com o sentimento de vazio e muita dor em nossos corações, que pode demorar muito tempo para amenizar.

É muito difícil nos desacostumarmos com o amor, a presença, o carinho e a dedicação de uma pessoa amada. Nunca mais vermos o seu sorriso, ouvirmos a sua voz e não termos o seu ombro amigo é uma sensação muito dolorosa, que nos faz sentir impotentes diante dessa realidade que infelizmente não podemos mudar.

Não importa como vivemos e no que acreditamos, a morte é a única certeza da vida, e ainda que saibamos disso desde sempre, muitas vezes não estamos preparados para lidar com ela quando chega em nosso caminho.

Vivemos o luto com muita intensidade, sentimos raiva, dor, choramos, não nos conformamos e muitas vezes também prejudicamos nossos outros relacionamentos pessoais ou profissionais porque a dor parece tomar conta de todo o nosso ser e guia todos os nossos passos. Essa fase dura um tempo específico para cada um de nós, mas em algum momento, cansados de lutar contra o inevitável, nós percebemos que é preciso seguir em frente, mesmo sem o nosso amado do lado.

É nesse momento que juntamos todas as nossas forças, toda a sabedoria que temos guardada e percebemos que não precisamos nos esquecer da outra pessoa, e que apesar de ela ter deixado de viver entre nós, sempre viverá dentro de nós, e que por isso nunca estará realmente longe.

Quando perdemos alguém que amamos, a única coisa que realmente se vai é o seu corpo, porque o amor, o espaço em nossos corações e os momentos vividos continuam para sempre dentro de nós.
Nossos amados sempre viverão dentro de nós, e sempre que pensamos neles, que nos lembramos de nossas histórias, percebemos que a morte, apesar de dura, não pode nos separar de verdade.

Tudo o que alguém representa para nós não se vai da noite para o dia, permanece sempre conosco. Para muitos, existe a crença de que aqueles que já se foram continuam presentes, sempre prontos para ajudar em nossos momentos de dificuldades e nos guiar para uma vida feliz.

O amor é muito maior do que a morte, e é graças a ele que aqueles que partem continuam vivos dentro de nós e se mostram presentes a cada pensamento, sentimento e acontecimento aleatórios da vida que nos mostram que não estamos sozinhos.

Precisamos compreender que a morte não precisa ser o fim, e que podemos superar a ausência física se mantivermos viva a memória da pessoa que não está mais conosco. Recordar as lembranças felizes nos ajuda a lidar com a ausência e nos dá paz para seguirmos nossos caminhos sem culpa, sabendo que estamos fazendo aquilo que eles gostariam, movendo-nos em direção à felicidade.

Aqueles que amamos nunca nos deixam de verdade, estão sempre conosco, e mesmo que não estejam mais entre nós, sempre estarão em nós. Lembre-se sempre disso.

Você é a pessoa mais importante da sua própria história.


Não espere que alguém faça por você aquilo que o seu coração já sabe que precisa fazer por si.


Aprenda a se escolher, a se cuidar, a respeitar seus limites e a reconhecer o próprio valor.
Amor-próprio não é egoísmo; é saber que você também merece o amor que oferece aos outros.


Não aceite migalhas para não sentir fome de afeto.
Não diminua suas asas para caber em lugares pequenos.
Não permaneça onde sua presença é tratada como opção.


Porque quem se acostuma com migalhas esquece o sabor da abundância.


E lembre-se:
quem gosta de migalhas é pombo.
Você nasceu para ser águia.


Nasceu para voar acima do que te limita,
para enxergar além do que os outros enxergam
e para nunca trocar a liberdade de ser você por qualquer presença que exija que você se diminua.


Conheça o seu valor.
Proteja o seu coração.
Erga suas asas.
E nunca aceite um lugar onde você precise implorar para ser valorizado.

Não é a religião que define alguém


Não qualifico as pessoas pela religião que professam.
Prefiro observar a bondade que praticam, o respeito que oferecem e o bem que deixam por onde passam.


Porque mais importante do que o nome da fé que carregamos é a maneira como tratamos o próximo.


Religiões podem ter caminhos diferentes, mas a verdadeira espiritualidade se revela nas atitudes: no amor, na compaixão, no respeito e na capacidade de fazer o bem sem precisar diminuir ninguém.


No fim, não é o que você diz acreditar que mais importa… é o bem que sua presença faz no mundo.

Alguns sinais de que a vida tem me ensinado, em silêncio, a ser alguém melhor:

Já não respondo a tudo o que me fere.
Não porque me faltem palavras, mas porque descobri que nem toda reação merece nascer. Há silêncios que não são ausência de argumentos — são presença de sabedoria. Hoje, eu sinto, observo e escolho o que merece sair de mim.

Aprendi também a discordar sem transformar diferenças em batalhas. Nem todo pensamento contrário precisa ser vencido, nem toda opinião precisa ser convencida. Às vezes, basta ouvir, respeitar, compreender o que for possível e seguir o próprio caminho sem deixar atrás de si os rastros de uma guerra que nunca precisou existir.

Estou aprendendo a não guardar dentro de mim dores que o outro sequer soube que causou. Nem tudo precisa de confronto para ser curado. Algumas feridas pedem apenas silêncio, tempo e coragem para serem processadas. Sinto, compreendo, respiro… e deixo ir.

Nos dias difíceis, tenho aprendido a permanecer de pé mesmo quando ninguém vê o peso que carrego. Já não preciso que alguém reconheça a minha dor para que ela seja verdadeira. Existem batalhas que travamos em silêncio, lágrimas que ninguém testemunha e noites em que apenas nós sabemos o quanto foi difícil amanhecer.

E talvez um dos maiores aprendizados seja este: desejar o bem a quem me decepcionou. Não porque não tenha doído, nem porque tenha esquecido. Mas porque descobri que ressentimento é uma corrente invisível que mantém perto justamente quem eu já deveria ter deixado partir.

Perdoar, para mim, deixou de significar permitir que alguém volte a ocupar o mesmo lugar. Às vezes, perdoar é simplesmente fechar a porta sem bater, seguir em frente sem ódio e deixar que cada pessoa continue sua caminhada levando consigo aquilo que lhe pertence.

Hoje, compreendo que amadurecer não é sentir menos.
É sentir profundamente sem permitir que a dor escolha quem vamos nos tornar.

É aprender que algumas pessoas chegam para permanecer, outras chegam para ensinar e algumas precisam apenas passar.

E talvez a verdadeira liberdade esteja justamente nisso: olhar para tudo o que um dia me feriu, agradecer pelo que me ensinou e seguir em frente sem carregar ninguém no coração que já não cabe mais na minha vida.

Porque, no fim, a maior vitória não é provar que eu estava certo.
É chegar ao outro lado daquilo que me feriu ainda sendo capaz de reconhecer a paz quando ela finalmente chega.

Quando alguém lhe faz o bem, mas expõe e critica seus transtornos para outrem, o sentimento de gratidão dá lugar à aversão.
TUNIN

Quando se sente, seguir ao lado de alguém restam dois caminhos, pedir por respeito ou aceitar a falta dele!

Antes de entrares no amor de alguém certifica-te que não abandonas o teu. @saraduarteromano

Aprendi a olhar primeiro meus defeitos, antes de jogar pedras em alguém...

Você quer um alguém, um companheiro que seja o seu guerreiro, que luta por você, trabalhe por você, e em seus melhores e piores momentos e te ame?
Se sim...

Então apenas retribua o respeitando.

Se alguém preferiu não entregar os ouvidos, o que os outros falam.
E te deu uma nem que fosse mínima, mas te deu uma oportunidade, E acreditou em você. Nunca deixe de valorizar essa pessoa.

A maior prova do dizer "Eu mudei". É você também mudar a vida de alguém.

Alguém sabe o significado de CLT?
Chora, levanta e trabalha

Decepção

A decepção vem
Sempre que esperamos
Muito de alguém.

A vida ensina
Que nada nos pertence
Ninguém é de ninguém.

O sofrimento vem
E a vida leva consigo
Momentos de alegria

Por quê
Se o amor esta dentro de nós?
Olha dentro de ti,
Descobrirás.

Quando tudo parece dissipado
Quando tudo negrusco fica
Tu reapareces
Do nada tudo fica.

O Peso da Liberdade


Nunca fui totalmente livre. Sempre havia algo – ou alguém – que me amarrava. A sensação de liberdade e paz sempre existiu dentro de mim, mas com o tempo, tudo parecia ir por água abaixo. Lá estava eu, presa a compromissos que mascaravam a realidade, tentando me convencer de que eu era feliz.


Hoje, percebo que tudo aquilo era apenas uma forma de manter a união. Se fosse agora, jamais entregaria meu cem por cento. Nunca mais me deixaria para traz por completo. Daria apenas cinquenta por cento – o necessário, o justo.


Afinal, tenho a minha vida, meus compromissos, minhas vontades e meus ideais. E nada disso merece ser silenciado.

Amor invisível


Eu amo alguém sem rosto, sem corpo e sem nome. Amo como se o próprio amor me abraçasse. É um sentimento que não sei explicar, mas sinto, com certeza, que ele existe. Está em algum lugar deste mundo ou talvez além dele. É como se nossas almas se reconhecessem nessa travessia silenciosa, ainda sem encontro, mas já entrelaçadas no invisível.


Não é como o amor carnal. É encontro de essência, de espírito, onde não há distância nem tempo. Ali, nos reconhecemos, nos entregamos, e nos alimentamos desse laço sutil.


Assim como o corpo precisa do alimento físico, a alma também busca o seu sustento. E é nesse amor invisível que ela se fortalece, se nutre e continua a existir.

Escrevo para semear palavras. Se uma delas florescer no coração de alguém, minha missão terá sido cumprida.

Uma mulher interessante não é a que “convence alguém a ficar”
É a que sabe ir embora quando percebe que não está sendo escolhida.

Eu gostaria de nunca mais querer alguém, crio apego, sentimento, vontade de ficar perto e a pessoa não.

Essa sou eu!


Alguém me disse que eu mimava demais uma aluna de 8 anos, autista.
Respondi: “Você não sabe o quanto é bom mimar e ser mimada!”


Duas semanas depois, lembrei que essa pessoa havia perdido a mãe aos 10 anos e foi viver com parentes.
Pronto. Perdi o chão. Até hoje peço a Deus que me perdoe, caso a tenha feito sofrer…
E pretendo me desculpar com ela pelo que falei.


Entendo que, às vezes, quem critica algo bom é justamente quem nunca pôde vivenciar isso.
E sei que não somos culpados pelo passado,
mas somos responsáveis pelo futuro —
e o futuro é construído agora, no presente,
com boas e novas atitudes.


Não é porque alguém sofreu no passado
que precisa viver eternamente frio, egoísta,
espalhando dor e destruindo sonhos,
preso num ciclo que só se autoflagela.

"Você pode manter alguém em cativeiro por toda a vida, desde que ela não saiba. Mas, no momento em que descobrir, tentará fugir. E enquanto não conquistar a liberdade, não encontrará paz — mesmo que isso lhe custe a vida. Não é teimosia, é instinto."