Fala Comigo

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Coisas surreais já aconteciam comigo desde a infância. Sinto-me explicando tudo isso agora.⁠

O olhar dela anda comigo dia e noite,
sem eu vê-la,
sem eu conhecê-la.
Não tem rosto completo,
não tem história contada,
mas pesa como quem ficou.
É presença sem encontro,
companhia muda,
sombra que não larga.
Ela caminha nos meus passos,
vigia meus silêncios,
habita o que não aconteceu.
E mesmo sem ter existido de fato,
ela existe em mim.

Nasci para tempestades. A calmaria não combina comigo.

Ela mexe comigo

No olhar, vejo valor,
Na respiração, sinto o afeto,
Nos detalhes, percebo a personalidade,
Na vida, reconheço como um presente,

Apenas venha!





Para que não aconteça novamente, venha comigo e deixa tudo aquilo que te fez mal para trás,

não posso te oferecer neste momento um banquete completo de tudo com o que você mais gosta, porém posso te oferecer o pão da pluralidade e da singularidade,

o triste e o vazio que já te fez chorar por um tempo, acaba aqui,

o encontro de almas escolhidas pelo destino não permite as mesmas falhas, não permite os mesmos finais,

andar entre as rosas com seus espinhos deixam arranhões e marcas profundas, mas o que prevalece na imaginação e no emocional no entanto, são as belezas das cores vivas e dos perfumes das rosas.

Tão seu, quanto...




Vozes da imaginação gritam comigo pedindo asilo aquela criança que ainda se encontra perdida,


Insisti em molhar as rosas e mesmo assim elas murcharam,


Foi uma tolice parecer vulnerável quando o medo era insuportável,


Eu não sabia que a cada passo dado para trás naquele momento seriam uma projeção para dias melhores no futuro,


Caído no meio das rosas minha armadura começou a ser golpeada tanto pelo sol que se transformou em ouro,


E no acaso da perdição um amor inconfundível tomou conta de mim, logo voltei do inferno com um coração gentil,


Nada é tão seu quando tudo a perder é tão fácil.

Fica comigo!

Os perdidos mundo afora se acharão no tempo devido,

Assim como as estrelas olham para a lua, ela olhou para os meus olhos e sem pedir licença, sem deixar rastros foi embora abalando as minhas defesas e deixando uma faísca inapagável no meu coração,

Na busca em meio as multidões procurei, no frenesi de viver aquilo que nem comecei eu senti falta e me emocionei,

Ao longe, o brilho raro de um vaga-lumes foi visto, um sorriso carente foi oferecido, no olhar um pedido, um único pedido,

Fica comigo!

Simbolicamente ainda posso dizer que você mora comigo, verdadeiramente sonho com isso todos os dias…

Às vezes me decepciono comigo mesmo com tantas chances desperdiçadas que me vejo enganado pela facilidade da vida, iludida pelas marcas incuráveis;

"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo...”
(Salmo 23:4)


Deus não se ausenta na dor. Ele se aproxima. Ele não apenas vê, Ele sente contigo.

⁠"Pessoas que nunca cavaram comigo o poço, agora querem administrar minha água."

⁠"Se você não pode me tirar do mundo da lua, não perca tempo conversando comigo."

Sem vê-lo pressinto
que se casou por dentro
comigo sem saber,
Dezembro é tempo
de Faveiro florescido
e de viver convicto
o seu amor junto comigo,
por tudo aquilo que
ainda não fomos, somos
e seremos até o infinito.

Sururina-da-serra
cantando a memória
comigo não erra.

Murtillas na boca,
comigo no coração,
celebração de amor
e muita inspiração
com Versos Intimistas
para a consagração.

Não quero que concorde
comigo sem antes aprender
a pensar por si próprio,
sem antes de saber quem
é a Aguia-careca, o Quetzal e o Condor,
sem antes de você saber
que você é filho do Gavião-real,
sem antes de você saber
quais são os territórios ultramarinos
no Hemisfério Ocidental,
sem antes de saber qual é
o cerne da Doutrina Monroe,
sem antes de saber quem
mais rasgou o Direito Internacional,
sem antes de relembrar
que avisei que o Deus da Guerra
poderia dançar dentro
da América do Sul,
sem antes de saber que a situação
é fluída e pode vir se espalhar,
sem antes de relembrar,
que não era preciso esperar
uma guerra para aprender
a amar de verdade a nossa terra,
não antes de saber que não
sou grande coisa na vida - apenas poeta.

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

⁠A psicóloga está acabando comigo:
mandou-me separar um caderno só para anotar as incidências de estresse…


Só estou fazendo para comprar caderno!


Parece brincadeira — e é também!


Mas, olhando mais de perto, percebe-se algo muito maior escondido nesse riso: quantas vezes tratamos o cuidado emocional como se fosse só mais um caderno novo na gaveta?


É a recusa disfarçada, o medo sutil de se conhecer,
de se colocar diante do espelho,
de admitir que dentro de nós também existem gavetas bagunçadas
que carecem de arrumação.


Escrever, no fundo, é isso:
um ato simples que revela abismos
e, ao mesmo tempo, constrói pontes sobre eles.


Pela palavra, evitamos novas feridas
e aliviamos as que insistem em se abrir.


Há textos que caminham sozinhos.


Nascem prontos, enxutos, inteiros.


Mas há outros que precisam calçar as sandálias da empatia
para não machucar ou confundir quem ainda anda descalço dentro da própria alma.


E, é nesse vai-e-vem entre provocar e acolher
que percebemos algo curioso:
quando aprendemos a brincar com as palavras e com as imagens,
elas se juntam para brincar conosco.


A escrita deixa de ser esforço
e passa a ser companhia.


A arte deixa de ser fuga
e vira travessia.


É aí que o caderno muda de função.


De simples objeto, ele se transforma em lugar:
um lugar onde a dor descansa,
onde a graça do cotidiano floresce,
onde a alma encontra espaço para respirar.


E se eu tenho um desejo para quem se senta para folhear conosco esse “nosso caderno”,
é que saia daqui um pouco melhor do que entrou.


Porque a palavra bem cuidada faz isso —
acolhe, reorganiza, ilumina.


E quando compartilhada com sinceridade,
cura quem escreve e quem lê.


No fim, terapia ou não,
a escrita é um jeito silencioso de cuidar do mundo.


E, quem sabe, de nós mesmos também.

de manhã


converso comigo


para não levar
qualquer pessoa
ao mundo

Se ela não se importa comigo, tudo bem.
Eu não vou mendigar atenção, nem implorar por migalhas de afeto.
Eu sigo, me doando o meu melhor agora, para mim.


Quem não reconhece meu valor não merece meu desgaste.
Meu tempo minha energia e, meu coração é precioso demais para ser desperdiçado, para em quem não sabe cuidar.


Eu escolho me levantar, me olhar no espelho e enxergar a força, que sempre esteve aqui.
Eu escolho ser fiel a mim mesmo, porque ninguém pode me dar aquilo que eu mesmo posso construir: respeito, amor-próprio e dignidade.


Se ela não está nem aí, eu estou.
Estou aqui, firme, vivendo, crescendo e me tornando cada vez mais forte.