Existem Pessoas que Sao Flores

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Existem pessoas que lembram-se de DEUS! Somente quando estão com dificuldades.

Existem pessoas que afirmam possuir paz, mas continuam desconfiando de todos ao seu redor devido às experiências dolorosas que viveram no passado. Essa contradição ocorre porque a verdadeira paz não consiste apenas na ausência de conflitos, mas também na capacidade de estabelecer relações saudáveis e confiar de forma equilibrada nas pessoas.
A paz interior exige discernimento, e não isolamento. Ser prudente é diferente de viver em constante estado de alerta. O crescimento emocional ocorre quando a pessoa aprende com suas experiências sem permitir que elas a impeçam de reconhecer a lealdade, a generosidade e o carinho daqueles que demonstram, por meio de atitudes consistentes, que merecem confiança.

Os problemas não vem para nós destruir!
Os problemas existem para nós aperfeiçoar como pessoas...

Não existem pessoas burras, existem pessoas sabem o que faz de não importante; existem pessoas inteligentes, mas existem que sabem o que mede para fazer.

Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.


Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.


As primeiras lembranças que tenho são de medo.


Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.


Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:


"Deus, me ajuda."


Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.


Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.


Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.


Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.


Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.


Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.


O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.


Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.


Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.


Minha mãe fugia.


Depois voltava.


Nós fugíamos.


Depois éramos levados de volta.


O ciclo parecia não ter fim.


Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.


Eu queria ajudar.


Queria construir algo melhor.


Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.


Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.


Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.


Eu tinha apenas dezesseis anos.


Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.


Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.


Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.


Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.


Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.


Mas as marcas permaneceram.


E, de certa forma, elas contam uma história.


Não apenas a história da dor.


Mas a história da sobrevivência.


Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.


Apesar do medo, continuei acreditando.


Apesar das feridas, continuei amando.


Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.


E talvez essa seja a maior vitória de todas.


Eles marcaram partes da minha história.


Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.


Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que sobreviveu a ela.

Vivemos em uma época em que muitas pessoas afirmam, com absoluta convicção, que não existem mais pessoas fiéis. Basta abrir a internet para encontrar alguém dizendo que todo relacionamento termina em decepção, que ninguém muda e que confiar em outra pessoa é um erro.


Mas quanto mais observo a vida, mais percebo que a realidade é muito mais complexa do que essas frases prontas que circulam por aí.


Acredito que existem pessoas que fazem escolhas ruins repetidamente sem demonstrar qualquer interesse em crescer, refletir ou assumir responsabilidade pelos próprios atos. Essas pessoas existem. Assim como existem pessoas egoístas, desonestas e indiferentes ao sofrimento que causam aos outros.


Mas também existem pessoas que erram, enfrentam as consequências dos seus erros e, a partir delas, se transformam.


Ser humano é, em parte, aprender. E nem todos aprendem as lições da vida ao mesmo tempo.


Algumas pessoas passam anos acreditando que o amor é descartável. Outras vivem presas aos próprios medos, inseguranças e imaturidades. Algumas machucam quem amam porque ainda não compreenderam o valor do que possuem. Não porque sejam incapazes de amar para sempre, mas porque ainda não aprenderam a fazê-lo da maneira correta.


O tempo tem uma forma curiosa de ensinar.


Há pessoas que, depois de perderem algo importante, começam a enxergar a vida de outra maneira. Há pessoas que amadurecem quando finalmente entendem o significado da reciprocidade. Há pessoas que mudam quando percebem que o amor verdadeiro não é apenas um sentimento, mas também uma escolha diária de respeito, lealdade e compromisso.


Por isso, não acredito que um erro define para sempre quem alguém será. O que realmente define uma pessoa é aquilo que ela faz depois de errar.


Ela assume a responsabilidade?


Ela aprende?


Ela cresce?


Ela se torna melhor do que era ontem?


Essas respostas dizem muito mais sobre o caráter humano do que o erro em si.


Também acredito que quando alguém encontra um amor genuíno, algo profundo pode acontecer dentro dela. Não porque outra pessoa tenha o poder mágico de transformá-la, mas porque o amor verdadeiro frequentemente desperta partes adormecidas da nossa consciência. Ele nos convida a sermos melhores, mais responsáveis e mais atentos ao impacto das nossas escolhas.


Ao longo da vida, observei pessoas que permaneceram exatamente iguais durante décadas. Mas também observei outras que pareciam ter se tornado uma nova versão de si mesmas. Pessoas que abandonaram comportamentos destrutivos, reconstruíram relacionamentos, fortaleceram sua fé, encontraram propósito e passaram a viver de forma completamente diferente.


Talvez seja por isso que ainda acredito na humanidade.


Não porque todos mudem.


Não porque todos aprendam.


Mas porque alguns aprendem.


Alguns crescem.


Alguns transformam a dor em sabedoria.


E enquanto existirem pessoas capazes de reconhecer seus erros, amadurecer e escolher um caminho melhor, ainda existirá esperança.


Porque o que torna o ser humano extraordinário não é a capacidade de nunca errar. É a capacidade de aprender, evoluir e não permitir que os erros do passado decidam quem ele será no futuro.

*Nem todo anjo vem do céu*
Cuidado com quem você confia os teus segredos. Existem pessoas que falam como anjo, se vestem como anjo, se comportam como anjo... mas são verdadeiros demônios por trás de você.
Aprendi que aparência não é essência.
E que Deus revela o que a boca esconde, ainda que doa descobrir.
Prefiro uma verdade que liberta do que uma mentira que me abraça disfarçada de anjo.
_Van Escher_

Existem pessoas que chegam como abrigo...Outra como tempestade.


Livro Em Busca Do Seu Olhar
Personagem Erick Laurence
Autora izadora hoffmann

“Existem pessoas sorrindo no culto enquanto choram por dentro.”

Existem pessoas que têm uma grande habilidade para enganar os outros.

Existem momentos na vida em que nos afastamos não de Deus, mas das pessoas que diziam representá-Lo feridas, decepções, palavras e atitudes podem nos fazer perder a direção e, pouco a pouco, também nos afastar do propósito.
Nesse caminho, cometemos erros, falhamos, tomamos decisões equivocadas, sofremos as consequências das nossas escolhas e, muitas vezes, perdemos pessoas, relacionamentos e sonhos que eram importantes para nós. Mas Deus nunca perde a capacidade de nos chamar de volta.
Ao encontrar o cego, Jesus fez uma pergunta que parece óbvia: “O que queres que eu te faça?” E aquele homem sabia exatamente o que desejava, ele não pediu riquezas, reconhecimento ou vingança, ele pediu para voltar a enxergar. Deus continua fazendo a mesma pergunta a cada um de nós: O que você realmente quer?
Quer apenas aliviar a dor? Quer recuperar aquilo que perdeu? Quer voltar ao lugar de onde saiu? Ou quer uma transformação verdadeira?
Não basta apenas dizer que queremos mudar, a história do paralítico nos ensina que a fé produz movimento, homens carregaram aquele enfermo até Jesus, abriram o telhado e fizeram aquilo que era necessário, suas atitudes confirmaram aquilo em que acreditavam.
Muitas vezes dizemos que queremos a restauração, mas continuamos alimentando os mesmos hábitos, dizemos que queremos Deus, mas não O buscamos, dizemos que queremos uma nova história, mas permanecemos presos às mesmas atitudes.
Deus não despreza quem caiu, Deus não rejeita quem se afastou, Deus não abandona quem se decepcionou, Mas Ele pergunta: “O que você quer que Eu faça?” E espera que nossos passos confirmem a resposta.
Hoje compreendo que as pessoas podem falhar, líderes podem decepcionar, relacionamentos podem terminar, mas Deus continua sendo Deus, Ele continua restaurando cegos, levantando paralíticos e chamando de volta aqueles que se perderam pelo caminho.
Talvez eu não possa mudar o passado, desfazer meus erros ou recuperar imediatamente tudo o que perdi, mas posso responder à pergunta de Jesus com sinceridade e caminhar na direção daquilo que estou pedindo.
Porque a oração abre os céus, mas as atitudes demonstram a fé.
E quando aquilo que falamos se alinha com aquilo que fazemos, os milagres deixam de ser apenas uma esperança e começam a se tornar uma realidade.


David Perna.

Existem pessoas que a gente não esquece, apenas aprende a viver sem elas por perto.

Existem sete bilhões de pessoas no mundo, mas nenhuma delas parece estar aqui agora comigo.

Existem pessoas que não apenas passam pela nossa vida; elas se instalam como uma força da natureza. Você é assim: a dona dos silêncios que me acalmam e dos impulsos que me fazem querer conquistar o mundo.
Admiro a forma como você caminha entre a suavidade de uma canção e a firmeza de quem sabe exatamente onde quer chegar. Seus desejos, para mim, não são ordens impostas, mas direções que sigo com a alegria de quem encontrou um porto seguro.
O que mais me fascina em você:
A Certeza: Esse seu jeito de saber quem é, que me faz sentir seguro apenas por estar ao seu lado.
A Dualidade: Você é o abrigo nos dias de chuva e a ventania que me tira da zona de conforto.
O Pulso: Essa impaciência bonita de quem tem pressa de ser feliz e de amar intensamente.
Não preciso de mapas quando estou contigo, pois seu coração é o destino final. Sou seu mensageiro, seu par e seu maior admirador. No fim das contas, não há vento ou tempestade que me impeça de voar, desde que seja para o seu abraço.

Entre Modos e Teus Detalhes


Existem pessoas que passam pela nossa vida como notas soltas, rápidas, quase sem deixar eco. Mas você chegou diferente. Foi como encontrar A Harmonia Que Encontrei em Você, algo raro que não se explica pela teoria. Porque há encontros que não obedecem a fórmulas; simplesmente acontecem e reorganizam tudo dentro da gente.


Passei a estudar teu jeito como quem procura entender a Teoria do Teu Sorriso. Tentei analisar teus detalhes como um músico procura intervalos escondidos dentro de uma melodia. Mas teu olhar quebra qualquer lógica: não é terça maior, quinta justa ou sétima perfeita. Existe algo em você que foge das regras e transforma técnica em sentimento.


E então percebi que existem Acordes Que Têm Teu Nome. Porque teu riso soa como ressonância, tua voz tem a leveza de uma sequência bem resolvida, e teus movimentos dançam como arpejos correndo livres pelo braço da guitarra. Cada detalhe teu parece uma nota colocada exatamente onde deveria estar.


Entre os teus silêncios e os meus pensamentos, existem Intervalos Entre Nós que não podem ser medidos em tons ou semitons. Porque distância nenhuma explica a maneira como alguém consegue permanecer tão presente dentro do peito de outra pessoa. Há notas que desaparecem no ar; você não. Você continua vibrando.


Talvez por isso meu coração tenha parado de seguir partituras. Porque quando se trata de você, toda técnica falha. Escalas desaparecem, modos se misturam, teorias perdem sentido. E sem perceber, Meu Coração Tocou de Ouvido, porque algumas pessoas não foram feitas para serem entendidas... foram feitas para serem sentidas.

Existem pessoas como eu, mas ninguém igual a mim.

As religiões existem para controlar as pessoas.

*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)

Existem pessoas que tornam o mundo um lugar muito mais bonito e acolhedor, e você com certeza é uma delas. A amizade é um daqueles portos seguros que a gente cuida com todo o amor do mundo. Passando só para te lembrar do quanto você é importante para mim e do carinho imenso que guardo por VOCÊ.
_Enzo Ruchell_

⁠Todas as artes existem para trazer paz, conforto, alegria e sonho para as pessoas. Ensinar a Humanidade os caminhos do amor é a missão da poesia.