Existem Pessoas que Sao Flores
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"Amo flores,
e dizem que Maio é o mês delas,
e fico encantada com a variedades
das cores..."
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(Francisca Lucas)
Assim como as tartarugas que nascem na areia e correm para a água, as abelhas para as flores de forma inconsciente, movidas pela energia instintual. Da mesma forma o ser humano sente a necessidade intrínseca da busca pelo Ser superior - Deus.
F. Meirinho
Ao cair da noite desabrocham-se as flores abastecidas de sol... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A matéria é triste, mas o espírito é alegre na forma e na cor. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Os teus ossos precisam de tua carne, mas o que te anima não precisa de carne para viver. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A Luz vaja do cosmos às grandes superfícies semeando infinitas essências. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ah! Morte! Morte! Morte! Essa companheira inseparável da matéria! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Forma-se no cálice humana, o mais lindo arco-íris do infinito Oceano. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Deus! - Única essência que se transforma e não se deforma. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Não haverá espelho para reflexos quando as sombras da Terra brilharem nas trevas do homem. (Hélio Soares Pereira. In; Eclipse das Mentes)
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Quando o homem olhar para dentro de si, na razão que move o universo, verá suas mãos mutilando gerações. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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São as asas que iluminam as mentes para o voo infinito...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ontem, o botão se fez rosa. Hoje, a rosa desfez-se em pétalas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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No abismo dos céus, escalei montanhas ocultas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Não estarás sozinho no barco do silêncio, pois entre a noite e o dia te observa a Natureza. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Joga tua âncora no mais simples cais. Não importa a distância nem a profundeza do rio. - O Horizonte estará te esperando... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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O sol mergulhará no infinito quando o homem decidir cobrir-se com o lodo de suas ações. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Talvez, um dia, os vermes andarão sobre a Terra ao lado do ser humano e haverá quem diga -são parecidos! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ah! Míseras ações de ínfimas estruturas. Nunca se tornarão puras, se a luz as perturba tanto! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Paz! -Como sobre viverás, se o homem é míssil-atômico do seu próprio egoísmo? (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Um dia, a gigantesca rosa dourada brotará como um sol; e, sobre as pedras, cairá o pó -ânsia do viver... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A rosa de Hiroshima talvez ainda esteja nos pesadelos dos corpos sem almas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A luz que anima tua alma jamais se consome...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A carne que te veste foi apenas um empréstimo que fizeste da matéria que o tempo desgasta e te fará ausente. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Dize adeus às asas mutiladas de cada dia, és parte da espiga debulhada sobre a Terra...(Hélio Soares Pereira. Eclipse das Mentes)
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Houve um tempo em que sobrevoávamos nossos sonhos... Há um tempo em que voamos com nossos sonhos... Haverá um tempo em que nossos sonhos nos sobrevoarão, segurando-nos com linhas transparentes...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Um dia, o sol abrir-se-á, de vez, queimando as linhas que nos prendem ao voo...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Mãe! -Laços de primavera te envolviam o ser num suave arco-íris de flores e perfume...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Mãe! Iluminaste o jarro no pouco espaço de minha janela. Ah! Como sofri entender! Ser - a flor e o jarro - tão simples e tão belos quanto a mão que te veio colher um dia... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fugir para dentro das ruas é tornar-me desfigurado entre os figurantes... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fugir para dentro de mim é libertar-me em gestos crescentes de amor e memória. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Tudo sai de perto das vidraças e dos concretos. Fica só o tempo incerto e o homem sem canto...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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O pássaro é a esperança do ninho que traz mais pássaros... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Entre vidros e concretos, o canto não é canto, é um eco... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fiquei, em mim, ausente, por tua ausência... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Amo a vida, não por estar numa fase de flores, mas sim pela sorte de ter enfrentado poucos espinhos.
Tinha comigo a melhor das rosas,
A mais linda das flores.
Junto ao meu corpo, conduzia um regador.
Regava-a até o seu florescer.
A rosa, ainda tímida, encolhia-se quando via perigo.
Contudo, levantava as pétalas quando via seu amigo.
Faça Sol, faça chuva, ele sempre estava lá para a regar.
Quando a tristeza batia, a flor, de sua mão, nunca saía.
Ela dava-lhe o seu olhar.
A lua cheia daquele mês avisou da sua chegada;
O rapaz - com ânimo excepcional - beijou-lhe a mão para irem ao encontro da convidada.
A flor aceitou com um grande pulo de alegria, chocando assim os olhos daquele que lhe propôs o divertido encontro.
A flor e o rapaz correram pelo vale campestre e escorregaram no campo.
A moça - comovida com tudo aquilo - gargalhou um canto.
O rapaz - com os olhos presos ao fio que a prendia - sorria para a situação.
Ela levou-lhe sua mão; ele beijou-lhe mais amavelmente que antes.
Eles dançavam,
Eles se amavam,
Eles riam,
Eles se viam.
A noite se foi como o sopro de uma forte ventania;
Os dias - carregados por um coche - não paravam para deixar seus cavalos aspirarem o ar, que lhes dava energia.
A moça não o via mais com tanta frequência;
O rapaz - tomado por um ato de desespero - pedia-lhe a mão para correr pelo céu.
Ela não o respondia da mesma maneira.
Ele enviava-lhe cartas recheadas, mas, de sua querida, recebia meia dúzia de letras.
Os pássaros pararam de gorjear, mantiveram-se quietos em respeito à lucidez daquele que, com sua voz, ajudava-lhes a cantar das mais diversas canções.
As árvores - cuidadas e podadas todo ano por ele - encontravam-se turvas, em luto por aquele que lhes dedicava tanto zelo; suas folhas murcharam e destacam-se dos galhos que lhes davam sustentação.
O campo - que costumava ser rodeado e cuidado pelos lindos animais e pela cadeia alimentar destes - perdeu suas gramíneas, sua vivacidade e aquilo que mais temia: aqueles que, em seu solo, desfrutaram da mais bela benção que o ser humano é capaz de ser presenteado; em compasso com os outros, observava o rapaz e o lia.
O jovem - em prantos com a vida que levava - prostrou-se no chão e suplicava a Deus com a mão no coração.
“Por que me deste aquilo que tanto Te pedi para que, com uma frieza cruel, tirar-me?”
O cenário convergia sua visão àquele que implorava por respostas. A partir deste momento, tudo estava íngreme.
“Por que quando experimento da felicidade dada pelas Tuas mãos, tu a tiras de mim? Então, Pai Celestial, meu Deus, por que me concedeste a dádiva do amor se tinha em Tuas mãos, Pai, um fio amarrado em Teu mindinho para puxá-la de volta a Ti?”
As aves - com as penas caídas e descoloridas - aconchegaram-se no rapaz, que, naquele instante, com as lágrimas na mão e regando o chão com elas, era dominado pela mais intensa sanha.
Ele batia contra o chão; o campo soltava um gemido doloroso a cada vez que sofria, mas não se importava, pois aquele que mais lhe regou se sentia desconexo com aquele que lhe deu a vida.
“Diga-me, Senhor dos Céus, com qual objetivo Tu me sopraste com a vida? Fora para teres o luxo de me ver o sofrimento alheio?”
“Por qual razão, Deus, Tu, com um arsenal infinito de força, fazes da minha vida um grande paraíso para o Diabo?”
O campo, as aves e as árvores, todo o meio campestre derramava o gelo derretido de suas faces.
O jovem - ainda prostrado - prosseguiu com um longo silêncio.
Ele estava sem meio,
Enxugando as lágrimas, caminhou para longe.
Não se sabe em qual sege adentrou, mas que a razão não é mais aquilo que o tange.
Ele desmoronou sua estrutura no campo;
Este - gentilmente - enrolou-o num grande cobertor que lhe protegeria do frio que ali costumava a castigar.
As aves lhe beijaram o lábio;
As árvores, suor que escorria em seu olhar;
O campo, o braço que costumava regar.
O céu, cansado de tanto azul, se esvaiu.
Levei-te flores.
Não por esperança,
mas porque o amor,
às vezes,
não aprende a partir.
Cada pétala
carregava um "eu te amo"
que nunca encontrei coragem
de deixar morrer.
Mas, ao pensar em ti,
senti pena delas.
Flores não nasceram
para conhecer o ódio.
Não merecem murchar
diante de alguém
que já não consegue
olhar para mim
sem desprezo.
Talvez eu devesse
tê-las deixado no jardim.
Lá, ao menos,
morreriam pelo tempo...
e não por um amor
que só sobrevive
em mim.
"O maior gesto de amor não é levar flores a um túmulo. É levar esperança a um coração enquanto ele ainda pode florescer."
— Fabinho Martins
Da lua, de lua.
Feita de sol, sal, mar e ondas.
Sobre avencas, ervas daninhas, e flores silvestres.
Tristeza é a época mais difícil do ano.
Na primavera, não permite sentir o perfume das flores.
No verão, faz estremecer o coração.
No outono, deixa um gosto de desgosto na boca.
No, inverno, me deixa tão cansada,
é tanta neve na estrada,
mal consigo esperar a próxima estação
pra tirar dos pés as meias,
pra neve sumir e descongelar meu coração,
que, descongelado, consegue estremecer
e fazer o sangue correr pelas veias.
De estação em estação vou tentando
um pouquinho de tristeza abandonando...
Um dia eu pego o trem certo
e você nunca mais vai sair de perto.
Caminho
.
Colho flores no caminho
Que me é o teu carinho
E não me deixa andar sozinho,
O teu perfume
É a flagrância desse amor
Que me entrega a ti
Pra ir contigo por onde for...
.
Que seja longo esse caminho
Onde eu não ande mais sozinho
E não me perca desse amo...
O teu perfume enlaçou o meu destino
Pra nos dar um só caminho
E caminhar pra um só lugar, o amor.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Em teus braços
Desejei dividir meus dias com você,
Caminharmos juntos em meio às flores
Para que eu pudesse adorná-la de rosas.
Sonhei andarmos juntos descalços
E deixar nossos passos na areia molhada,
E se eu pudesse, pararia o tempo na magia deste momento.
Eu quis cunhar a madeira rígida e fria,
Nela, desenhar nossos corações entrelaçados,
E na intercessão desse encontro, entalhar seu nome junto ao meu.
Desejei me prender em teus braços,
E num abraço apertado
Nunca mais sair do teu lado.
Primavera é quando a natureza se despe do cinza e se exibe em seu vestido verde bordado de flores.
Benê Morais
As flores tem vida
Na primavera abençoada,
Letras de amor foram ditas,
As rosas se emocionaram com a voz soltando sinfonias,
O sol deu sua luz, mas a importância está em como se recebe tal energia,
As margaridas dançam de acordo com o sabor dos ventos,
As violetas choram ao perceber a euforia do destino,
Um caminhão de flores é derrubado na estrada e formam um belo tapete colorido apenas para ela passar,
A tua pele se mistura e exala o cheiro das rosas,
Os teus sorrisos e o teu charme ao caminhar na minha direção mudam completamente o meu jeito de respirar, de enxergar o mundo a minha volta, eu sinto que já nasci com o DNA de te amar.
No tom certo
O tom de azul, lembra o céu perfeito,
Os tons de rosa, lembram as flores e tem até cheiro,
A cor amarelo lembra alegria, empolgação, divertimento,
A cor branca nos trás paz, unidade, recomeços,
Mas a cor vermelha lembra fome, lembra calor, lembra charme, é a que mais se identifica com você.
Sentidos
As flores e as folhas estão balançando la fora suavemente ao frescor do vento da manhã, o Sol liberou mais uma vez sua energia sobre elas alimentando a magia da fotossíntese; o campo está vibrante, as borboletas com suas diversas tonalidades de cores e os pássaros com sua beleza e seus variados cantos dão vida a esse cenário lúdico; o barulho do rio é ouvido a distancia, são percebidos também pegadas de mamíferos grandes, calma! São de quatros belos cachorros que vivem se divertindo no paraíso. O tempo fechou, uma chuva bem vinda está chegando para lavar a alma da natureza. Passados pouco mais de uma hora de queda livre de aguá divina, o Sol reaparece com o seu poder de renovar, de da um brilho novo a cada movimento de sua breve passagem em direção ao oeste.
A vida, ganha vida em cada verso escrito com base no que é visto, sentido, ouvido, tocado e ao mesmo tempo aproveitado pela natureza.
Sinto o teu beijo,
Vejo o balançar das flores empurradas pelos ventos,
Sinto o teu beijo,
Escuto o barulho da correnteza de um rio descendo em meio as curvas de uma floresta,
Sinto o teu beijo,
Observo o Sol nascendo mais uma vez espalhando fotossíntese e transformando a paisagem,
Eu sinto.
"Aos quatorze anos eu coloquei um chapéu de flores na cabeça e nunca mais tirei!
Lembro até hoje: era branco com rosinhas cor de rosa. Fiquei muito feliz quando o comprei, me senti o máximo porque aquele chapéu estava super na moda na minha cidade, rs
O tempo levou o chapéu físico embora mas ele prossegue na minha cabeça, enfeitando meus dias de branco e rosa e muita felicidade!
O que os outros pensam? Ah, não sei, isso é problema e direito deles, de pensar o que quiserem. Respeito. Mas meu chapéu da alegria não tiro da cabeça de jeito nenhum.
A vida é minha, a vida é bela e eu a saúdo com o meu melhor sorriso todos os dias.
Por isso prossigo com quatorze anos. E você?"
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