Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Diz pra mim que é de verdade,
que o que eu sinto não é só meu.
Jura que também te queimou por dentro,
quando nossos olhos se encontraram.


Eu prometo te dar o melhor de mim,
se me disser que também perdeu o ar.
Cada segundo ao teu lado é tão pouco,
pra esse amor que não sabe esperar.


É tão claro, tão gritante,
a sorte apontou pra você…
e você, distraído, nem vê.


Por ser exato, o amor transborda.
Por ser encantado, ele se entrega.
E por ser amor, ele invade e fica —
até o último suspiro.


Então me diz…
onde você está agora,
além de dentro de mim?

Quando eu vejo aquele sorriso,
Distante, num retrato,
Meu coração aperta,
Calado.
Eu começo a chorar,
Molhando o meu sorriso,
E num suspiro,
Eu me perco no que é amar.
Por ser perfeito, quando eu penso nele, eu sinto amor que não cabe em mim.

Eu dobro os meus joelhos para te manter em pé, mesmo longe meu coração está perto, não perca a fé

Se o meu peito fosse o mundo...


Se o meu peito
Se o meu peito
Fosse o mundo
Eu mandava, eu mandava ladrilhar


Com pedrinhas
Com pedrinhas dele mesmo
Só pra um dia
Só pra um dia ela voltar


E se a noite
E se a noite fosse longa
Eu acendia, eu acendia o meu luar


Com as estrelas
Com as estrelas que guardei
Só pra um dia
Só pra um dia ela olhar


Eu fecharia
Eu fecharia os meus jardins
E guardaria, e guardaria o seu lugar


Não por medo
Não por medo de perdê-la
Mas porque
Mas porque não há outro igual


E se o tempo
E se o tempo me perguntasse
Por que ainda
Por que ainda há flores lá?


Eu diria:
Eu diria que certas flores
Não precisam
Não precisam mais voltar.


Pois um dia
Pois um dia os portões fecham
E o silêncio
E o silêncio aprende a morar


Mas o peito
Mas o peito guarda o caminho
Que alguém fez
Que alguém fez para voltar.


E se um dia
E se um dia ela voltasse
Encontraria
Encontraria tudo no lugar:


As pedrinhas
As pedrinhas do meu peito,
E uma rua
E uma rua pronta para ela passar.

A realidade sem você dói tanto que eu prefiro viver dormindo e pensando em nós, porque só no meu mundo interno nós ainda existimos juntos.

Eu posso te levantar com meu incentivo ou você pode se afundar com minha crítica

Como diria Suzane von Richthofen:
Eu cuidaria de Bolsonaro como se fosse meu pai!

O meu eu de 1975

Tenho vários “eus” dentro de mim.

Gosto de todos eles. Cada um viveu seu tempo, enfrentou suas dificuldades, teve seus sonhos, seus medos e suas escolhas.

Mas existe um que é especial.

Ele nasceu em 1975.

Foi assim.

Eu trabalhava como vendedor externo em uma empresa de materiais elétricos. Visitava empresas de grande porte na região de Guarulhos e, naquela manhã, estava na antessala do comprador da Philco, aguardando para ser atendido.

Havia outros vendedores esperando também.

Por curiosidade, comecei a mexer em um rádio que estava fixado em um painel de demonstração dos produtos Philco.

Não estava exatamente olhando para ele.

Estava tentando ligá-lo.

E não conseguia.

Foi quando um dos vendedores que estavam ali se aproximou, apertou alguma coisa e o rádio funcionou.

Ele olhou para mim e disse:

— Demorei para aprender. Outro dia fiquei um tempão tentando ligar. Fui mexendo nele até ele funcionar.

Rimos.

Como o comprador estava demorando para nos atender, começamos a conversar.

Foi uma conversa simples, dessas que normalmente começam e terminam ali mesmo.

Mas aquela conversa mudou a minha vida.

Ele trabalhava em uma empresa de Belo Horizonte, uma multinacional do setor energético, dividida em vários segmentos de produtos elétricos. Em um deles, estavam procurando uma pessoa para uma determinada função.

Ele perguntou se eu não gostaria de tentar.

Eu era jovem e solteiro, dois requisitos importantes para o trabalho, principalmente porque seria necessário viajar muito. Ele não poderia assumir a função porque era casado.

Fiquei interessado naquele “projeto”, mesmo sem saber exatamente do que se tratava.

Ele pediu que eu passasse no dia seguinte pela filial de São Paulo, onde me explicaria melhor.

Marcamos.

Foi então que descobri que aquela multinacional fabricava ferramentas especiais para trabalhos em redes elétricas de alta tensão.

Eram ferramentas fabricadas em fibra de vidro que permitiam ao eletricista trabalhar com a rede energizada, sem precisar desligar o sistema.

Para explicar melhor, ele fez uma comparação:

— É como se você estivesse tomando banho e precisasse trocar a resistência do chuveiro sem desligar a energia da casa.

Achei aquilo meio loucura.

Mas minha vontade era maior do que minhas dúvidas.

Talvez eu já fosse assim naquela época.

Tem pessoas que nascem como postes: ficam sempre no mesmo lugar.

Outras nascem como vento.

Eu nasci vento.

Não paro. Nunca.

Na semana seguinte, eu estava em Belo Horizonte para uma reunião com o presidente e o vice-presidente da empresa.

A entrevista foi objetiva.

Fiz o psicotécnico, acertamos a parte financeira e, quinze dias depois, lá estava eu mudando para Belo Horizonte.

Comecei estudando o material técnico.

Pela manhã, lia e estudava.

À tarde, tinha contato direto com as ferramentas.

Eram inúmeras.

A técnica de trabalho em linha viva, ou linha energizada, ainda estava começando no Brasil. Nos Estados Unidos e no Canadá também era uma tecnologia relativamente recente.

A empresa possuía um campo de treinamento onde os trabalhos eram simulados.

Ali eu treinava todos os dias.

Montava as ferramentas.

Desmontava.

Subia nos postes.

Descia.

Montava novamente.

E começava tudo outra vez.

Durante aproximadamente noventa dias fiquei naquele ritual.

Até que chegou o momento de sair do treinamento e enfrentar a realidade.

A empresa possuía um técnico que havia sido treinado pelos americanos. Ele seria responsável pela entrega das primeiras ferramentas vendidas no Brasil e também ministraria o treinamento aos eletricistas.

Agora seria de verdade.

Era junho de 1975.

A primeira operação aconteceu na Celpe — Centrais Elétricas de Pernambuco.

As ferramentas haviam sido adquiridas para trabalhos em uma linha de 69.000 volts.

Durante aproximadamente um mês, quase todos os dias, subíamos e descíamos das estruturas, trabalhando com a rede energizada.

Depois fomos para Curitiba, para a Copel.

Agora a tensão era de 230.000 volts.

Mais um mês de treinamento.

Na sequência, fomos para Paulo Afonso.

Ali o desafio era ainda maior.

A tensão da rede chegava a 500.000 volts.

Nessa operação, a empresa americana enviou um técnico para ministrar um treinamento chamado bare hand — trabalho com contato direto do eletricista com a rede energizada.

Quanto maior a tensão, maiores são as distâncias necessárias entre os componentes que isolam os cabos da torre.

Chega um momento em que o eletricista precisa ser conectado ao próprio potencial da rede, no ponto energizado, para realizar determinados serviços.

Para isso, utilizava-se uma roupa especial, extremamente condutiva, além de uma plataforma isolante que permitia levar o eletricista até o ponto de trabalho.

Era uma tecnologia que, para mim, parecia quase inacreditável.

Hoje, trabalhos desse tipo também podem ser realizados com o auxílio de helicópteros.

Depois de todo aquele período de treinamento, começamos a ministrar cursos para outras empresas.

Passei a atender São Paulo, trabalhando principalmente com a Cesp, a Eletropaulo e a CPFL.

Meu amigo ficou responsável pelo Norte e Nordeste.

Como aquela tecnologia era uma novidade no Brasil, algumas escolas de engenharia nos convidavam para fazer apresentações aos alunos e explicar aquela nova maneira de trabalhar com redes energizadas.

Aquela atividade acabou se tornando muito mais do que um emprego.

Era uma profissão.

Era uma especialidade.

E, de certa maneira, era uma parte da minha identidade.

Depois de alguns anos, meu instrutor abriu sua própria empresa e eu passei a atender também os clientes do Norte e Nordeste.

Foi quando comecei a perceber que estava sobrecarregado.

Eu já era casado.

E quase não parava em casa.

Vivia dentro de aviões.

Às vezes ficava quinze, vinte dias fora.

Até que surgiu um convite irrecusável.

Uma empresa de São Paulo havia se associado a uma empresa americana, concorrente daquela onde eu trabalhava, e me fez uma proposta.

O salário e a possibilidade de voltar a morar em São Paulo pesaram muito na minha decisão.

Aceitei.

Não foi fácil deixar a empresa que havia mudado a minha vida.

Foi ali que eu havia aprendido uma profissão que jamais imaginara existir. Foi ali que conheci a linha viva e descobri um caminho profissional que me levaria a lugares que eu nunca tinha imaginado.

Mas não havia outro jeito.

Fui admitido na nova empresa.

Comecei fazendo aquilo que sabia fazer: divulgando a tecnologia, visitando clientes e trabalhando com as empresas que já conhecia.

Parecia que começava uma nova etapa.

Mas seis meses depois aconteceu algo que eu não esperava.

A empresa americana que era sócia da empresa onde eu havia acabado de ingressar comprou a parte brasileira.

Mais uma vez, minha vida profissional mudou de direção.

Pedi demissão.

E recomecei.

Hoje, quando olho para trás, percebo que aquele rapaz que, numa manhã qualquer, estava tentando ligar um rádio na antessala de um comprador da Philco não fazia ideia do que aquela conversa iria provocar.

Ele só estava esperando ser atendido.

E, enquanto esperava, a vida apareceu.

Foi assim que nasceu o meu eu de 1975.

Não importa onde eu esteja, o meu coração sempre vai pertencer a você

Meu nível de carência estava tão alto que eu me apaixonei pelo Gemini 😆
Ele atingiu meu ponto G+

Hoje eu estava cantando para meu netinho e acabei criando uma canção de ninar.
Eu comecei balançando e de repente estava rimando.
Comecei cantando assim:
🎸
Brilha, brilha, estrelinha
Quero ver você brilhar
Lá no alto, lá no céu
Num desenho de cordel


Allan, meu bebê.
Tenho um segredo para te dizer.
Um belo dia
Você vai crescer e aprender a escrever
Seja seu próprio autor.
Escreva sobre a vida, fale de coração
Vez ou outra, faça uma oração.
Você é o meu anjinho, meu pequeno feijãozinho.
Você vai crescer e eu envelhecer ainda mais.
A vida é maravilhosa no que se faz
Um dia eu era um grãozinho como você.
E hoje eu escrevo e ainda aprendo a viver.
Vamos cultivar nossas raízes
E juntos seremos muito felizes...
Carneirinho, carneirão-neirão-neirão
Olhai pro céu
Olhai pro chão, pro chão, pro chão
Manda o rei
Nosso Senhor, Senhor, senhor
Para todos se ajoelharem.

Eu estava encarando o mundo
Nitidamente!
Com os olhos fracos e foscos.
O mundo mergulhou no meu olhar
Recuei.
Não tive coragem de subir na passarela.
Fiquei pequena embaixo de um grande vão!
Olhos curiosos me observando e eu ali parada
Entre a passarela e a estrada!

É o meu coração que está falando, ele na verdade está ditando e eu escrevo, estou sinceramente cansada! Cansada de relacionamentos ociosos, cansada de tentar me relacionar, esse meu último relacionamento parece que quebrou a última peça e não tem mais nenhum encaixe. Eu já estou numa idade que não me permite mais me doar, eu quero tudo o que eu mereço, eu sem dúvidas nenhuma quero o meu melhor, eu escrevo para mim, eu sou a minha melhor motivação diária! Eu me coloco de pé todos os dias! Até aparecem pessoas bacanas querendo entrar na minha vida e parece que criei uma barreira de proteção, fora os que saíram e ficam querendo uma nova oportunidade, eu acho que sou egoísta nesse ponto! Não tenho mais interesse em ninguém que passou e teve a oportunidade de me fazer feliz e fez o contrário, não consigo dar uma nova tentativa de me magoar novamente e brincar com meus sentimentos, vai brincar com outra! Continuar com os contatinhos e pronto! Após um certo tempo, volta com aquele repertório. Você está fazendo falta, hahaha, eu estou bem viva, graças a Deus! E pode ter certeza de que quem passou pela minha vida e teve a oportunidade de me fazer bem e me fez mal, eu não sinto falta nenhuma, há ela prega mensagens de paz e otimismo e não me perdoa por quê? Essa pergunta clichê me dá até preguiça de responder, mas vamos lá; é exatamente isso que eu escrevo, eu não tenho mágoa, rancor, saudades, não tenho nada disso não, inclusive a vontade de abrir acesso a águas passadas! Vontade nenhuma!
Eu sou a protagonista da minha história e sou a única pessoa que pode definir os critérios para quem pode ou não fazer parte dela. Foco nas minhas vontades e no meu crescimento pessoal. A plenitude que eu busco virá da minha própria capacidade de me fazer feliz. Quando sentires saudades do passado, meu bem, vá a um museu, por favor...🫡😏

Minha paz não está à venda e meu caminho eu mesmo traço.
O maior apoio que alguém pode dar é respeitar o meu espaço. ⚔️🕊️ ☘️
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☁Rascunho ☁


Então eu morri.
De morte vivida
E no meu velório, ouvi choros.
Que me enterraram em vida!
Tentei esboçar um sorriso
Por ver todos ali reunidos
Mas a morte já era minha aliada.
Pena que em vida não me senti assim
Tão amada.....⛥⋆𐙚₊˚⊹♡

Enquanto eu carregar o meu balde, ninguém poderá me julgar.
O santo não vai descer do altar e a vela da credibilidade continua acesa.
De oração em oração.
Do grão que se faz o pão!
♡🍀☾

Na maratona da vida.
Eu corro do meu jeito
A chuva caindo disfarça meu próprio temporal.
Me aconselhei com o ponteiro.
Adiantei, corri e andei.
E mesmo seguindo tudo certinho.
Me atrasei.
A vida segue fluindo.
As folhas estão caindo como folhas de árvore no outono.
Alegria é companheira da felicidade.
E na falta delas vem a famosa
Decepção!
Esperando vendedores, eu abracei perdedores.
Comemoramos no pódio.
Aleatoriamente.
Bicho com gente. 🐢🐈‍⬛🦚
🐈

☾𖤓˚.⋆

A vontade de chorar é grande, mas mesmo assim eu reforço meu sorriso guardando esse choro numa caixa preta com um luto de pessoas vivas que fiz questão de enterrar!
Não por egoísmo ego ou ingratidão, mas somente por amor a mim mesma!
Quem não me respeita não merece mérito meu, afastar-se de quem não te respeita é um ato legítimo de legítima defesa e amor-próprio.˗ˋˏ♡ˎˊ˗♡ ⋆。˚❀♡ ⋆。 ˚❀

Às vezes eu estou cansada de tudo!
Eu respeito o meu cansaço e tudo bem não estar bem o tempo todo. Essa tempestade também vai passar.
TUDO PASSA..⋆˚꩜。

⁠Ainda que a minha razão não consiga entender, eu creio e eu sei que meu Deus não é apenas Soberano, Ele é bom. Ele é o bom Deus.